CICLO NUN נ UNIVERSO HEH ה MULTIVERSO IEHOUAH יהוה DIA A’ALEF א EM 11/12/2017 DIA TAOU/TAV ת EM 01/01/2018

07/12/2017 23:50

CICLO NUN נ UNIVERSO HEH ה MULTIVERSO IEHOUAH יהוה DIA A’ALEF א EM 11/12/2017 DIA TAOU/TAV ת EM 01/01/2018

 

CICLO NUN נ UNIVERSO HEH ה MULTIVERSO IEHOUAH יהוה 
 
 DIA A’ALEF א EM 11/12/2017 
DIA TAOU/TAV ת EM 01/01/2018
 
א A'alef
11/12/17
 
ב Beith
12/12/17
 
ג Guimel
13/12/17
 
ד Daleth
14/12/17
 
ה Heh
15/12/17
 
 ו  Vaou
16/12/17
 
 ז  Zain
17/12/17
 
ח Chet
18/12/17
 
ט Tet
19/12/17
 
 י  Ioud
20/12/17
 
כ Kaf
21/12/17
 
ל Lamed
22/12/17
 
מ Mem
23/12/17
 
נ Nun
24/12/17
 
ס Samech
25/12/17
 
ע A"ain
26/12/17
 
פ Pe Fe
27/12/17
 
צ Tsadi
28/12/17
 
ק Quof
29/12/17
 
ר Resh
30/12/17
 
ש Shim Sim
31/12/17
 
 

ת  Taou
01/12/18

 
 

 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

IEHOUAH ABENÇOE A TODOS OS ENVOLVIDOS. PARABÉNS PRESIDENTE DONALD TRUMP POR CUMPRIR SUA PROMESSA DE CAMPANHA, APESAR DE UM ANO DE CONTENÇÃO. PARABÉNS NORTE-AMERICANOS, REPUBLICANOS, ISRAELENSES - ISRAELITAS, CONSERVADORES, OUTROS MAIS, SIONISTAS E AMIGOS, PARABÉNS. PARABÉNS POVO, NAÇÃO, COMUNIDADE E FAMÍLIA DE ISRAEL EM ISRAEL E POR TODO O MUNDO. ACIMA DE TUDO LOUVORES A YEHOWAH TSEVA'OT, IEHOUAH DOS EXÉRCITOS, NOSSO ELOHIM E DE TODO UNIVERSO. AQUI ESTAMOS E NELE EXISTIMOS.

 

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel e ordena transferência de embaixada americana
 
Decisão é considerada polêmica, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado. Israel considera Jerusalém sua capital eterna e indivisível.
 
Por G1
 
06/12/2017 16h09 Atualizado há 30 minutos
 
 
 
O presidente dos EUA, Donald Trump, exibe proclamação que reconhece Jerusalém como capital de Israel nesta quarta-feira (6) na Casa Branca (Foto: Kevin Lamarque/ Reuters)
 
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (6) que reconhece Jerusalém como capital deIsrael e que pediu ao Departamento de Estado que inicie o processo de transferir para lá a embaixada americana atualmente instalada em Tel Aviv.
 
O anúncio foi feito um dia após diversos apelos da comunidade internacional para que a decisão não fosse tomada. O reconhecimento da cidade como capital é considerado polêmico, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado, e a comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense sobre a cidade como um todo. Entenda.
 
"Meu anúncio marca o começo de uma nova abordagem no conflito entre Israel e palestinos", anunciou Trump no início de seu discurso feito na Casa Branca.
 
"Hoje finalmente reconhecemos o óbvio: que Jerusalém é a capital de Israel", disse Trump. "Isso é nada mais nada menos do que o reconhecimento da realidade. Também é a coisa certa a fazer. É algo que tem que ser feito".
 
 
 
Trump diz que é hora de reconhecer Jerusalém como capital de Israel
 
"Com o anúncio reafirmo o comprometimento da minha administração com um futuro de paz", disse o presidente.
 
Trump afirmou que os EUA estão "profundamente comprometidos" em facilitar um "acordo de paz aceitável" tanto para israelenses como para palestinos e em apoiar uma solução de dois Estados no Oriente Médio, caso os dois lados queiram isso.
 
Para o presidente americano, Jerusalém deve continuar sendo o lugar sagrado e local de culto de judeus, muçulmanos e cristãos. Trump também disse que o dia pede "calma, vozes de moderação", para que a ordem prevaleça sobre o ódio.
 
Ele disse que o vice-presidente Mike Pence irá ao Oriente Médio nos próximos dias.
 
 
EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel (Foto: Arte/G1)
 
Com o anúncio, Trump cumpre uma promessa feita ainda durante a campanha eleitoral de 2016, como uma forma de satisfazer a base pró-Israel de direita que o ajudou a conquistar a presidência.
 
Sua decisão faz com que seja cumprida a lei que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital que foi adotada pelo Congresso americano em 1995. A aplicação da lei vinha sendo adiada nas últimas duas décadas, sob justificativa de "interesses de segurança nacional". Em junho, o próprio Trump adiou a aplicação da lei por mais seis meses.
 
"Depois de mais de duas décadas de adiamento, não estamos mais perto de um acordo de paz duradouro entre Israel e palestinos", disse Trump.
 
"Seria loucura assumir que repetir a mesma fórmula produziria um resultado diferente ou melhor".
 
 
 
Palestinos assistem ao discurso de Trump em café em Jerusalém (Foto: Ahmad Gharabli / AFP)
Reações
 
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu reagiu dizendo que o anúncio é uma "decisão valente e justa" e um "marco histórico". O premiê afirmou que qualquer acordo de paz com os palestinos deve incluir Jerusalém como a capital de Israel e pediu que outros países sigam os EUA na decisão de transferir suas embaixadas a Jerusalém.
 
 
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, disse que Trump "violou todas as resoluções e acordos internacionais" e que os EUA perderam seu papel de mediador na construção da paz. Também afirmou que Jerusalém é "a eterna capital do Estado da Palestina".
 
Países como França, Turquia, Egito, Jordânia e Irã rejeitaram a decisão de Trump.
 
O secretátio-geral da ONU, Antonio Guterres, disse que vai apoiar que israelenses e palestinos retomem as negociações. "Não há alternativa à solução de dois Estados, não há plano B", disse.
 
'Consequências perigosas'
 
Trump passou o dia de terça-feira (4) telefonando para vários lideres árabes para dizer que tinha a intenção de transferir a embaixada americana em Israel a Jerusalém.
 
 
Homem lê jornal em café com embaixada americana em Tel Aviv à sua frente (Foto: Reuters/Baz Ratner)
 
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, o Rei Abdullah da Jordânia e o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi argumentaram com o mandatário americano que a decisão unilateral pode desencadear ainda mais turbulência na região.
 
Trump notificou Abbas sobre "suas intenções de mover a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém", afirmou o porta-voz do presidente palestino, Nabil Abu Rdainah.
 
Abbas, em resposta, "alertou para as consequências perigosas que tal decisão teria no processo de paz e também para a paz, segurança e estabilidade na região e no mundo", e também apelou para que o Papa Francisco, os líderes da Rússia, da França e da Jordânia intervenham na questão.
 
 
Em foto de arquivo, Donald Trump cumprimenta presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas em encontro em maio (Foto: Reuters/Jonathan Ernst)
 
Alerta
 
O alerta de Abbas, no entanto, não foi o único feito a Trump.
 
O presidente egípcio alertou Trump contra "medidas que prejudiquem as chances de paz no Oriente Médio". O comunicado da presidência afirma ainda que al-Sisi "afirmou a posição do Egito de preservar o status legal de Jerusalém dentro do âmbito de referências internacionais e resoluções relevantes da ONU".
 
O rei da Jordânia advertiu Trump que tal medida teria "graves consequências na estabilidade e segurança da região" e iria obstruir os esforços norte-americanos de retomar as negociações de paz entre palestinos e israelenses, segundo comunicado do ministério das Relações Exteriores jordaniano.
 
 
Bandeiras de Israel e Estados Unidos projetados no muro da Cidade Velha de Jerusalém pelas autoridades municipais (Foto: AFP/Ahmad Gharabli)
 
A decisão fomentará a violência e não contribuirá para o processo de paz, alertou a Jordânia, que é guardiã dos lugares santos muçulmanos de Jerusalém. A posição jordaniana também foi comunicada pelo ministro do país, Ayman Safadi, em uma conversa telefônica com seu homólogo americano Rex Tillerson.
 
Ainda na terça-feira, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, disse ao líder americano que o status de Jerusalém é "uma linha vermelha" para os muçulmanos. Erdogan ameaçou ainda romper as relações diplomáticas com Israel caso o governo americano transferisse sua representação diplomática.
 
"Senhor Trump, Jerusalém é uma linha vermelha para os muçulmanos. É uma violação da lei internacional tomar uma decisão apoiando Israel enquanto as feridas da sociedade palestina ainda estão sangrando", completou Erdogan.
 
Controvérsia
 
O status de Jerusalém é considerado um dos maiores obstáculos nas negociações de paz entre Israel e os palestinos.
 
A cidade foi anexada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, que considera a cidade como capital indivisível. Na época, a decisão contrariou recomendações do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral das Nações Unidas.
 
Já os palestinos consideram Jerusalém Oriental, atualmente controlada por Israel, como a capital de seu futuro estado. Jerusalém é considerada um local sagrado pelos judeus, muçulmanos e cristãos.

EUA RECONHECEM JERUSALÉM COMO CAPITAL


Anúncio de Trump


Entenda a polêmica


A repercussão


Jerusalém: sagrada e disputada

Israel – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Israel
 
Israel (em hebraico: יִשְׂרָאֵל, Yisra'el; em árabe: إِسْرَائِيلُ, Isrā'īl), oficialmente Estado de Israel (em hebraico · Loudspeaker.svg מדינת ישראל, transl. Medīnát Isra'él, pronunciado: [mediˈnat jisʁaˈʔel]; em árabe: دولة إسرائيل, Dawlát Isrā'īl, pronunciado: [dawlat ʔisraːˈʔiːl]), é uma democracia parlamentar localizada no ...

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel ... - G1 - Globo.com

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6 horas atrás - Decisão é considerada polêmica, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado. Israel considera Jerusalém sua capital eterna e indivisível.

Trump cumpre promessa: reconhece Jerusalém como capital de Israel

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55 min atrás - Nenhum país reconhece Jerusalém como capital de Israel. Trump disse que a mudança não encerra as negociações de paz na região. Pelo contrário: afirmou que está comprometido com a criação de um Estado palestino e disse que o futuro de Jerusalém deve ser decidido por palestinos e israelenses.

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel e ... - UOL Notícias

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6 horas atrás - Ignorando alertas de líderes internacionais, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (6) o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel e ordenou a transferência da embaixada americana para Jerusalém. A medida rompe com a convenção internacional e coloca em ...

Jerusalém capital de Israel. O gesto de Trump é simbólico ou um barril ...

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2 horas atrás - A justificação de Donald Trump chegou num muito aguardado discurso, feito esta quarta-feira a partir da Casa Branca. Para o Presidente dos EUA, a decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e de transferir para aquela cidade a sua embaixada, que até agora esteve em Tel Aviv, ...

Por que o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel pelos ...

www.bbc.com/portuguese/internacional-42235762
 
4 horas atrás - O pronunciamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconhecendo Jerusalém como capital de Israel tem sido recebido com alarme por líderes de diversos países do Oriente Médio, e também na Europa, que veem na medida potencial para colocar em risco o já frágil processo de paz ...

Israel - Notícias Gospel Prime

https://noticias.gospelprime.com.br/israel/
 
Turquia ameaça “reunir todo o mundo muçulmano” contra Israel. Trump comunicou à Autoridade Palestina que mudará a Embaixada para Jerusalém. EUA e Israel se preparam para cenário de guerra após anúncio sobre JerusalémIsrael ...

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel | VEJA.com

https://veja.abril.com.br/mundo/trump-reconhece-jerusalem-como-capital-de-israel/
 
4 horas atrás - Palestinos assistem ao discurso do presidente norte-americano Donald Trump em um café em Jerusalém. Trump reconheceu a cidade de Jerusalém como a capital de Israel - 06/12/2017 (Ahmad Gharabli/AFP). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu nesta quarta-feira Jerusalém ..

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A poucos dias da eleição presidencial norte-americana, os conselheiros de Donald Trump divulgaram as posições oficiais do candidato sobre Israel. Esta quarta-feira, 2 de Novembro de 2016, publicaram o plano do candidato Trump, caso seja eleito para a Casa Branca. (...) O plano de 16 pontos foi divulgado quarta-feira por David Friedman e Jason Greenblatt Dov e reflecte as promessas feitas pelo candidato Trump. Em alguns casos, o plano vai além de promessas e discute francamente uma estratégia para ajudar a defesa do Estado de Israel. "O plano recusa reconhecer a criação de um Estado palestino" Eles prometeram, se Donald Trump for eleito Presidente dos Estados Unidos, vetar qualquer votação das Nações Unidas que ataque injustamente Israel e cortar o financiamento às ONG de direitos humanos que trabalham para das Nações Unidas. Também prometeram pressionar o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para abrir uma investigação nos campi universitários americanos que intimidam os estudantes que apoiam Israel. Os conselheiros de Trump recomendaram-lhe a oposição à criação de um Estado palestino que proíba a presença de cristãos e judeus, ou que tenha uma política de discriminação contra as pessoas com base na religião. Também prometeram não pressionar Israel a retirar-se das suas fronteira "o que tornaria os ataques e conflitos mais frequentes". "Conselheiros evocam um vínculo inabalável entre os Estados Unidos e Israel" Além disso, mesmo antes de as negociações ocorrerem entre as duas partes, os assessores prometeram que os EUA reconhecerão Jerusalém como a capital eterna e indivisível do Estado judeu e que vão transferir a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém. No documento, os assessores de Donald Trump sugerem que o "vínculo inabalável entre os Estados Unidos e Israel é baseada em valores comuns, sobre a liberdade de expressão, o respeito pelas minorias, a importância da vida e a importância de dar a todos os cidadãos a oportunidade de perseguirem os seus sonhos".

 
 

 
Existem 49 Estados Islâmicos (quase todos absolutas tiranias), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos portugueses e amigos de Israel.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
domingo, 6 de novembro de 2016
 
 
Trump revela os seus planos para Israel
 
 
 
 
Exclusivo: Donald Trump revela o seu apoio de apoio a Israel em 16 pontos. Não haverá Estado palestino, a menos que renuncie à violência.
 
 
 
 
 
 

 
 
 

 


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