DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN

18/04/2018 01:20

Da Pobreza Ao Poder. James Allen. Felicidade e Harmonia são sinônimos.

 
 
DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN - יהוה YEHOWAH TSEVA'OT - יהוה IEHOUAH DOS EXÉRCITOS - O Caminho da Prosperidade e da Paz - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger Arevalo La Rosa
Título mais apropriado:
DA POBREZA PARA O PODER - 
A REALIZAÇÃO DA PROSPERIDADE E PAZ
 
O coração que se imergiu ao fundo do esquecimento de si próprio no seu amor pelos outros, não só veio a possuir a maior felicidade possivel, mas, além disso, entrou na imortalidade, porque realizou o Divino. Recorde-se dos fatos mais importantes da sua vida e verá que os momentos de maior felicidade foram aqueles em que você pronunciou alguma palavra ou praticou algum ato de compaixão ou amor altruísta.
 
Espiritualmente falando, felicidade e harmonia são sinônimos. A harmonia é uma fase da grande lei, cuja expressão espiritual é o amor. Todo egoísmo é discórdia, e ser egoísta não é estar em harmonia com a ordem Divina. Quando realizamos aquele amor que abraça tudo e que é a negação do "Eu", nós nos colocamos em harmonia com a música divina, com as vibrações universais, e aquela inefável melodia, que é a verdadeira felicidade, nos penetra.
 
Homens e mulheres procuram cegamente a felicidade por toda parte, sem encontra-la, e não a encontrarão senão quando reconhecerem que a felicidade está já no interior de cada um e ao redor de cada um, enchendo o universo, e que eles mesmos, em sua busca egoísta, se excluem dela.
 
 

domingo, 21 de junho de 2015

REALIZAÇÃO DA PAZ PERFEITA - DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN

 
 
Realização da paz perfeita 
 
No universo externo, há incessante perturbação, mudança e intranquilidade; no coração de todas as coisas acha-se o descanso imperturbável; neste profundo silêncio reside o Eterno. O homem participa desta dualidade, e tanto a mudança e a inquietação da superfície como a profunda sede eterna da Paz interior acham-se nele.
 
Como há profundidades silenciosas no oceano, que não podem ser atingidas pelas tempestades mais bravias, igualmente há santas profundidades silenciosas no coração do homem, as quais nunca podem ser perturbadas pelas tempestades do pecado e da aflição. Atingir este silêncio e viver nele conscientemente é a Paz. 
 
No mundo exterior predomina a discórdia, mas uma ininterrupta harmonia domina no coração do universo. A alma humana, dilacerada por discordantes paixões e aflições, procura cegamente a harmonia do estado livre de todo pecado, e chegar a este estado e viver nele conscientemente é a Paz.
 
O ódio separa as vidas humanas, nutre a perseguição e compele as nações a guerras cruéis; mas os homens, ainda que não saibam por que, conservam, não obstante, algum grau de fé num Amor Perfeito e protetor; e alcançar este Amor e viver nele conscientemente é a Paz.
 
E esta Paz interna, este silêncio, esta harmonia, este Amor, é o Reino dos Céus, onde é difícil entrar, porque poucos são aqueles que estão dispostos a renunciar a si mesmos e tornar-se como crianças.
 
A porta do Céu é pequena e estreita,
E não a percebem os insensatos 
Que cega a vã ilusão deste mundo;
Até os que enxergam bem e procuram 
Entrar, encontram a porta fechada
E custa abri-la. Seus ferrolhos são:
Orgulho, paixão, volúpia, avareza.
 
Os homens clamam: "Paz! Paz!", enquanto que, no mundo, não vemos paz, e sim, pelo contrário, discórdias, inquietações e lutas.
 
Fora dessa sabedoria, que é inseparável da renúncia a si mesmo, não pode haver paz real e duradoura. 
 
A paz que resulta do bem-estar social, da satisfação das paixões ou da vitória mundana é transitória em sua natureza e desaparece no fogo de uma prova forte. Somente a Paz Celeste resiste a toda provação e só o coração altruísta pode conhecer a Paz Celeste.
 
Só a Santidade é Paz imorredoura. O domínio de si mesmo conduz a ela, e a Luz da Sabedoria, que aparece cada vez mais clara, guia o peregrino no seu caminho. Já quem entrou na vereda da virtude, participa desta Luz e Paz, mas para poder conhecê-las em sua plenitude, é necessário que o "eu" pessoal, que é o centro do amor-próprio, egoísta, desapareça na consumação de uma de uma vida imaculada.
 
Nisto consiste a Paz: vencer o amor
De si próprio, e o desejo de viver,
Extirpar do coração a raiz.
Da paixão, e ter calmo o interior.
 
Se você, leitor, chegar à Luz que nunca se obscurece, à Alegria que nunca fenece, à tranquilidade que não pode ser perturbada; se quer libertar-se para sempre de aeus pecados, sofrimentos, aflições e perplexidades; se quer participar desta salvação, desta Vida altamente gloriosa, vença-se a si mesmo. Ponha todos os pensamentos, todos os impulsos, todos os desejos em perfeita obediência ao poder divino que em você reside. Não há outro caminho para chegar-se à Paz, a não ser este; e se você se recusa  a trilhá-lo, todas as suas preces e observância escrita e ritual serão infrutíferas e sem valor, e nem deuses, nem anjos poderão ajudá-lo. Somente aquele que venceu esta luta contra si mesmo recebe a pedra branca da vida regenerada, sobre a qual está escrito o Novo Nome Inefável.
 
Abondone, por alguns instantes, as coisas externas, os prazeres dos sentidos, os argumentos do intelecto, a excitação do mundo; recolha-se ao aposento mais interior do seu coração, e ali, livre de toda intrusão dos desejos egoísta, você achará um profundo silêncio, uma santa calma, um repouso feliz. Se você se demorar algum tempo neste santo lugar, dentro de você se abrirão os infalíveis olhos da Verdade, e você verá as coisas como realmente são.
 
Este santo lugar no seu interior é o seu verdadeiro, real e eterno "eu"; é o Divino em você; e somente quando você se identificar com ele, poderá dizer-se de você que está vestido com as vestes da imortalidade.
 
Ali é o lugar da paz, o templo da sabedoria, a morada da imortalidade. Fora deste lugar de descanso interno, fora deste Monte da Visão, não há verdadeira paz, nem conhecimento do Divino; se ali você pode permanecer por um minuto, uma hora, um dia, é possível que você permaneça ali para sempre.
 
Todos os seus pecados, sofrimentos, aflições e temores são sua propriedade, e você pode fazer com eles o que preferir: carregá-los sempre com você ou renunciar a todos eles.
 
Depende de sua própria decisão se deve continuar a sua inquietação ou se entrará na morada da Paz. Nenhum outro pode tirar-lhe os seus pecados; você mesmo deve fazê-lo. O maior dos Instrutores e Mestres não pode fazer por você mais do que seguir o caminho da Verdade por si mesmo e mostrá-lo a você; mas você mesmo deve trilhá-lo.
 
Você pode obter a liberdade e a paz unicamente por seus próprios esforços, libertando-se de tudo o que prende e escraviza a alma e destrói a paz.
 
Os anjos da divina paz e alegria estão sempre ao seu lado, e se você não os vê, não os ouve, nem sente a presença dele, é porque você mesmo se excluiu dela e preferiu a companhia dos elementos do mal no seu interior. Você é o que quer ser, o que deseja ou prefere ser. Você pode começar a purificar-se e chegar à paz; ou pode recusar-se a essa purificação e continuar sofrendo.
 
Coloque-se, pois, fora do turbilhão da vida; afaste-se do calor ardente do "eu" e entre no lugar de descanso, no seu interior, onde os ares frescos da paz o acalmarão e lhe darão novo vigor.
 
Saia das tempestades do pecado e da angústia. Porque se afligir e se expor a tempestade, quando o céu da paz está tão perto?
 
Pare de servir ao "eu", renuncie ao "eu", e eis que a Paz de Deus será sua!
 
Sujeite o animal que está em você; vença todos os movimentos egoístas, toda voz discorde; transmute os metais inferiores de sua natureza egoísta e baixa em ouro puro de Amor, e você realizará a Vida de Perfeita Paz.
 
E sujeitando a animalidade, vencendo o egoísmo, transformando os elementos inferiores em superiores, você atravessará, já durante a sua vida em carne, as águas turvass da mortalidade, e chegará à outra Margem, que nunca é flagelada pelas tempestades das aflições e nunca é visitada por obscuras incertezas ou dúvidas.
 
E quando estiver naquela Margem, santo, cheio de compaixão, despertado, senhor de si próprio e gozando de alegria infinita, você reconhecerá que
 
O Espírito nem nasce, nem cessa de ser,
Mas permanece eternamente imutável;
As formas corporais todas hão de morrer,
Só o Espírito é o Ser real, estável.
 
Então ficará claro para você o que significam o Pecado, a Aflição e o Sofrimento, e que todos desaparecem quando se chega à Sabedoria.
 
Você conhecerá a causa e o fim da existência. E, com este conhecimento, entrará no descanso; pois este é a bem-aventurança da imortalidade, a alegria imutável, o saber perfeito, a suprema Sabedoria e o Amor imorredouro.
 
Este estado, e só ele, é a realização da Perfeita Paz. 
 
Ó tu, que desejas ensinar aos homens 
E mostrar-lhes a Verdade quererias!
Cruzaste já o deserto das dúvidas?
Não és escravo de algumas teorias?
É pura tua alma e cheia de bondade,
Tendo expulsado toda a falsidade?
 
Tu, que queres ensinar o Amor aos homens!
Conheces as lágrimas do sofrimento?
Passaste já pelo cruel desespero?
Sentes compaixão, no coração atento,
Vendo sofrer os pobres entes humanos,
Pelo peso dos erros e atos insanos?
 
Tu, que queres ensinar o Amor aos homens!
Cruzaste já esse oceano da luta?
Já chegaste à Margem do Silêncio,
Inacessível a toda força bruta?
Teu coração já venceu a luta e a dor,
Vivendo só na Verdade, Paz e Amor?
 
FIM.
 
Halelu Iehouah 
Louvado és Iehouah.
 
DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN - יהוה YEHOWAH TSEVA'OT - יהוה IEHOUAH DOS EXÉRCITOS - O Caminho da Prosperidade e da Paz - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger.
Título mais apropriado:
DA POBREZA PARA O PODER - 
A REALIZAÇÃO DA PROSPERIDADE E PAZ
 

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Poder Espiritual - DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN - CONCENTRAÇÃO

 
 
 
 
 
        Aquisição do poder espiritual 
 
O mundo está cheio de homens e mulheres que procuram o prazer, a excitação, as novidades; pessoas que procuram emoções que as façam rir ou chorar; gente que não se esforça por achar força, estabilidade e poder, porém que namora a fraqueza e a todos os momentos desperdiça as forças que tem.
 
Raros são os homens e as mulheres que possuem verdadeiro poder e influência, e isto porque poucos são aqueles que estão prontos a fazer o sacrifício necessário para a aquisição do poder, e ainda mais raros são os que estão dispostos a formar pacientemente o seu caráter.
 
Ser levado para cá e para lá, por seus flutuantes pensamentos e impulsos, é ser fraco e impotente.; dominar e dirigir essas forças é ser forte e poderoso. Os homens de fortes paixões animais têm muito de ferocidade das bestas, mas isto não é poder. Existem neles os elementos do poder; mas o verdadeiro poder começa a aparecer só quando essa ferocidade está subjugada e amassada; os homens podem subir em poder somentvida, ndo se despertem a estados cada vez mais altos de inteligência e consciência.
 
A diferença entre um homem de fraqueza e um de poder não está na força da vontade pessoal (porque o obstinado é, geralmente, fraco e tolo), mas naquele foco de consciência que representa os seus estados de saber.
 
Os que buscam prazeres, os amantes da excitação, os caçadores de novidades e as vítimas do impulso e da emoção histérica carecem desse conhecimento dos princípios que dão equilíbrio, estabilidade e influência.
 
O homem começa a desenvolver em si o poder quando, reprimindo seus impulsos e inclinações egoístas, procura no seu interior a consciência superior e mais calma, firmando num princípio.
 
O reconhecimento consciente dos princípios imutáveis é, ao mesmo tempo, a fonte e o segredo do mais alto poder.
 
Quando, depois da longa busca e depois de muito sofrimento e sacrifício, a luz de um eterno princípio ilumina a alma, uma calma divina e uma grande alegria entram no coração.
 
Quem reconhece esses princípios e vive de conformidade com o seu conhecimento não erra mais, e possui equilíbrio e dominio de si mesmo. Cessa de ser "escravo da paixão" e ven a ser um mestre-construtor no Templo do Destino.
 
O homem governado por seu "eu", e não por um princípio, altera-se quando prejudicam o seu bem-estar e seus interesses pessoais. Decidido a defender e guardar seus interesses, considera como lícitos todos os meios que possam servir-lhe para esse fim. Pensa, continuamente, como deve proteger-se contra seus inimigos e permanece tão concentrado na ideia de si mesmo, que não percebe que ele mesmo é seu inimigo. A obra deste homem não tem duração, porque está divorciado da Verdade e do poder. Todo esforço que se baseia no "eu" perece; só permanece aquela obra que é construida sobre um princípio indestrutível.
 
O homem que se baseia num princípio é sempre, em todas as circunstâncias, o mwsmo homem calmo, humilde abnegado. Quando vem a hora da provação ele tem de decidir entre suas comodidades pessoais e a Verdade, sacrifica suas comodidades e permanece firme. Nem tortura, nem morte iminente o alteram, e tampouco o asssustam.
 
O homem do "eu" considera a perda de suas posses, de suas comodidades ou de sua vida como a maior calamidade  que pode visitá-lo. O homem de princípio, ao contrário, não dá importância a esses incidentes e não procura evitá-los, se isso depende da perda de caráter, o que equivale à perda sa Verdade. Para ele, a única calamidade real que pode acontecer é desertar da Verdade.
 
É fácil para qualquer pessoa, enquanto viver usufruindo suas posse, convencer-se que crê e adere aos princípios de Paz, Fraternidade e Amor Universal; quando, porém, lhe são tirados seus prazeres ou ela pensa que lhe são tirados, começa a gritar por guerra, mostrando  que não é aderente da Paz, da Fraternidade e do Amor, porém que é partidária da guerra, do egoísmo e do ódio.
 
Quem não abondona seus princípios quando sofre a perda de qualquer coisa terrena, nem quando deve perder a reputação e a vida, este é o homem forte, o homem de pode; é o homem cujas palavras e obras perduram todas; é o homem a que o mundo que vem depois rende honra, veneração e adoração. Não querendo ser desertor do princípio de Amor Divino, em que se baseava e em que punha toda a sua confiança, Jesus sofre a mais extrema agonia e provação; e o hoje o mundo se prostra em profunda adoração  a seus pés perfurados.
Não há outro caminho para a aquisição do poder espiritual exceto aquela iluminação interna, que é o pleno conhecimento e a realização dos princípios espirituais, e estes princípios podem ser realizados só por meio de contínua prática e aplicação.
 
 Escolha o princípio do Amor divino e medite sobre ele, quieta e diligentemente, com o fim de chegar a compreendê-lo plenamente. Deixe a luz desse princípio cair sobre todos os seus hábitos, ações, palavras e relações com outros, sobre todos os seus pensamentos e desejos secretos. À medida que continuar, com perseverança, neste caminho, o divino Amor se revelará a você mais e mais, e as suas imperfeições lhe serão bem patentes, formando um contraste cada vez mais forte com os seus ideais e incitando-o a renovar os esforços. Uma vez tendo obtido uma visão, ainda que momentânea, da incomparável majestade desse princípio imperecível, você nunca mais quererá prolongar sua fraqueza, seu egoísmo e sua imperfeição, mas seguirá esse Amor até que, depondo os últimos elementos discordantes, entrará em perfeita harmonia com Ele. E este estado de harmonia interior é o poder espiritual.
 
Escolha também outros princípios espirituais, como a Pureza e a Compaixão, e aplique-se do mesmo modo, e a Verdade que se impõe aos que a amam fará com que você não pare, mas continue a aperfeiçoar-se, até que a veste mais inferior da sua alma seja purificada de toda mancha, e o seu coração se torne incapaz de qualquer impulso de dureza, condenação ou impiedade.
 
Só à medida que compreender, realizar e confiar nestes princípios é que você vai adquirir poder espiritual, e este poder será manifesto em você e por você na forma de tranquilidade, paciência e equanimidade cada vez maiores.
 
A tranquilidade e a isenção de paixões conduzem ao domínio de si próprio; a sublime paciência é a verdadeira prova de sabedoria divina; a equanimidade que faz conservar a alma no meio de todos os deveres e distrações da vida caracteriza o homem forte, o homem de poder.
 
"É fácil viver no mundo segundo a opinião do mundo; é fácil, na solidão, viver segundo sua própria opinião; grande homem, porém, é aquele que, no meio da multidão, conserva perfeitamente a independência da solidão."
 
Alguns místicos dizem que a perfeita tranquilidade e a ausência total das paixões são a fonte daquele poder que produz os chamados milagres; e, com efeito, quem obteve domínio perfeito  de todas as suas forças interiores, que o conserva firme e inabalável em todas as circunstâncias, há de ser capaz de dirigir e tomar posse dessas forças com uma mão de mestre.
 
Crescer no domínio de si próprio, na paciência e na equanimidade é crescer na força e no poder; e este crescimento lhe será possível somente quando você focalizar a sua consciência sobre um princípio. Como a criança que faz muitas e vigorosas experiências para caminhar sem apoio, embora depois de numerosas quedas, assim também você haverá de entrar no caminho do poder, fazendo, em primeiro lugar, esforços para ser independente, andar sem se apoiar em outras pessoas e ser livre espiritualmente. Quebre o jugo da tirania do costume, da tradição, dos convencionalismos e das opiniões alheias, se você qyer andar sozinho, ereto e firme, no meio dos homens. Confie en seu próprio juízo; seja fiel à sua consciência; siga a Luz que está no seu interior, pois todas as outras luzes são apenas vaga-lumes. Alguns lhe dirão que você é o tolo; que o seu juízo é errôneo; que a sua consciência é tortuosa  e que aquela Luz interior é escuridão; mas não se importe com o que dizem. Se é verdade o que eles dizem, você descobrirá melhor e poderá descobri-lo somente fazendo experiências com as suas forças. Siga, portanto, intrépido, o seu caminho. A sua consciência ao menos é sua, e segui-la é ser homem; ao passo que seguir a consciência de outeas pessoas é  ser escravo. Você vai cair várias vezes, vai se machucar, vai apanhar por algum tempo; mas continue com fé, convencido de que a vitória certa o aguarda. Procure uma rocha, um.princípio, e quando encontrá-lo , segure-se nele; coloque-o sobre seus pés e ponha-se sobre ele, firme, ereto e imóvel, podendo, assim, desafiar a fúria das ondas e as tempestades do amor-próprio.
 
O amor-próprio, o egoísmo em toda e qualquer de suas formas, é dissipação, fraqueza, morte; o amor aos outros, o altruísmo em seu aspecto espiritual, é conservação, força, vida.
 
À medida que crescer na vida espiritual e se apoiar em princípios firmes, você se tornará tão belo e tão imutável como estes princípios, sentirá o suave gosto da sua essência imortal e realizará a eterna e indiscutível natureza de Deus que está em seu interior.
 
As setas inimigas o homem reto
Não teme, porque não o atingirão;
E, com passo firme caminha ereto
No meio do ódio e da maldição.
 
Serena, ele conserva sua mente
No fiel cumprimento do dever;
O sofrimento encara paciente,
E em silêncio desenvolve o poder.
 
Não o assustam os tristes raios de ira
Nem da malícia os trovões infernais;
Nas esferas, cujo ar ele respira,
Espaço e tempo não existem mais.
 
Que temeria sendo protegido
Com a forte mão do divino Amor,
Pela Verdade santa defendido, 
E da Eternidade conhecedor?
 
Esse homem imortal e poderoso
É filho da Verdade e do Esplendor, 
E, vivendo no mundo tenebroso,
Brilha, vestido em glorioso albor.
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

MEDITAÇÃO - DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN - יהוה YEHOWAH TSEVA'OT - יהוה IEHOUAH DOS EXÉRCITOS - O Caminho da Prosperidade e da Paz - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger. Título mais apropriado: DA POBREZA PARA O PODER - A REALIZAÇÃO DA PROSPERIDADE E PAZ

 
 
 
 
MEDITAÇÃO 
 
DA POBREZA AO PODER - JAMES ALLEN - יהוה YEHOWAH TSEVA'OT - יהוה IEHOUAH DOS EXÉRCITOS - O Caminho da Prosperidade e da Paz - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger Arevalo La Rosa Eliel.
 
Título mais apropriado:
DA POBREZA PARA O PODER - 
A REALIZAÇÃO DA PROSPERIDADE E PAZ
 
O poder da meditação 
 
A Meditação Espiritual é o caminho que conduz à Divindade; é a escada mística que da Terra se estende ao céu e pela qual do erro se chega à Verdade, da dor à Paz. Todos os santos a subiram; todo pecador há de chegar a ela, mais cedo ou mais tarde, e cada peregrino cansado que volta as costas a si próprio e ao mundo, dirigindo a sua face à Casa do Pai, há de pôr seus pés sobre os degraus de ouro dessa escada. Sem o auxílio dela, você não pode crescer ao estado divino, à semelhança e à paz divinas, e as glórias sempre esplêndidas e as impolutas alegrias da verdade lhe ficarão ocultas. 
 
Meditação é a permanência intensa da mente sobre uma ideia ou um tema, com o fim de compreendê-lo perfeitamente, e o objeto sobre o que constantemente você medita, você não só o compreenderá, mas cada vez mais se assemelhará a ele, porque ele se incorporará no seu ser e, em realidade, vem a ser sua seidade, você mesmo. Por isso, se você se ocupa constantemente com o que é egoístico  e vil, você será, por fim, egoísta e vil; se, porém, pensa incessantemente no que é puro e altruísta, com certeza puro e altruísta você será.
 
Diga-me em que você pensa o mais frequente e mais intensamente, para o que sua alma se dirige por si mesma nas suas horas silenciosas, eu lhe direi se você caminha para um lugar de dor ou de paz, e se você cresce semelhante ao que é divino ou bestial.
 
Há uma tendência inevitável de nos tornarmos a encarnação ou incorporação daquela qualidade sobre a qual pensamos com a maior constância. Escolha, pois, para o objeto de sua meditação aquilo que é elevado, e não o que é baixo, para que a tal objeto você se eleve a todo instante e se indentifique com ele; procure ser puro e livre de toda mistura de qualquer elemento egoístico; dessa maneira o seu coração será purificado e se aproximará da Verdade, não correndo o perigo de se corromper e ser arrastado ao erro.
 
A meditação, no sentido espiritual a que me refiro, é o segredo de todo crescimento na vida espiritual e no verdadeiro saber. Todos os profetas, sábios e salvadores vieram a sê-lo pelo poder da meditação. Buda meditou sobre a Verdade, até que pôde dizer: "Eu sou a Verdade"; Jesus meditou sobre a imanência divina, até que, enfim, pôde declarar: "Eu e meu Pai somos Um".
 
A meditação concentrada nas realidades divinas é a verdadeira essência e alma da prece. Nela, a alma se estende silenciosamente ao Eterno. Uma mera prece de súplica, sem meditação, é um corpo sem alma e impotente para elevar a mente e o coração acima do pecado e da aflição. Se você ora diariamente por sabedoria, paz, maior pureza e melhor conhecimento da Verdade, e aquilo  pelo que ora ainda está longe de você, isto significa que você está pedindo uma coisa, enquanto seus pensamentos e ações estão vivendo em outra. Se quiser sair dessas más condições, retirando sua mente dessas,  coisas, cuja atração egoísta o impede de obter as valiosas realidades que vocês pede:  se não rogar mais a Deus que lhe conceda o que não merece ou que lhe mostre o amor e a compaixão que você nega aos outros, mas começar a pensar e agir no espírito da Verdade, cada dia mais você se aproximará daquelas realidades, até que, enfim, com elas se identificará.
 
Quem quer garantir-se uma vantagem mudana, precisa estar disposto a trabalhar por ela vigorosamente.; e será, com efeito, tolo quem a espera de braços cruzados, pensando que a vantagem desejada lhe virá somente ao seu mero pedido. Não imagine, portanto, em vão, que você pode obter posses celestes sem fazer por elas alguns esforços. Só quando começar a trabalhar seriamente no Reino da Verdade é que você será admitido a participar do Pão da Vida, e quando tiver merecido, com seu esforço paciente e sereno, o prêmio espiritual que deseja obter, lhe será dado, e ninguém poderá tirá-lo de você.
 
Se você realmente busca a Verdade e não só o seu próprio agrado; se a ama mais so que todos os prazeres e aquisições mundanas, mais até do que a felicidade mesma, você estará disposto a fazer os esforços necessários para obtê-la.
 
Se você deseja ver-se livre do pecado e da aflição; se deseja gozar aquela pureza sem mancha, pela qual você anseia e ora; se quer entrar na posse da paz profunda e duradoura, venha agora e entre na senda da meditação, e o mais elevado objeto para a sua meditação deve ser a Verdade.
 
A meditação nunca deve ser confundida com uma vá quimera ou vagueação. A verdadeira meditação não tem nada de comum com o sonho, nem com o cismar, e não é ato impraticável. Ela é  um processo do pensamento que procura seriamente e não deixa persistir, na mente, senão a verdade nua e pura. Meditando assim, você se fortalecerá em seus preceitos, mas, esquecendo-se a si mesmo, você só se lembrará de que procura a verdade. E assim você removerá, um por um, os erros que você construiu à sua volta no passado, pacientemente aguardará a revelação da Verdade, que virá quando seus erros estiverem suficientemente removidos na silenciosa humildade do seu coração, e saberá, então, que:
 
Em todos nós há um íntimo centro 
Onde a Verdade reside; ao redor
Há grossos muros carnais que a ocultam; 
O véu material obscurecendo
Essa perfeita, clara percepção 
 
Que é a Verdade, gera os errros todos;
Quem quer conhecer a realidade,
Deve abrir a porta ao esplendor interno,
E não supor que a luz lhe possa vir 
Do mundo externo.
 
Escolha algum período do dia para suas meditações, e  consagre este tempo para o seu fim. A melhor hora é a madrugada ou de manhã bem cedo, quando o espírito de repouso está em todas as coisas. Neste momento, todas as condições naturais lhe serão favoráveis; as paixões, tendo sido adormecidas durante a noite, não o perturbarão; os excitamentos e aflições do dia anterior estão apagados, e a mente, estando vigorosa e descansada, será receptiva à instrução espiritual. Naturalmente, um dos primeiros esforços que você terá de fazer é sacudir toda letargia e indulgência, e, se não quiser fazê-lo, não poderá se adiantar, porque as indulgências do espírito se impõe com um tom imperativo.
 
Para estar acordado espiritualmente é necessário estar acordado também mental e fisicamente. O vadio e o preguiçoso não chegam a conhecer a Verdade.
 
Quem, sendo forte e sadio, desperdiça as calmas e preciosas horas do silêncio matutino em sonolenta preguiça, é totalmente incapaz de subir às alturas celestes. 
 
O homem, cuja consciência desperta e se abre às suas sublimes possibilidades e que começa a sacudir o sono da escura ignorância que abraçou o mundo, levanta-se ainda antes que as estrelas se retirem da sua vigília, e, lutando com a escuridão de sua alma, esforça-se, por santa aspiração, para penetrar a luz da Verdade, enquanto o mundo, ainda não despertado, continua sonhando.
 
Não foi num voo rápido que os grandes 
Homens a grande altura se elevaram;
Mas foi porque, enquanto os outros dormiam, 
Eles vigiaram e se adiantaram.
 
Não houve sábio nem santo, não houve instrutor da Verdade que não se levantasse de manhã cedo. Jesus costumava lecantar-se bem cedo, e subia às montanhas solitárias, para fazer a sua santa comunhão. Buda levantava-se uma hora antes do nascer do Sol e entregava-se à meditação, e todos os seus discípulo faziam o mesmo. 
 
Se você precisa começar os seus trabalhos diários muito cedo e, por isso, está impossibilitado de dedicar as horas matutinas a uma meditação sistemática, faça-o à noite; e se também isso lhe for impossível, devido ao cansaço que o trabalho, excessivo, prolongado e pesado produz em você, não se desespere, porque você pode elevar os seus pensamentos em santa meditação nos intervalos do seu trabalho ou naqueles poucos minutos de descanso que atualmente você desperdiça; e se o seu trabalho é daqueles que, com a prática, se tornam automáticos, você pode meditar  enquanto trabalha.
 
Jacob Boheme, o eminente santo e filósofo cristão, chegou ao seu vasto conhecimento das coisas divinas durante as longas horas em que trabalhava como sapateiro. 
 
Cada pessoa encontra, em sua vida, o tempo para pensar, e o homem mais atarefado, o mais ocupado, o mais trabalhador não é excluído da aspiração e meditação.
 
A meditação espiritual e a autodisciplina são inseparáveis; você deve, pois, começar a meditar sobre você mesmo, quando quiser conhecer-se; e não se esqueça disto: que o grande alvo que você tem em vista é a libertação de todos os seus erros, condição indispensável para conhecer a Verdade. Você deve começar a cogitar sobre seus motivos, pensamentos e atos, comparando-os com o seu ideal e esforçando-se para olhá-los calma e imparcialmente.
 
Dessa maneira você ganhará cada vez mais equilíbrio mental e espiritual, sem o qual os homens não são mais que palha abondonada ao oceano da vida. Se você tem inclinação a se irritar e a odiar, deverá meditar sobre a brandura e a bondade, para assim sentir, vivamente, como é áspera e insensata a sua conduta.
 
Aplicando este conhecimento a todo seu pensamento, palavra e ato, você se tornará cada vez mais brando, mais agradável e mais divino. E assim se dá com todo erro, todo desejo egoísta, toda fraqueza humana; são vencidos pelo poder da meditação, e todas as vezes que foi extirpado um pecado ou um erro, uma medida mais cheia e mais clara da Luz da Verdade ilumina a alma peregrina.
 
Assim meditando, você fortalecerá incessantemente para combater o seu único inimigo real, o seu "eu" egoísta, e cada vez mais firme será a sua união com o seu "Eu" divino e imperecível, que é inseparável da Verdade. O resultado direto das suas meditações será uma calma força espiritual, que o refrigerará e o animará na luta pela vida, servindo-lhe, ao mesmo tempo, de asilo e recreio. Grande é o poder vencedor de um pensamento santo, e a força e o saber ganhos na hora da silenciosa meditação enriquecem a alma com uma lembrança salvadora na hora da luta, aflição ou tentação. 
 
À medida que, pela força da meditação, aumentar o seu saber, você abandonará, cada vez mais, os seus desejos egoístas, que são inconstantes, impermanentes e produzem dor e aflições; e cada vez mais você firmará os seus pés, com fé inabalável, sobre princípios imutáveis, e gozará a paz celeste.
 
O uso da meditação é a aquisição de um conhecimento dos princípios eternos e o poder que resulta da meditação e a capacidade de basear-se e confiar nestes princípios, e assim se tornar uno com o Eterno. O fim da meditação é, pois, o conhecimento direto da Verdade, de Deus, e a realização da paz divina e profunda.
 
As suas meditações devem ter o princípio nas bases éticas que agora você possui. Lembre-se de que o seu conhecimento da Verdade há de crescer com firme perseverança.
 
Se você é cristão ou ortodoxo, medite incessantemente sobre a imaculada pureza e divina excelência do caráter de Jesus e aplique todos os seus preceitos à sua vida interior e à  sua conduta externa, para se aproximar, cada vez mais, da sua perfeição.
 
Não seja como aqueles religiosos que, recusando-se a meditar sobre a Lei da Verdade e pôr en prática os preceitos que lhes foram dados pelo Mestre, se contentam com um culto formal, com a conservação dos seus credos particulares e continuam a passar pelo círculo incessante do pecado e do sofrimento. Esforce-se por elevar-se, pela força da meditação, acima de todo o apego a deuses parciais ou credos partidários, acima das mortas formalidades e da ignorância.
 
 Caminhando assim pelas altas sendas sabedoria, com a mente fixa na Verdade imaculada, você não parará até alcançar o perfeito conhecimento da Verdade.
 
Quem medita seriamente percebe a Verdade, primeiro como se estivesse longe dela, e, depois, a realiza pela prática diária.
 
Somente aquele que pratica a palavra da Verdade chega a conhecer a sua doutrina, porque, ainda que a verdade seja percebida por um pensamento puro, é somente pela prática que se torna demonstrável.
 
O divino Gautama Buda disse: "Quem se entrega à vaidade e não se entrega à meditação, esquecendo o verdadeiro objetivo da vida e procurando somente prazeres, um dia invejará aquele que se exercitou em meditação".
 
Buda ensinou a seus discípulos as seguintes grandes Meditações:
 
"A primeira é a meditação do amor, em que você deve emitir, do seu coração, os pensamentos e votos pela felicidade e bem-estar de todos os seres, incluindo os seus inimigos.
 
"A segunda é a meditação da compaixão, em que você pensa em todos os seres que sofrem, representando-se, em sua imaginação, as suas aflições e angústias, de tal maneira que sua alma sinta por eles uma profunda compaixão.
 
"A terceira é a meditação da alegria, em que você pensa na prosperidade dos outros e se regozija com os seus regozijos.
 
"A quarta é a meditação sobre a impureza, em que você considera as más consequências da corrupção, do pecado e das doenças. Como, às vezes, é trivial o prazer do momento e como são fatais as suas consequências!
 
"A quinta é a meditação sobre a serenidade, em que você se eleva acima do amor e ódio, da tirania e da opressão, da abundância e falta, e olha o seu próprio destino com calma imparcial e perfeita tranquilidade."
 
Praticando estas meditações, os discípulos de Buda chegaram ao conhecimento da Verdade. Não importa, porém, se você pratica ou não estas meditações particulares, uma vez que seu objetivo seja a Verdade e você tenha fome e sede daquela retidão que consiste num coração puro e numa vida santa. Faça, pois, com que, em suas meditações, o seu coração se encha e se expanda com amor cada vez mais extenso, até que, livre de todo ódio, paixão e condenação, você abrace o universo inteiro com a sua branda simpatia. Como a flor abre as suas pétalas para receber o sol da manhã, abra a sua alma, mais e mais, à gloriosa Luz da Verdade. Eleve-se nas asas da aspiração; seja impávido e creia nas mais sublimes possibilidades. Creia que é possível uma vida de absoluta brandura; que é possível uma vida de imaculada pureza; que é possível uma vida de perfeita santidade; que é possível o conhecimento da mais alta verdade. Quem assim crê, sobe rapidamente aos montes celestes, ao passo que os descrentes continuam a andar às apalpadelas nas trevas e sofrimentos dos vales nebulosos.
 
Se você acreditar nisso, assim aspirar e assim meditar, você obterá experiências espirituais divinamente suaves e lindas, e gloriosas revelações encantarão a sua vista interna. À medida que realizar o divino Amor, a divina Justiça, a divina Pureza, a Perfeita Lei do Bem, a Lei de Deus, grande será a sua felicidade e profunda a sua paz. Coisas velhas desaparecerão e tudo será renovado. O véu do universo material, tão denso e impenetrável à vista do erro, tão fino e vaporoso aos olhos da Verdade, será levantado e o universo espiritual será revelado. O tempo cessará e você viverá só na Eternidade. A mudança e a mortalidade não lhe causarão mais medo e cuidados, porque você residirá no Imutável  e viverá no coração da Imortalidade.
 
DEDICADO ESPECIALMENTE A ESTE AMIGO RECÉM CONHECIDO, JUDEU MESSIÂNICO E SIONISTA POR IEHOUAH  TSEVA'OT ELOHEINU:
 
 
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