יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

JUDAÍSMO HEBRAÍSTA REPRESENTA O SOBERANO SENHOR יהוה IEHOUAH ELOHIM ATRAVÉS DA INTELIGÊNCIA; HONRA; UNIDADE; HARMONIA, EM UMA VISÃO HEBRAÍSTA; SIONISTA; INTEGRALISTA; MENTALISTA. YEHOWAH ELOHIM TSEVA'OT É IEHOUAH TODO-PODEROSO DOS EXÉRCITOS ETERNAMENTE.

 

DOMINGO, 10 DE ABRIL DE 2016

JUDAÍSMO HEBRAÍSTA COM LIGER, LA ROSA, CABRAL E AREVALO POR YEHOWAH IEHOUAH ELOHIM TSEVA'OT

 

IEHOUAH É O NOME E A PRONÚNCIA DO SOM ABSOLUTO, CÓDIGO SAGRADO DA EXISTÊNCIA. MINHA MISSÃO E PROPÓSITO, BEM COMO LEI E NATUREZA É VIVER A UNIDADE DO ABSOLUTO CREADOR IEHOUAH COMO ENSINADO PELO MESMO EM PURA CONSCIÊNCIA, NESTE TEMPO EM QUE AUTO-REALIZAÇÃO E BEM-ESTAR INCONDICIONAL JÁ FORAM CONCEDIDOS... APROXIMADAMENTE VOLTADO MAIS PARA O ESCRITOR DO QUE A ESCRITURA. AINDA ASSIM OS LIMITES OU EXPANSÃO DE ATUAÇÃO PERTENCEM AO DOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA HONRA UNIDADE HARMONIA IEHOUAH.

 
 
 

SÁBADO, JANEIRO 23, 2016

Judaísmo Hebraista A Serviço De Yehowah Elohim Tseva'ot ; Iehouah Elohim Dos Exércitos, Adonai, Hashem, O Todo-Poderoso Absoluto Creador Criador E Absoluta Inteligência Cósmica

O Judaísmo Hebraista 
 
Neste dia e momento, 23 de Janeiro de 2016 às 14:56, passa a ter esta página como sua neste iehoutah.blogspot.com.br .

 
 Yehowah יהוה Elohim Tseva'ot Sim Iehouah יהוה Todo-Poderoso Dos Exércitos é representado como Absoluto Creador Infinito, plenamente, pelo Movimento Judaísmo Hebraista aos encargos de Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger Arévalo La Rosa Eliel chamado de Cesar Augusto. Visão hebraica-hebraista, judaica-sionista, mentalista-cabalista. Iehouah יהוה.

 O Judaísmo Hebraista começa como ponto de meditação por Iehouah יהוה, se torna meta de ação, passa a divulgação e se consolida como posição. 
 

 
https://m.youtube.com/watch?v=JacNIYjxcN0
 
יהוה
Iehouah
Yehowah
 
Acima a declaração Shema Israel, assim como também abaixo. A segunda especialmente para o Shabat, concentrado para Yerushalaim em Israel no Leste em um nascer do Sol de Alagoinhas Bahia Brasil. Seguida também da Bênção Sacerdotal. 
 
 
https://m.youtube.com/watch?v=tUGLCchXHEA
 
O vídeo abaixo é uma prévia simples sobre a confiabilidade do hebraico bíblico.
 
 
https://m.youtube.com/watch?v=lLq9IoqGrTc
 
 
 
Aleph Taou
Aleph Beith
 
 
 
 
A'ALEPH           1      
BEITH/VEITH   2
GUIMEL            3
DALETH           4
HÊH                   5
VAOU/VAV       6
ZAIN                  7
CHETH              8
TET                    9
IOUD                 10
CAF/CHAF       20
LAMED             30
MEM                 40
NUN                  50
SAMECH          60
A''AIN                70   
PÊ/FÊ                80
TSAD                 90
QUOF                100
RESH                 200
SHIM/SIM         300
TAU/TAV/TAF  400
 
ESTAS DA DIREITA PARA A ESQUERDA:
 
Leolam יהוה Yehowah lechá - Para sempre יהוה Iehouah seja contigo.
 
Assim, por יהוה Yehowah Tseva'ot - יהוה Iehouah Dos Exércitos:
 
א A'aleph
 
ב Beith
 
ג Guimel
 
ד Daleth
 
ה Heh
 
 ו  Vaou
 
 ז  Zain
 
ח Chet
 
ט Tet
 
 י  Ioud
 
כ Kaf
 
ל Lamed
 
מ Mem
 
נ Nun
 
ס Samech
 
ע A"ain
 
פ Pe Fe
 
צ Tsadi
 
ק Quof
 
ר Resh
 
ש Shim Sim
 
ת  Taou
 
Em formas habituais:
 
Alef - 1 - Mãe - Gutural - ';_
Beit - 2 - Dupla - Labial - B;V
Guimel - 3 - Dupl - Palatal - G;Gh
Dalet - 4 - Dupla - Lingual - D;Dh
Heh - 5 - Elementar - Gutural - H
Vav - 6 - Elementa - Labial - V;W
Zain - 7 - Elementa - Dental - Z
Chet - 8 - Element - Gutural - Ch
Tet - 9 - Elementa - Lingual - T
Yod - 10 - Elementa - Palatal - Y;I
Kaf - 20 - Dupla - Palatal - C;Ch
Lamed - 30 - Eleme - Lingual - L
Mem - 40 - Mãe - Labial - M
Nun - 50 - Elementa - Lingual - N
Samech - 60 - Elem - Dental - S
Ain - 70 - Element - Gutural - ",_"
Pe / Fe - 80 - Dupla - Labial - P;F
Tsadi - 90 - Elemen - Dental - Ts
Quof - 100 - Elem - Palatal - Q;K
Resh - 200 - Dupla - Dental - R
Shin - 300 - Mãe - Dental - Sh;S
Tav - 400 - Dupla - Lingual - Th;T
 
 
 
CESAR AREVALO BENAIAH CABRAL ÀS 3:00 PM
COMPARTILHAR
  

NENHUM COMENTÁRIO:

 

POSTAR UM COMENTÁRIO


LINKS PARA ESTA POSTAGEM

Criar um link
<
>
Página inicial
Visualizar versão para a web
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tecnologia do Blogger.
 
 
 
 
 
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

IEHOUAH É O NOME E A PRONÚNCIA DO SOM ABSOLUTO, CÓDIGO SAGRADO DA EXISTÊNCIA. MINHA MISSÃO E PROPÓSITO, BEM COMO LEI E NATUREZA É VIVER A UNIDADE DO ABSOLUTO CREADOR IEHOUAH COMO ENSINADO PELO MESMO EM PURA CONSCIÊNCIA, NESTE TEMPO EM QUE AUTO-REALIZAÇÃO E BEM-ESTAR INCONDICIONAL JÁ FORAM CONCEDIDOS... APROXIMADAMENTE VOLTADO MAIS PARA O ESCRITOR DO QUE A ESCRITURA. AINDA ASSIM OS LIMITES OU EXPANSÃO DE ATUAÇÃO PERTENCEM AO DOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA HONRA UNIDADE HARMONIA IEHOUAH.

 
SEGUNDA-FEIRA, JANEIRO 18, 2016

Iehouah Yehowah - Yehowah Elohim Tseva'ot - Iehouah Elohim Dos Exércitos

 


 

×
 
TODAS
 
MAPAS
 
VÍDEOS
 
IMAGENS
 
NOTÍCIAS
 
SHOPPING
 
LIVROS
 
VOOS
 
APLICATIVOS
  FERRAMENTAS DE PESQUISA
 
 
 
 

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

iehouah.blogspot.com > ...
Para mobile - 4 dias atrás - יהוה IEHOUAHYEHOWAH יהוה. Judaísmo .... Iehouah lhe disse Iehoudah para Crescer, Multiplic.

 

 
יהוה iehouah yehowah יהוה

 

 
יהוה Iehouah é o ...
 
 

Halelu Iehouah Obrigado Iehouah, Excelente sempre será

https://plus.google.com > posts
Cesar Arevalo Benaiah Cabral
1 dia atrás - Halelu IehouahObrigado Iehouah, Excelente sempre será
 

Google+

https://plus.google.com > posts
Cesar Arevalo Benaiah Cabral
18 horas atrás - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger originally shared this post: Shemá Yisra'el: Yehowah eloheinu, Yehowah echad; Ouve Israel:Iehouah ...
 

Shemá Yisra'el nO Absoluto Iehouah יהוה IEHOUAH ELOHIM ...

m.youtube.com > watch

 
 
Duração: 1:30
Data da postagem: 20 de out de 2013
 

Arquivo de artigos :: www.iehouah.com

m.iehouah.com > archive > news
Para mobile - יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה Judaísmo Hebraísta Representa O Soberano Senhor יהוה Iehouah Elohim Através da ...

Cesar Augusto Cabral Arevalo Iehouah; Benaiah Cabral Ben ...

iehoutah.blogspot.com > ...
Para mobile - 29 de nov de 2015 - Iehouahé o nome e a pronúncia do som absoluto, código sagrado ... יהוה IEHOUAHYEHOWAH יהוה.

Iehouah יהוה‎ - Facebook

https://pt-br.facebook.com > iehouaheloh...
Iehouah יהוה . 7 curtidas. Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - IehouahInteligência Soberana - Iehouah ...

Iehouah יהוה - Facebook

https://m.facebook.com > iehouahelohim
Para mobile - Iehouah יהוה . 7 likes.Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - Iehouah Inteligência Soberana -Iehouah ...

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

www.iehouah.blogspot.com.br > ...
Para mobile - 10 de jan de 2016 - Judaísmo Hebraísta Representa O Soberano Senhor יהוה Iehouah Elohim Através da Inteligência ...
Mais
Local indisponível
 
 - Saiba mais   
iehouah@hotmail.com  -  Mudar de conta
Saiba mais sobre páginas para mobile

Configurações Ajuda Feedback
Privacidade Termos
 
CESAR AREVALO BENAIAH CABRAL ÀS 12:08 PM
COMPARTILHAR
 

NENHUM COMENTÁRIO:

 

POSTAR UM COMENTÁRIO


LINKS PARA ESTA POSTAGEM

Criar um link
<
>
Página inicial
Visualizar versão para a web
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
Tecnologia do Blogger.
 

 
 
 
 
 


 

IEHOUAH É O NOME E A PRONÚNCIA DO SOM ABSOLUTO, CÓDIGO SAGRADO DA EXISTÊNCIA. MINHA MISSÃO E PROPÓSITO, BEM COMO LEI E NATUREZA É VIVER A UNIDADE DO ABSOLUTO CREADOR IEHOUAH COMO ENSINADO PELO MESMO EM PURA CONSCIÊNCIA, NESTE TEMPO EM QUE AUTO-REALIZAÇÃO E BEM-ESTAR INCONDICIONAL JÁ FORAM CONCEDIDOS... APROXIMADAMENTE VOLTADO MAIS PARA O ESCRITOR DO QUE A ESCRITURA. AINDA ASSIM OS LIMITES OU EXPANSÃO DE ATUAÇÃO PERTENCEM AO DOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA HONRA UNIDADE HARMONIA IEHOUAH.
 
 

DOMINGO, NOVEMBRO 29, 2015

Página Pessoal. Cesar Augusto Cabral Arevalo ou...

 
 
 Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger Arevalo La Rosa Eliel. 
 
 11 nomes que traçam uma linha sucessiva de reflexões e as ações correspondentes às mesmas. 
 
 Página Pessoal se destina a ser um registro próprio e disponível literalmente à observação externa. Também concebe que eu, Benaiah, não faça outro Blog além dos ideológico, temático e comercial, recordando ainda que são paralelos ao site Iehouah e movimentação unificada de Facebook (no mesmo há a Comunidade Iehouah pouco utilizada). Características pessoais devem estar vinculadas ao perfil comercial afim de que as pessoas possam pagar por serviços e produtos que realmente desejem e lhe tragam o máximo de satisfação.
 
 29 de novembro de 2015 em Alagoinhas da Bahia no Brasil é o momento e lugar.
 Para contribuições em favor das atividades do apoiador e escritor do Tetragramaton Iehouah podem ser feitos depósitos na conta poupança 2659-2, agência 1018, operação 013, Caixa Econômica Federal em nome de Cesar Agusto Cabral Arevalo.
 Genêsis, 2:4 - Eis as origens dos céus e da terra, quando foram criados. No dia em que יהוה Iehouah Elohim fez a terra e os céus. - Iehouah, o Creador e Causa Creadora das origens celestiais e terrestres é o objetivo constante das atividades de Benaiah Cabral. Objetivo e propósito existencial bem como visão e disciplina. Iehouah começa a ser registrado na Torah em Bereshit 2:4 documento hebraico sagrado preservado por escrita meticulosa e tradição oral milenar contido em todas as Bíblias Sagradas judaicas ou cristãs, nestas ocorrendo pelo menos 7.236 vezes, além das codificações e sinalizações. Iehouah יהוה também pode ser escrito, visando idiomas como português e espanhol, Yehowah, Iehowah, Yehouah mantendo a  mesma abordagem aqui então praticada.
 Hoje e agora é 18 de janeiro de 2016. Alagoinhas da Bahia. Muito do ambiente externo mudou e as bases de vivência também. Iehouah é a Missão e o Modelo, compartilhar essa perspectiva é o talento e também  o desafio. Excelente. Seja assim.
 Bem. Hoje é 23 de janeiro. Sábado e Shabat. Alagoinhas. Descansando. Shabat shalom! Haverão mais conexões e Blogs. Todos identificados e específicos. Uma página será separada neste Blog como permanente do Movimento Judaísmo Hebraista. Vejamos isso agora.
18/02/16 Alagoinhas. Nesta madrugada escrevo: " Mas aí vai minha postura. Vivo e pratico o nome Iehouah 24 horas por dia. Não aceito pecado ou morte como bloqueio. Através dele enxergo Torah, Bíblia, Ieshu''a, Universo e a Mim mesmo. Literalmente. Evito condições íntimas on line bem como experiências sociais que me privem da minha vivência de Iehouah pois sei que este corpo terrestre não é eterno e tem limite de uso. Por Iehouah não me permito ser apaixonado ou odiar. Ambas condições duram e prejudicam mais que um pecado ou decepção passageiros. Não cabe a mim. Assim como ansiedades ou preocupações são cachaças para alma. Não comigo. Então amo sem me apegar. Gosto sem arriscar. Avanço sem me frustrar. Não estou sobre domínio de nada e ninguém senão o escolhido Iehouah. Essa é a única linguagem que responde por mim. Faço uma obra entre judeus e cristãos de adoração estrita a Iehouah como praticada pelos seres ancestrais da Bíblia. Se uma mulher tiver que ser amada por mim e me amar tem que fazer a mesma jornada que faço. Tem que estar comigo na vivência e multiplicação de Iehouah o Elohim de Ieshu''a, de Israel e dos Universos. Note: Ieshu''a me encaminha a Iehouah e até por respeito ao Mestre Salvador de Nazareth NÃO paro no meio do caminho e não recuso viver em Iehouah já nesta vida. Ieshu''a me ensinou a adorar, mencionar e viver somente Iehouah assim como feito por ele. A Torah também conduz a Iehouah, mas ela também não é Iehouah. ".
Bem, está reeditado para proteger privacidade alheia. Mas é isso aí. Ainda com algo assim: mulher pra mim? No ritmo da minha vivência Iehouah sim, fora isso, nunca; jamais. Naturalmente.
Sou Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger. Cesar Augusto Cabral Arevalo (La Rosa) (Eliel). Filho Servo De Iehouah. Sim: Trago por memória Benaiah Ben Iehoiada. Vivo e pratico nome, pessoa, tetragramaton e pronúncia Iehouah. Conheço Iehoudah e Ieshu''a. A Torah e o Ruach. Para Iah!
Prevaleçam as memórias de Abraham Abulafia e Aryeh Kaplan. Se divorcie de todos os Nomes Divinos Gentios e Hebreus. Vença as últimas barreiras. Se espose somente de Iehouah o Elohim de todos os Universos por toda eternidade. Está ótimo assim. Foi assim antes, quanto mais agora então.
O Facebook é instrumento de comunicação social. Desde o tempo do Orkut tentei manter distância a fim de viver a vida literal cotidiana física sem fronteiras. Devido o Patriarcado Judaico Na Bahia ter aclamado Iehouah Elohim Tseva'ot e ao Sionismo Mundial representados pelo Judaísmo Hebraista de minha responsabilidade, interagi no Orkut. E muito por sinal. Depois as atividades se tornaram muito discretas, Dom Evilasio Oliveira Dos Santos e Dom Cabral tomaram caminhos e metas diferenciados. Foi pausado e evitado atividades on line de cunho pessoal. Mas logo depois as postagens Iehouah ganharam um aumento incontrolável, de grande dimensão e a campanha hebraista sionista irrompeu em todas as direções desejadas, bem como outras apenas imaginadas. Judeus, Cristãos, Judeus-Cristãos, Cristãos-Judeus, Místicos, Filósofos, Idealistas, Espiritualistas, Pessoas Sem Definições, começaram a olhar para Iehouah e se interessar nele em sua manifestação infinita ou manifestações finitas. Já havia o cronograma do que se daria. Orkut já era. O Facebook teve que ser assumidamente usado pelos embaixadores executores de Iehouah Elohim Tseva'ot. Os Servos Do Tetragramaton Iehouah. Sem escolha e sem poder esperar tive que empreender também essa jornada assim como se deu com Blogs, Sites, Pseudônimos, Personagens e Obras Anônimas. Como não desejava fazer isso, tentei ter um perfil separado da identificação Iehouah Elohim Tseva'ot como aparentemente ocorre entre este Blog Iehoutah e o primaz Blog Iehouah. No Facebook isso se tornou inviável. Isso gerou uma circunstância delicada positiva pra uns, descompreendida por outros. Aceitei o preço a pagar e sou feliz com a vida neste passo. Porém a pessoalidade do Facebook ocupa demasiado tempo (pior ainda são os grupos de whatsapp!). Sempre na atenção disso fica aqui a sugestão de primeiro e talvez somente escrever texto completo pessoal no Blog Iehoutah pra depois e talvez fazê-lo em outros meios. Abaixo um postado neste Domingo 3 de abril de 2016:

"Iehouah Elohim: Ou Tetragramaton "Deus(es)". Ainda; Adonai D'us; Hashem O Creador; Senhor Deus; Inteligência Cósmica; O Absoluto Creador...

É a unidade e unicidade da existência judaica cultural, filosófica e religiosa. Se somos judeus religiosos ou não, politizados ou não, ricos ou não, carregamos essa memória com força e poder superior às nossas vidas. Por isso nosso senso comum é viver o mesmo sentido da unidade dos remotos ancestrais, apesar de se acaba abraçando muito da diversidade em mundo globalizado.

Também em matéria de pensamento e reflexão bíblica aquilo que uns iniciaram entre décadas e uns 300 anos, nossas comunidades o fazem entre séculos e milênios. Acertar envolve também errar em todos os casos. Lógico.

Nossa Torah não está longe de nós ou do mundo, porém estamos mais próximos dela. Por exemplo, se nas codificaçoes da Torah há uma palavra ou nome, temos todo seu contexto e estudo constante de diferentes possibilidades. Por isso na prática somos diferentes da Igreja Cristã (abençoada é sempre que por Israel e Iehouah), pois a mesma ainda que fora do modelo romano trabalha com enfoque e repetição de informações específicas que geralmente são considerados estradas ou portas. Maravilhoso. Mas não paramos. Estrada tem que levar ao objetivo e porta tem que dar acesso. Se alguém mergulha em Iehouah Elohim não há mais porta ou estrada. Se não fizer isso nessa vida ou detrimento de outra vai estar traindo tanto a Torah como a Lei da Existência dada naturalmente por Iehouah a todos os seres. 

Medíocrizar ou banalisar esta vida e sua dimensão espiritual é um grave erro. Direito de cada qual.

Se mergulhamos ou existimos em Iehouah Elohim, nós judeus somos orientados ou recusamos a orientação do mesmo. Não deixamos o conceito de pecado ou de salvação questionar a liderança ou orientação direta e intima de Iehouah Elohim Tseva'ot 
Yehowah Todo-Poderoso Dos Exércitos 

Entendo que os pensamentos mundiais dependem em grande parte da herança hebraica e judaica. Também que Ieshu''a De Nazaré não é conhecido pelos cristãos ainda como poderia e creio, seria maravilhoso. O mundo judeu não tem condições de dialogar isso com os cristãos na pele pois o cristianismo e suas variações já tem fundamentos traduzidos e impostos com bilhões divergindo por minúcias que não abordamos. Temos um treinamento e orientação milenar que já englobou essas opções e apenas vamos acompanhando com o máximo de equilíbrio pessoal (de cada um) as transformações mundiais.

Tenho meus motivos para seguir difundindo um Mundo Judeu Cristão Sionista E Universal. Por isso foi ativado o Judaísmo Hebraista e não precisa de um centavo ou voto de ninguém. Ha! E funciona! Felizmente vai indo.

Por outro lado eu e a velha comunidade judaica vemos que também estão surgindo fanáticos, ignorantes, brigoes e donos da verdade pelo mundo em nome do Judaísmo ou dos judeus e há uns poucos entre nós assim. Aí já é diferente. Hoje o Diabo Mundial Encarnado é a dupla de Islamismo com Socialismo, será que alguns destes serão a dor de cabeça de um ansioso amanhã? Pra quem vai por este caminho. Pare. Reflita. Conheça os judeus e o judaísmo. Conheça Israel. Conheça seu próximo que talvez nunca tenha recebido sua atenção. Conheça Iehouah Elohim Tseva'ot."

Bom dia. Boa e produtiva semana. Vida longa e próspera. Iehouah Elohim Tseva'ot te abençoe, ilumine, levante sua face e te dê a shalom.
Quer falar de liberdade e direitos, responsabilidade e dignidade? Então vamos a fatos. Tenho 40 anos e 9 meses, minha mãe 65, meu avô pai dela morreu aos 72 há uns 15 anos acho. Ele prosperou, progrediu e viveu intensamente suas liberdades em um Brasil militar, exceto por uma indisposição com ACM em que ele não aceitou indenização por uma propriedade e tornou isso ponto inútil de briga, porém ainda sujeito a beneficiar a família. Foi com ACM, não com toda estrutura militar brasileira (e eu apoio ACM Neto assim como apoiaria o Avô dele). Assim como ele, minha mãe progrediu e progride ainda no que deseja antes com mais espaço, hoje num país lenhado cheio de sacanas pedintes engravatados e outros chorando miséria. Comecei a me virar na vida num Brasil próximo do militarismo. Não fui injustiçado, tolhido ou sabotado. Quando comecei não estava na classe alta e nem na média, pois Mãe falira por depressão e esgotamento nervoso. (A propósito o remédio dela foi o Jesus Cristo ao modo de operação da Igreja Universal Do Reino De Deus do Bispo Edir Macedo - somente isso - então vão imaginando se eu vou viver como crítico de crenças alheias!) Comecei abaixo do zero do meu tempo e pude progredir, a estabilidade que não tenha hoje é culpa minha totalmente minha. Entre avô, mãe e eu jovem vi amigos e conhecidos usufruindo e vivendo suas vidas e liberdades, amando quem quisessem amar, trabalhando o que desejassem trabalhar, se estudassem se qualificando... vi diversas crenças e credos crescendo, se organizando e vivendo às custas das pessoas, loucuras escritas de todo tipo e quando chegou a realidade on line já sabe não é? Ninguém vai vir pra cima de mim e outros observadores com repetição sobre democracia inutilizado. Não vamos nunca querer uma democracia paquistanesa ou cubana e vamos destruir sim de alguma maneira o que vier dessa forma. Não vamos brincar de democracia pra deixar uma maioria eleitoral destruir de vez a nação de todos em prol de utopias ou venenos mentais que fazem o ser humano apodrecer. Parte do planeta já está comprometido dessa forma. Somos resistência. Somos ataque, Somos opção. Por quem falo? Uau! Olha aí gente de todo tipo em todas as camadas sociais ávidas pra destruir a gangue criminosa, ladra, antissemita e pró terrorista do PT! O que vem depois? Vamos arregaçar as mangas e trabalhar pelo Depois. Shalom. Paz.
 
Continuando talvez a abordagem anterior e porque tenho excelentes amigos de inspiração socialista:
O Pt não fez e não faz nada pelo Brasil que não fosse necessidade mínima imposta pela tensão popular à classe dirigente de qualquer época. Aliás o PT foi mais útil como suposto elemento de esquerda chamando pra conscientização de áreas talvez mal trabalhadas do que como picaretas insensatos e insensíveis bem como irredutíveis no que fazem. O que adianta construir uma escola ou escolas se elas vão estar vazias ou direcionadas pra doutrinar multidões inteiras com discursos de santidade e justiça inexistentes? Porque o Pt fala de uns números e outros não? O que adianta tecnologia se ela é usada pra compra e manipulação de votos muito superior a seus antecessores? Se eu falo de três gerações de família não milionárias e há inúmeras outras pra exemplificar a inutilidade e a debilidade do PT, por onde vai prevalecer bolsas isso e aquilo? Alguém já morou em favela? A parte mais pobre e desigual? Eu já e por bom tempo. Vi pobres se organizando, crescendo e prosperando sem PT, sem pensamento social comunista e bem pró capitalistas ainda que sem saber. Antes do lulismo tivemos progresso e ascendência e admitimos nossos erros e fraquezas. Hoje na era lulista vemos algumas realizações ineficazes no próprio objetivo delas e não se admite erros e fraquezas. Por muito menos se obteve o Impecheman de Collor e ninguém se fez de coitado, tampouco arrastou todos os corruptos. Dilma e Lula passaram dos limites, alegam golpe e se preparam pra dar golpe. Alguém aí votou ou esteve em diferentes zonas nestes últimos anos em Salvador? Eu estive por motivos familiares. Somente se via arruaceiros e vândalos do PT e em prol do PT. Eu vi. São Caetano, Fazenda Grande do Retiro, Nazaré e Avenida Sete com Joana Angelica não conta? Há erro nos outros partidos opções? Logico que sim, mas o PT em de natureza abertamente criminosa. Os amigos íntimos que já deixaran o Partido viveram o clima de decisões terem que ser aprovadas por coação dentro da partido em prol de exageros relacionados com membros específicos e decisões de sabotar candidatos que vão contra a maré do partido. Isso é uma máfia inaceitável na esquina de sua casa e no governo do seu país. Quando o Estado Islâmico crescia e exibia centenas de cabeças Dilma pedia pra o mundo parar e conversar com os assassinos de cristãos, muçulmanos 'moderados', homossexuais e políticos divergentes! Quem apoia e defende terroristas é o quê? Se minha mãe, esposa, filha ou netinha está condenada a ser escravizada, coletivamente estuprada, espancada, enfiada num harem ou assassinada, vou enxergar o que na Dilma que também se armou, atacou soldados e compôs grupos criminosos? Porque ela apoia o regime cubano e a causa terrorista palestina? Falta de estudos ou perversidade assumida pra fazer prevalecer o ideal social comunista a qualquer custo? ( As pessoas, os humanos que estão em Gaza e Cisjordânia lutando contra Israel lutam contra o govere todo povo israelense inclusive árabes israelenses, vieram em sua maioria das outras nações árabes pra tentar exterminar os judeus e depois Israel no último e atual século, o estatuto mais celebrado deles pede destruição de Israel, judeus e cristãos sem diálogo. A maioria deles quer tudo quando nunca trabalharam sequer por um décimo de algo e são manipulados desde crianças por líderes similares aos do PT, e apoiados pelo PT. É essa doença que foi eleita e reeleita no Brasil e ela esperneia e se prepara pra sabotar a população de todas as formas. Sou capitalista, sou brasileiro, sou carlista, sou hebraista e sei que há muito a ser trabalhado em muitas opções. Não se pode dizer o mesmo dos que vivem sobre manipulação do sentimento e pensamento. Nós capitalistas podemos aceitar e aceitamos por décadas a influência de socialistas, estes últimos assim como seus aliados internacionais islamitas apenas aceitam ter tudo ou devastar. Porém também tenho amigos excelentes por aí. Claro, medito e oro em prol de suas percepções sagradas. Quanto a nós que somos brasileiros e o o Brasil construtor, vamos nos unir fazer o que deve ser feito.
 
Arévalo 

 

 

Cabral 

 

 
Liger

 

 
La Rosa

 
 
Cesar Augusto Cabral Arévalo de Elisabete Cabral Liger e Ricardo Teobaldo Arevalo La Rosa. 4 famílias judaicas hebreias, todas mescladas com famílias nativas dos locais onde viveram. Arévalo e Cabral neste caso são famílias paternas, enquanto Liger e La Rosa são maternas. Em Cesar Augusto (conhecido também como Benaiah Cabral Ben Abraham Leihouah The Liger Arévalo La Rosa Eliel) a ordem destes nomes é citada nos respectivos avanços de inspiração e compreensão. As fotos acima estão na rede, são obras belas dos parentes, apesar de Liger ser apontado na foto de um Ligre. Fica o estímulo pra ajudar na conservação e promoção dos imponentes Liges, Tigreões e outros assim.  
 
Arévalo é uma cidade espanhola. Seu nome pode dizer "junto ao muro" ou "entre rios" naquele lugar.É bem mais que isso. Arévalos eram alvo prioritário do Cristianismo na Idade Medieval por sua origem e identificação judaica. Araboth ou Aravoth foi e é uma designação sagrada cabalista hebraica para Céus Superiores e Aravah ou Areva uma forma de exprimir parte de sua realidade; lo figurava como uma conexão sonora entre vários idiomas semitas e latinos para enfatizar aquilo mencionado. Arévalo foi e é por excelência uma condição celeste edificada e mantida por seus membros íntimos. Na Espanha, pelo Mundo, em Israel e por onde hajam Arévalos. O uso deste sobrenome judaico paterno de meu pai me deu grandes vantagens de estabelecimento, cordialidade, apoio, fraternidade, educação, oportunidade e promoção nos lugares iniciais da minha vida e primeiras experiências. É digno de nota que um objetivo maior estabelecido aos 16 anos foi alcançado aos 21 anos quando este Arévalo foi convidado a se tornar missionário de tempo integral da ordem desejada com esposa da época e um filho já nascido. A Intuição que apontava para o momento do futuro o fez recusar. As experiências orientadas fortemente pela energia Arévalo   ocuparam um tempo hábil dos 16 aos 26 anos. 
 
Cabral vem das Cabras? Uma maneira de caçadores cristãos identificarem judeus na baixa Idade Medieval? Pode ter se tornado. Não começou aí. Gabri'eli ou Kabri'eli, o "Arcanjo" notável das histórias semitas é a verdadeira razão do nome. Cabr com som de "a" ligando-o a Le, ou seja Kabrale, o Le apontando para a pessoa como carregando a memória do Arcanjo Kabri'el. Note-se também que tanto Arévalo como Cabral terminam com consoante "L". EL em hebraico é usado para Deus no singular pois Elohim é plural (Elohim é relacionado com Deuses embora haja outras aplicações, como a referência ao Ser Supremo Uno em hebraico.). Consegue entender porque o judeu Pedro Álvares Cabral fez questão de recuperar seu nome, pois usava Gouveia para não ser morto por cristãos. Uma vez herói de guerras, se impôs. (A vida até hoje é assim. Não se engane.)! Com certeza a inspiração maior para nossas Cabras está relacionado com a descrição da aparição angélica junto a pastores e animais sobre seus cuidados. Claro, sempre vão querer soprar uma versão mais distante dos judeus. Dos 26 aos 36 anos vivi dez anos intensos de experiências notáveis sobre a energia Cabral. Valentia, honra, impetuosidade, elemento surpresa, fé, sobrenatural, força, rapidez, sagacidade, lealdade são apenas algumas das características comuns dos membros de famílias ativos que conheci deste nome e fundamental influência. Foi excelente para mim e entendia que já tinha ido muito longe. Mas estava enganado. Tudo é cíclico se necessário, senão é um apio de vidas entre vidas.
 
Aí vem a surpresa. Liger.  Sua ordem aqui é terceira por episódio de ação. Começa aos 36 anos e segue intocável. Mas apenas será mencionada depois do quarto nome, pois foi Liger que causou a necessidade de trazer junto consigo o nome La Rosa a partir do quarto ano de sua ação. Assim vamos para...
 
La Rosa. Da Liderança ou Pela Liderança. Uma mescla de "Le" com "Rosh". Porém com som de "A" final. Variação regionalista ou por disfarce. Hipotético. Está se referindo à Liderança Feminina ou de embasamento matrilinear, importante em todas as tribos e grupos judeus medievais e maioria do presente, mesmo quando um povo ou comunidade se converte ao judaísmo estritamente pela Torah. A energia do nome La Rosa, herança materna de pai (assim como Liger é a de mãe), se fez distinta pelo silêncio, quietude, calma, tranquilidade, disciplina, constante dedicação, interatividade espontânea, serenidade, observação, análise e construção metódica. Porém estas suas características estiveram presentes por toda vida, apenas faltava o necessário aproveitamento destes aspectos que agora sobre a na gestão Liger encontra uma dimensão infinita de coexistência, vibração e pulsação.
 
Liger 
" Laiguer "; " Liguer "; " Ligre "; " Liger "... Liger: Leão e Tigresa. O Leão Judeu Cabral e a Tigresa Hebreia Liger. Também o Leão Iehudi Arévalo e a Tigresa Israelita La Rosa. Enfim o Leão Arévalo La Rosa e a Tigresa Cabral Liger. Desta união de energias poderosas e latentes, O Ligre Da Rosa que aqui escreve. 
 
Liger começou a emergir aos 36 anos. Não havia sido sugerido ou experimentado. Ficou como recordação evitada por cerca de dois anos, porém influente e dos 38 aos 39 se tornou provocação assumida. Entre 39 e 40 anos assumiu autonomia e controle consentido, como aspecto impositivo do próprio Iehouah Tseva'ot, apesar que já ocorria claramente desde os 36. Neste tempo agora perto dos 41 e com novas abordagens, trouxe à tona a Memo La Rosa como parte integrante e prioritária sua. 
 
Resistência. Desde a infância. Por toda vida. Indescritível resistência. Metamorfose. Também desde a infância e com capacidade surpreendente. Introspecção e meditação por natureza. Memórias raras, associações múltiplas. Há mais. Muito mais. O negativo de tudo já está no positivo. 
 
Por hora, falando da palavra Liger, há uma observação muito somples: Li é "para" ou "ao" em hebraico ancestral, Guer é o começo de Gueburah, Guebor ou Guevurah ou seja "Poder", portanto de imediato " Para O Poder " ou " Ao Poder ". Ligre em mim significa o majestoso poder Iehouah traduzido em auto-realização e felicidade incondicional. Lógico, que é no curso de uma existência onde a observação externa pretende assistir significativamente cada forma de vida.
 
 
 
CESAR AREVALO BENAIAH CABRAL ÀS 5:01 AM
COMPARTILHAR
 

NENHUM COMENTÁRIO:

 

POSTAR UM COMENTÁRIO


LINKS PARA ESTA POSTAGEM

Criar um link
<
>
Página inicial
Visualizar versão para a web
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
Tecnologia do Blogger.
 

 
 
 
 
 


 
 
IEHOUAH É O NOME E A PRONÚNCIA DO SOM ABSOLUTO, CÓDIGO SAGRADO DA EXISTÊNCIA. MINHA MISSÃO E PROPÓSITO, BEM COMO LEI E NATUREZA É VIVER A UNIDADE DO ABSOLUTO CREADOR IEHOUAH COMO ENSINADO PELO MESMO EM PURA CONSCIÊNCIA, NESTE TEMPO EM QUE AUTO-REALIZAÇÃO E BEM-ESTAR INCONDICIONAL JÁ FORAM CONCEDIDOS... APROXIMADAMENTE VOLTADO MAIS PARA O ESCRITOR DO QUE A ESCRITURA. AINDA ASSIM OS LIMITES OU EXPANSÃO DE ATUAÇÃO PERTENCEM AO DOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA HONRA UNIDADE HARMONIA IEHOUAH
 
 
DOMINGO, OUTUBRO 25, 2015

SOMENTE IEHOUAH ÉS ELOHIM

 

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

iehouah.blogspot.com/

  •  
Shemá Yisra'el nO Absoluto Iehouah יהוה IEHOUAH ELOHIM ... Vídeo para ... Il nome di Dio nel Pentateuco tradotto da William Tyndale - Iehouah ... Vídeo para ...

יהוה iehouah yehowah יהוה

iehouah.blogspot.com/2014/10/iehouah-yehowah.html

  •  
11 de out de 2014 - 14/06/2014 - 4 dias atrás - Vamos analisar a questão da nossa comida - Não é surpresa que a ... יהוה Iehouah Yehowah Tseva'otיהוה Iehouah ...

Novidades :: www.iehouah.com

www.iehouah.com/novidades/

  •  
Cante Elton Oliveira diante do Infinito Todo-Poderoso Iehouah - Viva Israel, O Sionismo, Ieshu''a Netser, A Cultura Hebraica e O Mundo Judeu Cristão Bíblico.

Shemá Yisra'el nO Absoluto Iehouah יהוה ... - YouTube

▶ 1:30
www.youtube.com/watch?v=JacNIYjxcN0
20 de out de 2013 - Vídeo enviado por Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger
Iehouah יהוה IEHOUAH ELOHIM ADONAI - IEHOUAH DEUS SOBERANO.
 

Iehouah יהוה - Facebook

https://m.facebook.com/iehouahelohim

  •  
Iehouah יהוה . 6 likes. Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - IehouahInteligência Soberana - Iehouah Creador Soberano - Pelo Judaísmo...

Iehouah יהוה‎ - Facebook

https://www.facebook.com/iehouahelohim

  •  
Iehouah יהוה . 6 likes. Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - IehouahInteligência Soberana - Iehouah Creador Soberano - Pelo Judaísmo...

יהוה (Iehouah) Associação Hebraísta... - Benaiah Cabral ...

https://www.facebook.com/Yehouah/posts/410882302350058

  •  
יהוה (Iehouah) Associação Hebraísta Iehouah יהוה Associação Hebraísta Iehouah יהוה, Associação Hebraísta Iehouah, Associação Hebraísta ou Associação...

TORAH IEHOUAH יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה Judaísmo ...

 
https://plus.google.com/.../posts/MUmocLRdiPG

  •  
Cesar Arevalo Benaiah Cabral
10 de ago de 2015 - יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה Judaísmo Hebraísta Representa O Soberano Senhor יהוה Iehouah Elohim Através da Inteligência;Honra; Unidade; Harmonia, Em ...
 

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

www.iehouah.blogspot.com.br/?m=1

  •  
Judaísmo Hebraísta Representa O Soberano Senhor יהוה Iehouah Elohim Através da Inteligência;Honra; Unidade; Harmonia, Em uma Visão Hebraísta; Sionista ...

Yehowah : יהוה Iehouah é o Tetragramaton ou Grande ...

yehowah-iehouah.blogspot.com/.../iehouah-e-o-tetragramaton-ou-grand...

  •  
24 de ago de 2014 - יהוה Iehouah é o Tetragramaton ou Grande Nome De Quatro Letras, pronunciado como está escrito, ou escrevendo Yehowah e percebido ou ...

Bem Vindo Ciclo Mem Baruch Iehouah Tseva'ot hameborah ...

 
https://plus.google.com/.../posts/6y3NnZWV7bb

  •  
Cesar Arevalo Benaiah Cabral
26 de mar de 2015 - Bem Vindo Ciclo Mem Baruch Iehouah Tseva'ot hameborah. Halelu Yehowah; Brado por ti Iehouah! Ciclo Mem do Universo Guimel Multiverso Iehouah Recebido ...
 

 
 


  1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Mais

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

iehouah.blogspot.com/

  •  
Senhor יהוה IehouahElohim Através da Inteligência;Honra; Unidade; . ... IehouahElohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - Iehouah Inteligência Soberana ...

יהוה iehouah yehowah יהוה

iehouah.blogspot.com/2014/10/iehouah-yehowah.html

  •  
11 de out de 2014 - 14/06/2014 - 4 dias atrás - Vamos analisar a questão da nossa comida - Não é surpresa que a ... יהוה Iehouah Yehowah Tseva'otיהוה Iehouah ...

Novidades :: www.iehouah.com

www.iehouah.com/novidades/

  •  
Cante Elton Oliveira diante do Infinito Todo-Poderoso Iehouah - Viva Israel, O Sionismo, Ieshu''a Netser, A Cultura Hebraica e O Mundo Judeu Cristão Bíblico.

Shemá Yisra'el nO Absoluto Iehouah יהוה ... - YouTube

▶ 1:30
www.youtube.com/watch?v=JacNIYjxcN0
20 de out de 2013 - Vídeo enviado por Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger
Iehouah יהוה IEHOUAH ELOHIM ADONAI - IEHOUAH DEUS SOBERANO.
 

Iehouah יהוה - Facebook

https://m.facebook.com/iehouahelohim

  •  
Iehouah יהוה . 6 likes. Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - IehouahInteligência Soberana - Iehouah Creador Soberano - Pelo Judaísmo...

Iehouah יהוה‎ - Facebook

https://www.facebook.com/iehouahelohim

  •  
Iehouah יהוה . 6 likes. Iehouah Elohim Adonai - Yehowah Elohim Adonai - IehouahInteligência Soberana - Iehouah Creador Soberano - Pelo Judaísmo...

יהוה (Iehouah) Associação Hebraísta... - Benaiah Cabral ...

https://www.facebook.com/Yehouah/posts/410882302350058

  •  
יהוה (Iehouah) Associação Hebraísta Iehouah יהוה Associação Hebraísta Iehouah יהוה, Associação Hebraísta Iehouah, Associação Hebraísta ou Associação...

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

www.iehouah.blogspot.com.br/?m=1

  •  
Judaísmo Hebraísta Representa O Soberano Senhor יהוה Iehouah Elohim Através da Inteligência;Honra; Unidade; Harmonia, Em uma Visão Hebraísta; Sionista ...

IEHOUAH, IEHOVAH IN THE 1611 KJV BIBLE

www.kingjamesbibleonline.org/.../search.php?...IEH...

  •  
  •  
Traduzir esta página
See 'IEHOUAH, IEHOVAH' instances in the King James Version (1611 KJV).

Yehowah : יהוה Iehouah é o Tetragramaton ou Grande ...

yehowah-iehouah.blogspot.com/.../iehouah-e-o-tetragramaton-ou-grand...

  •  
24 de ago de 2014 - יהוה Iehouah é o Tetragramaton ou Grande Nome De Quatro Letras, pronunciado como está escrito, ou escrevendo Yehowah e percebido ou ...

 
 

  1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Mais
 
 
CESAR AREVALO BENAIAH CABRAL ÀS 12:19 PM
COMPARTILHAR
 

NENHUM COMENTÁRIO:

 

POSTAR UM COMENTÁRIO


LINKS PARA ESTA POSTAGEM

Criar um link
<
>
Página inicial
Visualizar versão para a web
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Tecnologia do Blogger.
 

 
 
 
 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

IEHOUAH É O NOME E A PRONÚNCIA DO SOM ABSOLUTO, CÓDIGO SAGRADO DA EXISTÊNCIA. MINHA MISSÃO E PROPÓSITO, BEM COMO LEI E NATUREZA É VIVER A UNIDADE DO ABSOLUTO CREADOR IEHOUAH COMO ENSINADO PELO MESMO EM PURA CONSCIÊNCIA, NESTE TEMPO EM QUE AUTO-REALIZAÇÃO E BEM-ESTAR INCONDICIONAL JÁ FORAM CONCEDIDOS... APROXIMADAMENTE VOLTADO MAIS PARA O ESCRITOR DO QUE A ESCRITURA. AINDA ASSIM OS LIMITES OU EXPANSÃO DE ATUAÇÃO PERTENCEM AO DOMÍNIO DA INTELIGÊNCIA HONRA UNIDADE HARMONIA IEHOUAH.
 

SEGUNDA-FEIRA, AGOSTO 10, 2015

TORAH IEHOUAH

 

יהוה IEHOUAH YEHOWAH יהוה

JUDAÍSMO HEBRAÍSTA REPRESENTA O SOBERANO SENHOR יהוה IEHOUAH ELOHIM ATRAVÉS DA INTELIGÊNCIA; HONRA; UNIDADE; HARMONIA, EM UMA VISÃO HEBRAÍSTA; SIONISTA; INTEGRALISTA; MENTALISTA.

 
 
DOMINGO, 9 DE AGOSTO DE 2015

TORAH IEHOUAH

 



 
www.iehouah.com
Iehouah Elohim Adonai - Iehouah Deus Soberano

INSTRUÇAO IEHOUAH

10/08/2015 00:31
 
 
  1.  
  2. TORAH IEHOUAH
  3.  
  4. Iehouah Elohim Tseva'ot 
  5. Yehowah Todo-Poderoso Dos Exércitos 
  6.  
  7. - Servido pelo
  8. Judaísmo Hebraista -
  9.  
  10. Estabelece neste tempo e época reorientação das ferramentas à sua disposição como segue:
  11.  
  12. A'aleph: Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger Eliel Arevalo La Rosa. 
  13. (Benaiah Cabral - Benaiah Leiehouah - Benaiah Cabral Ben Avraham - Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah The Liger)
  14. É servo executor de e por Iehouah, embaixador de seu nome Iehouah e ferramenta do Tetragramaton Iehouah; 
  15.  
  16. Beith: O Judaísmo Hebraista é o movimento concreto e abstrato pelo qual são desempenhadas as ações representativas de Iehouah, ilimitado no alcance de diferentes operações por múltiplas variações, dotado de características hebraicas tribais e objetivando campanha hebraista fundamentada no Tetragramaton Iehouah, de identificação comum ao mundo judeu cristão, simultaneamente empático - interdisciplinar aos diversos mundos existentes ou recorrentes;
  17.  
  18. Guimel: Toda comunicação Iehouah se origina e qualquer outra se valida pela conexão entre Iehouah e toda creaçao, coletiva ou individualmente;
  19.  
  20. Daleth: Assim sucede a primazia da Torah Universal e seu reflexo na Torah Planetária;
  21.  
  22. Heh: Ao que, a Torah Registrada;
  23.  
  24. Vau: A presença e realinhamento desta Torah nas Escrituras Sagradas Hebraicas;
  25.  
  26. Zain: Culminando tanto nas Escrituras Sagradas Hebraicas - Aramaicas de Ieshu''a Netser e Seus Seguidores;
  27.  
  28. Chet: Como nas Escrituras Sagradas Hebraicas - Aramaicas dos Talmudistas e Qabalistas;
  29.  
  30. Tet: Ambas manifestações do fluxo Iehouah, pela Torah, sujeitas a crescimento e aperfeiçoamento cíclico, porquanto a perfeição Iehouah é constantemente evolutiva-involutiva e involutiva-evolutiva;
  31.  
  32. Ioud: O Tetragramaton Iehouah é tanto o Todo Absoluto como o Nada Infinito;
  33.  
  34. Kaf: O Código Iehouah é o Fundamento e a Realização;
  35.  
  36. Lamed: O Som Iehouah compreende vibração e emanação;
  37.  
  38. Mem: O Nome Iehouah é a Mente Suprema e o Mentalismo Absoluto;
  39.  
  40. Nun: E assim existem nele as 22 Letras do Aleph Taou assim como ele por meio das mesmas;
  41.  
  42. Samech: Desta forma é trazido à existência o Hebraico Ancestral Bíblico;
  43.  
  44. A"ain: Todas as comunicações entre mundos, postulados matricial e integral;
  45.  
  46. Peh/Feh: A comunicação neste mundo desta nossa humanidade chamada de Adamica;
  47.  
  48. Tsad: Após o fundamento adamico, o Enoquiano vincula humanos especializados em ser companheiros de Iehouah;
  49.  
  50. Quof: Então o abramico convida tais companheiros a serem amigos íntimos e pactuados;
  51.  
  52. Resh: Na experiência Israelita é determinado o padrão definitivo desta humanidade assim como prevalece e se transmuta a vivência  universica do judaísmo em fôlego arfante de povos e sociedades;
  53.  
  54. Shim: Como em Iehudah a natureza Iehouah vivida tanto no hebraismo como no sionismo é aclamada pela eternidade e convida seu Creador a ensinar suas Creaturas a Crear;
  55.  
  56. Taou: Iehouah retorna em seu nome Iehouah para se estabelecer com todos os unos nele em sua manifestação atemporal, anti-espacial e absoluta, de felicidade incondicional e cíclica realização infinita.
 
 
 
 
 

 
 
 
« Voltar
 
 
 
 

CONTATO

www.iehouah.comEstrada do Coco.
Camaçari, Bahia,
(071)91000512 - (071)99229472judaismohebraista@gmail.com
 
© 2013 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
DESENVOLVIDO POR WEBNODE
 
VISUALIZAR: VERSÃO MÓVEL ' VERSÃO PC
TO TOP
 
CESAR AREVALO BENAIAH CABRAL ÀS 2:07 AM
COMPARTILHAR
 

NENHUM COMENTÁRIO:

 

POSTAR UM COMENTÁRIO


LINKS PARA ESTA POSTAGEM

Criar um link
<
>
Página inicial
Visualizar versão para a web
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Tecnologia do Blogger.
 

 
 
 
 
 
 
POSTADO POR BENAIAH CABRAL BEN AVRAHAM LEIEHOUAH יהוה THE LIGER ÀS 04:57  
 
 
 
Postagem mais antigaPágina inicial
Visualizar versão para celular
 
Assinar: Postar comentários (Atom)

POSTAGEM EM DESTAQUE

Shemá Israel. A Unidade do Uno Iehouah e os unidos a ele.

1 Página Atividade 1 Informações Iehouah...

 
 

SEGUIDORES

 
 

ARQUIVO DO BLOG

  • ▼  2016 (148)
    • ▼  Abril (13)
      • JUDAÍSMO HEBRAÍSTA COM LIGER, LA ROSA, CABRAL E A...
      • Shavua tov beiehouah. Boa semana em Iehouah. Sejam...
      • Iehouah Elohim Tseva'ot lhes conceda aprazível sha...
      • SANDERS E JUDEUS ANTI-SIONISTAS COMO QUALQUER ANTI...
      • Anonymous: sejam frustrados muito mais do que já f...
      • YEHOWAH TSEVA'OT IEHOUAH DOS EXÉRCITOS CONCEDA A A...
      • DÊEM A CAMARA E A PRESIDÊNCIA PARA O PARTIDO REPUB...
      • DIGA NÃO AO ESTADO TERRORISTA QUE QUEREM CRIAR E À...
      • Não é a primeira vez, Netanyahu. E o resultado fin...
      • CICLO CHET UNIVERSO DALETH MULTIVERSO IEHOUAH
      • Cuidado Israel! Você é o futuro, mas muitos querem...
      • Excelente! Altamente recomendado e recomendável. I...
      • PARABÉNS NETANYAHU! ISRAEL E O TSAHAL SÃO FONTE DE...
    • ►  Março (44)
    • ►  Fevereiro (42)
    • ►  Janeiro (49)
  • ►  2015 (1001)
  • ►  2014 (1468)
  • ►  2013 (317)
  • ►  2012 (5)
  • ►  2011 (2)
  • ►  2009 (1)
 
 

SOU SEREI IEHOUAH ELOHIM ADONAI

Minha foto
 
BENAIAH CABRAL BEN AVRAHAM LEIEHOUAH יהוה THE LIGER
 
VISUALIZAR MEU PERFIL COMPLETO
 
 

SIONISMO E HEBRAÍSMO: JUDAÍSMO, KABALAH, ANTIGO E MODERNO ISRAEL, HEBREUS, JUDEUS, ISRAELITAS, ISRAELENSES, SIONISTAS SÃO ASSUNTOS E REALIDADES PRÓXIMAS DE TODOS OS SERES HUMANOS E HÁ BENEFÍCIOS MARAVILHOSOS NA COMPREENSÃO, CONSCIÊNCIA, EQUILÍBRIO E HARMONIA. TUDO DEPENDE DE CADA PESSOA ASSIM COMO TRIBOS DE PESSOAS. ATITUDE. YEHOWAH TSEVA'OT - IEHOUAH DOS EXÉRCITOS É CREADOR DOS MUNDOS E DO NOSSO UNIVERSO E ELE É O CREADOR E CRIADOR DE ISRAEL COM FINALIDADE E PROPÓSITO ESPECÍFICO. CONHECE SIONISMO? TEM CERTEZA? AINDA ASSIM ACOMPANHE OS ARTIGOS ABAIXO INDICADOS.

 

Amigo de Israel

Existem 49 Estados Islâmicos (quase todos absolutas tiranias), e poucas críticas despertam. Israel é apenas 0,02% do Mundo Islâmico e 0,5% do Médio Oriente, e é a única democracia da região. Mas o Mundo vive obcecado com Israel. Nós somos portugueses e amigos de Israel.

Mostrando postagens com marcador História de Israel. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de novembro de 2016

História de Israel - Pré-Independência, Reconciliação e Terror

(A gente já sabe, minha senhora. Vá lá ouvir as prédicas da Ritinha Ferro e barafustar contra o Trump, que estudar faz "bué" de mal à cabeça e assim.)

Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:

 

https://1.bp.blogspot.com/-7WrBQhLRmmY/WDsleRXJVdI/AAAAAAAAOsw/RKNBwI16EhYiJbQqoHpez4BXAuqMClXaACLcB/s400/seder-olam-jerusalem-old-jews-1900.JPG

Velhos judeus em Jerusalém - início do século XX. A presença dos judeus na sua terra - Israel - é ininterrupta desde há mais de quatro milénios. Poucos povos e nações se podem gabar de ter tanta legitimidade histórica e jurídica.

 

 

Os modernos olim pisavam uma terra inóspita, não arável e cercada por vizinhos hostis. No entanto, os imigrantes jovens e idealistas das primeiras Aliyot não deixaram que isso os dissuadisse. Determinados a escapar de uma sociedade anti-semita na Europa, e cheios de amor pela pátria de Israel, os primeiros olim desembarcaram e deitaram mãos à duríssima tarefa de construir um país.

 

 "Esta é a Terra" - 1935

 

A primeira Aliyah, entre 1882 - 1903, estava cheia desses imigrantes, principalmente da Rússia, determinados a cultivar a terra e revitalizar a vida judaica em Israel. Eles estabeleceram cidades como Petah-Tikvah, Zichron Yaacov, Rishon LeZion e Rosh Pina. Embora não tivessem experiência agrícola ou agrária, estabeleceram assentamentos e cultivaram a terra.

Muitos partiram após alguns anos, desencorajados pela falta de sucesso, doenças desenfreadas e ataques esporádicos dos árabes locais; muitas comunidades teriam, soçobrado, se não tivesse sido o apoio do filantropo britânico Barão Edmond James de Rothschild, que ajudou a financiar os assentamentos até que ganhassem estabilidade. Os judeus das primeiras Aliyot procuraram mudar a própria natureza da Palestina, e voltar a fazer dela uma terra judaica, através de um processo de compra de tanta terra quanto possível. A comunidade árabe, alarmada com esse súbito afluxo de imigrantes judeus e compradores de terras, resistiu com ataques e tumultos em assentamentos judeus.

 

 

"19º Congresso Sionista" - 1935

 

A Segunda Aliyah, entre 1904 e 1914, foi uma das mais influentes, responsável pelo estabelecimento do movimento dos kibutz e pela revitalização da língua Hebraica. Os membros de Aliyah Bet fundaram o grupo de defesa HaShomer, a fim de proteger os imigrantes judeus dos cada vez mais frequentes, e mais hostis, ataques árabes. Em 1917, a Palestina tornou-se um Mandato Britânico, e  a Aliyah, que parou durante a Primeira Guerra Mundial, recomeçou.

 

A Terceira Aliyah, de 1919-1923, incluiu muitos imigrantes com formação agrícola que agora eram capazes de assumir a agricultura e criar uma economia sustentável.

 

https://1.bp.blogspot.com/-M8KB_dGxsh0/WDsmUzl7LQI/AAAAAAAAOs0/VRtvATFbBUwjCLqftwdk4_ZtIFpkn7zUwCLcB/s400/mur-des-juifs-un-vendredi.jpg

 

9 mil fotos de Israel do século 19. Nem sinal dos "palestinos".

 

Em 1920, os motins de Nabi Musa ocorreram dentro e ao redor da Cidade Velha de Jerusalém. As tensões com os árabes aumentaram, devido ao influxo maciço de imigrantes judeus, e os ataques multiplicaram-se. Todos os anos, os muçulmanos celebravam o feriado de Nabi Musa ( "Profeta Moisés") em Jerusalém, geralmente na época da Páscoa, e as festividades culminavam numa peregrinação de Jerusalém a Jericó, onde acreditavam que Moisés estava enterrado (mais uma distorção islâmica das Escrituras, pois o túmulo de Moisés é desconhecido, leia-se a Torá).

https://4.bp.blogspot.com/-3NiqHU1k__4/WDsw543lvHI/AAAAAAAAOtQ/zg-T4sfFwCI2O5Uo7BXLueiusCb0NboagCLcB/s400/images.duckduckgo.com.jpg

 

Hajj Amin al-Husayni, Grande Mufti de Jerusalém, grande aliado de Hitler.

 

Durante a celebração de 1920, os discursos inflamatórios levaram a um grande surto de violência em Jerusalém, e a meio da manhã de 4 de Abril, os judeus já haviam sido vítimas de ataques. Um dos incitadores foi Hajj Amin al-Husayni, que mais tarde se tornou o Grande Mufti de Jerusalém, grande aliado de Hitler e cúmplice do Holocausto. Seu tio, Musa al-Husayni, era o presidente do município de Jerusalém.  As multidões árabes foram levadas ao frenesi, saqueando o Bairro Judeu, atacando pedestres, destruindo lojas e casas judaicas e invadindo a Yeshiva Torah Chaim, onde rasgaram os pergaminhos da Torá e incendiaram o prédio. Em apenas três horas, 160 judeus foram feridos. Durante os três dias seguintes, os tumultos e os ataques continuaram.

 

 

 

"Terra Prometida" - 1924

A resposta britânica foi discreta; os ocupantes britânicos fizeram pouco para deter os agitadores árabes e, em muitos casos, impediram os judeus de se defenderem. O inquérito britânico culpou os sionistas por incitarem os tumultos, apesar de terem condenado Hajj al-Husayni a dez anos de prisão em julgamento à revelia,  e removido Musa al-Husayni de sua posição de presidente. 

No rescaldo dos tumultos, a imigração judaica foi severamente restringida pelos britânicos, a fim de apaziguar a população árabe. Os judeus responderam estabelecendo movimentos militares subterrâneos, ou seja, aHaganah, a fim de estarem mais bem preparados na próxima vez.

 

 

 

 "Após as revoltas árabes de 1929"

 

No entanto, o desastre atingiu novamente os judeus do ano seguinte. Em Maio de 1921, os "motins de Jaffa" começaram quando dois grupos rivais - o Partido Comunista Judeu e o Ahdut HaAvoda - se encontraram enquanto desfilavam, e uma briga explodiu ao longo da estrada de Jaffa para Tel Aviv. A comunidade árabe em Jaffa, ouvindo os sons da luta, foi à ofensiva. Homens árabes invadiram edifícios judaicos, destruindo tudo e matando os judeus, com as mulheres seguindo logo atrás a saquear mercadorias. Os civis judeus foram brutalmente assassinados e as lojas foram demolidas. Os árabes entraram em casas judaicas e mataram os moradores desarmados, incluindo crianças. Um albergue de imigrantes foi atacado e os judeus feridos.

 

Desta vez, o governo britânico interveio. Dois destroyers foram enviados para Jaffa e um para Haifa. O Alto Comissário britânico tentou falar com os árabes e acalmá-los. Musa al-Husayni, que tinha sido forçado a deixar sua posição de presidente no ano anterior, exigiu uma suspensão imediata e completa da imigração judaica. Os britânicos consentiram, e foram recusados autorizações a barcos que transportavam 300 judeus , e estes enviados de volta para Istambul. 

https://2.bp.blogspot.com/-r_7aOZDxc0A/WDsxeVl0JHI/AAAAAAAAOtU/rkqwY2393UQ7xHsKVVK36N_Tok1CD7a9ACLcB/s400/grand-mufti-of-jerusalem-750x409.gif

O Grande Mufti de Jerusalém, grande aliado de Hitler, passa revista às tropas islâmicas-nazis.

 

Hajj al-Husayni, também indiciado nos motins do ano anterior, foi nomeado Grande Mufti de Jerusalém. No final, quase cinquenta judeus foram mortos e mais de 140 foram feridos. Os motins devastaram a cidade de Jaffa, cujos habitantes judeus fugiram para Tel Aviv, nas proximidades. 

Além disso, as relações entre os sionistas e o governo britânico deterioraram-se, quando os britânicos levaram a julgamento alguns judeus que participaram nos tumultos. A imigração judaica foi suspensa, com o propósito declarado de não perturbar a economia da Palestina.

No entanto, os ataques árabes contra judeus e assentamentos judaicos aumentaram durante a década de 1920, assim como a imigração. A Quarta Aliyah, entre 1924 - 1929, trouxe 82.000 judeus, principalmente da Polónia e da Hungria. A Haganah (antecessor das Forças de Defesa de Israel) cresceu, à medida que a Grã-Bretanha continuava a deixar os judeus indefesos e vulneráveis. 

Em Setembro de 1928, os judeus que oravam no Muro das Lamentações durante os serviços de Iom Kipur montaram suas cadeiras e telas usuais, para separar os homens e mulheres durante a oração. Os britânicos ordenaram que os judeus removessem imediatamente as telas, alegando que assim violavam a regra que proibia os judeus de construírem qualquer coisa na área do Muro Ocidental. Hajj al-Husayni usou o incidente em seu proveito, e distribuiu panfletos alegando que os judeus estavam a planear a tomada da Mesquita Al-Aqsa, a mesquita adjacente ao Muro das Lamentações (e que na realidade não é nem nunca foi a verdadeira mesquita de Al-Aqsa, que nem fica em Israel).

https://4.bp.blogspot.com/-9T9zOiQ79CQ/WDs2cyDX2FI/AAAAAAAAOtw/644oaYoQlGkB-PIkThI4U8Gvsbr-HJdHACLcB/s400/french-newspaper-1929-fanatic-arabs-massacre-jews-in-the-streets-of-jerusalem.jpg

 

NADA mudou:

1929 - Fanáticos árabes massacram judeus nas ruas de Jerusalém

 

Quase um ano depois, em Agosto de 1929, as tensões atingiram um ponto de ruptura mais uma vez. Durante Tisha B'Av, o dia judaico nacional de luto, um grupo de judeus, liderado por Vladimir (Ze'ev) Jabotinsky, organizou uma manifestação alegando que o Muro Ocidental pertencia aos judeus. Rumores irromperam, e dizia-se que os judeus gritavam invectivas anti-muçulmanas. Depois de um sermão incendiário no dia seguinte, manifestantes árabes avançaram em direcção ao Muro e atacaram os adoradores judeus, queimaram os livros de orações e as preces em papel depositadas nas fendas do Muro. 

Em 23 de Agosto, após um boato de que os judeus haviam matado dois árabes, os árabes atacaram novamente os judeus na Cidade Velha, e a violência espalhou-se por toda a Palestina. Dezassete judeus foram mortos em Jerusalém.

 

 

 

"Uma Casa no Deserto" - 1947

 

Os piores massacres ocorreram em Hebron, onde quase setenta judeus foram mortos. Muitos dos árabes da cidade ofereceram refúgio aos seus vizinhos judeus em suas casas, mas depois de os motins terem terminado, os judeus foram forçados a evacuar, e os seus bens foram apreendidos pelos árabes até depois da Guerra dos Seis Dias de 1967. Em Safed, dezoito judeus foram mortos, e a principal avenida judaica foi saqueada e queimada.

 

https://2.bp.blogspot.com/-PtpwZn7OhG4/WDs0tPg0hsI/AAAAAAAAOtk/znAvj51RBIkBTgg906KI_8sMP5SFqOcmQCLcB/s400/Jabotinsky.jpg

 

Jabotinsky


Após os devastadores tumultos de 1929, foi criado o grupo militar Irgun,  sob a liderança de Ze'ev Jabotinsky. O governo britânico, percebendo a situação estava a ficar fora de controle, criou a Comissão Peel, que recomendava separar a Palestina em duas regiões autónomas. O plano nunca foi executado.

Na década de 1930, apesar das restrições à imigração judaica, os judeus continuaram a entrar na Palestina, procurando escapar do aumento da perseguição na Europa. A Quinta Aliah, de 1929 a 1939, era composta principalmente de judeus alemães, e a Aliyah Bet (1933 - 1948) consistiu principalmente de judeus que entraram ilegalmente na Terra de Israel/ Erets Israel, apesar das restrições britânicas. Mais uma vez, a rápida imigração levou a um aumento dos ataques árabes, culminando nos distúrbios árabes de 1936-1939.

Em 1936, os trabalhadores árabes organizaram uma greve com o objectivo de acabar com a imigração judaica, proibir a venda de terra na Palestina aos judeus e criar um estado palestino independente. A greve levou a uma revolta geral e a uma série de ataques contra cidades judaicas e moradores judeus. Os britânicos tentaram reprimir os atiradores árabes, mas, apesar dos seus esforços, e dos da Haganah e do Irgun, os combates duraram quase três anos. No final, mais de 400 judeus haviam sido mortos.

 

 

  

 

 "A Catástrofe de Tiberíades" - 1934

 

Um resultado dos tumultos foi a emissão do Livro Branco britânico, que essencialmente renegou os compromissos que a Grã-Bretanha havia feito naDeclaração de Balfour, duas décadas antes, e que prometia estabelecer uma pátria para os judeus na Palestina.

A Grã-Bretanha afirmou que a criação de uma pátria judaica já não era uma prioridade, e a imigração judaica, apesar das atrocidades cometidas na Europa, permaneceu severamente limitada.

Enquanto a política da Agência Judaica era apoiar o governo britânico no conflito com a Alemanha, um grupo dissidente do Irgun formou sua própria organização militar, o Lehi, ou Grupo Stern, que lutou contra os britânicos em Israel. Após a Segunda Guerra Mundial, o Movimento de Resistência Judaica foi formado, e os ataques contra os britânicos aumentaram.

A política britânica de restringir a imigração a Israel, no entanto, à luz da tragédia do Holocausto, recebeu publicidade negativa, e no final da década de 1940, a Grã-Bretanha recomendou entregar o problema palestino à ONU. 

 

 

 

"A Terra de Israel Libertada" - 1919

 

 

Bibliografia:

Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

Myths and Facts

 

Filmes de:

 

Steven Spielberg Jewsih Film Archive

 

https://4.bp.blogspot.com/-IOyIHedxkF4/WDs8HevFATI/AAAAAAAAOuI/BlejylLclf0k3-xJThllqe_mvTykja4mQCLcB/s1600/palflag-300x265.png

 

Bandeira da "Palestina" durante o Mandato Britânico. O nome Palestina-Eretz Israel, ou apenas Palestina, era sinónimo de uma nação judaica com mais de 3.000 anos de História. A soberania foi dado aos Árabes sobre mais de 96% do território anteriormente ocupado pelo Império Turco Otomano no Médio  Oriente. OsJudeus receberam a pequena Palestina, em reconhecimento dos seus laços históricos. Mas a obsessão do Mundo permanece esses 0,5% do Médio Oriente que Israel constitui.

 

Nunca existiu uma Palestina árabe ou muçulmana:

 

A Mentira Soviético-Palestina

Postado por Oliveira da Figueira às 20:06 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 25 de outubro de 2016

História de Israel - O Mandato Britânico

Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:

https://4.bp.blogspot.com/-azm1SwCoTv0/WA-URr5wkOI/AAAAAAAAODI/1M5vMFWUR7sRaqimxR_8wDjMhEvznqKmwCLcB/s400/Larousse-French-dictionary-from-1939-Palestine-is-Jewish-700x357.jpg

Dicionário Larousse, ano de 1939. Na página da esquerda, em cima, na bandeira da Alemanha, que era então a bandeira nazi, com a respectiva cruz suástica. E como era, em 1939, a bandeira da Palestina?

Era assim:

https://3.bp.blogspot.com/-mhLeoGFcNcA/WA-UxbBITFI/AAAAAAAAODM/4RVwARE5tzIO5RLstSffFvvT4jfOzB3MQCLcB/s1600/Palestine-Mandate-Jewish-Flag-300x187.jpg

"Palestina" foi o nome  dado pelos ocupantes Britânicos à Terra de Israel. Nunca existiu nenhuma Palestina árabe. Israel é a terra dos judeus, desde há MILÉNIOS. Como Portugal é a terra dos portugueses, não importa quantos nomes tenha tido (Condado Portucalense, Reino de Portugal e dos Algarves, República Portuguesa) ou que tenha estado sob a soberania Espanhola.

 

Após a dissolução do Império Otomano, no final da Primeira Guerra Mundial, Israel, então chamado Palestina (o mesmo nome que os Romanos lhe tinham dado, derivado de Filistina/Terra dos Filisteus, povo já extinto ao tempo da ocupação Romana), tornou-se território administrado pelo Império Britânico. 

 

Os turcos-otomanos foram derrotados no início da Primeira Guerra Mundial, e a Palestina ficou sob controlo militar britânico enquanto a guerra durou. Os britânicos melhoraram a qualidade de vida dos judeus e dos árabes na então Palestina Britânica, melhorando o abastecimento de água e de alimentos, combatendo as doenças, e melhorando as comunicações. 

 

Em 1922, após a Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações deu formalmente o controlo temporário da Palestina ao governo britânico; o objectivo declarado da Liga das Nações para o Mandato Britânico era administrar partes do extinto Império Otomano, que tinha controlado todo o Médio Oriente desde o século 16, até que os residentes locais estivessem prontos para o auto-governo. 

 

https://2.bp.blogspot.com/-MOb4STHrgdI/WA-U_VA3WpI/AAAAAAAAODQ/7zrfWHKTERwqr1VsYv_vRk41777aRz_KgCLcB/s400/map%2Bverison%2B6.jpg

Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade.

 

A Grã-Bretanha foi incumbida de criar um lar nacional para o povo judeu. O trabalho da Grã-Bretanha foi o de implementar a Declaração de Balfour, que tinha sido assinada havia cinco anos, afirmando o desejo da Grã-Bretanha de criar uma pátria para os judeus na Palestina Britânica. O governo britânico, no entanto, fez promessas conflitantes aos judeus e aos árabes, prometendo a cada um a sua área autónoma. A elaboração do mandato e a demarcação das fronteiras de Israel foi um acto de equilíbrio delicado, cheio de conflitos. O Comité para a Palestina, por exemplo, opôs-se à frase invocando a "reivindicação" histórica do povo judeu na Terra Santa; a frase foi, consequentemente, reformulada.

O mandato foi finalmente ratificado em Junho de 1922. Durante os anos do Mandato, que durou de 1922 até à declaração de um Estado independente de Israel em 1948, a população judaica cresceu. Mais de 300.000 judeus imigraram para Israel, e estima-se que outros 50.000 imigraram ilegalmente. No início, os imigrantes não encontraram oposição da população árabe local. 

 

No entanto, como o anti-semitismo e a perseguição aos judeus a aumentavam na Europa, assim como o número de imigrantes para Israel, os árabes começaram a sentir-se desconfortáveis e ressentidos, e o governo britânico colocou limites estritos em matéria de imigração. As tensões aumentaram entre judeus e árabes, e ocorreram tumultos, como os motins Hebron, em 1929. 

Foi nessa época que a população judaica começou a formar as suas próprias forças de defesa, como o Haganah e o Irgun, que serviram de base ao IDF - Forças de Defesa de Israel. Ainda assim, um grande progresso foi feito em Israel. A economia do sector judaico foi crescendo, bem como outros aspectos da vida judaica. Um sistema de ensino centralizado foi criada em 1919; em 1920, a Federação de trabalho Histadrut foi fundada; o Instituto Technion e a Universidade Hebraica de Jerusalém foram ambos estabelecidos durante os anos de mandato. 

 

https://4.bp.blogspot.com/-9kgTM-pvrX4/WA-ZRRVH6KI/AAAAAAAAODg/4n7CI4VnDwk572airHvLTCU4s6QHPSGWQCLcB/s400/Israel-1.jpg

Plano de Partição da Palestina Britânica em 1922: 77% para os invasores árabes e 23% para os nativos judeus. A percentagem viria a ser ainda mais alterada a favor dos árabes. Mas nunca chega. O objectivo do mundo islâmico e da esquerda são os 0% de território e os 0% de judeus no Mundo.

 

Na sequência de revoltas árabes, entre 1936 e 1939, a Grã-Bretanha emitiu o Livro Branco, essencialmente renegando os princípios estabelecidos no Mandato, bem como a Declaração de Balfour. Severas restrições foram colocadas sobre a imigração judaica, bem como sobre os direitos de propriedade de terras judaicas. 

 

Durante os anos da II Guerra Mundial, a pequena quota foi rapidamente atingida, e os judeus que fugiam do Holocausto foram impedidos de entrar em Erets Israel, então chamada a Palestina Britânica. 

 

A opinião pública judaica voltou-se contra os britânicos, e as organizações clandestinas de defesa judaicas realizaram ataques contra os britânicos. A proibição de imigração permaneceu em vigor, mas o mandato foi-se tornando cada vez mais impopular. 

 

Após a Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas (a antiga Liga das Nações), adoptou o Plano de Partilha, essencialmente dividindo a Palestina Britânica em um Estado árabe e um Estado judeu, com Jerusalém sob controlo internacional. Isto levou a Grã-Bretanha a terminar o seu mandato e Israel a declarar sua independência em Maio de 1948.

 

Bibliografia:

Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

Myths and Facts

 Em caso de dúvida, (re)leia:

Mas afinal quem são os "palestinos"?

e

 Inventando a Palestina e os palestinos - 1

 

 Inventando a Palestina e os palestinos - 2

 

 Inventando a Palestina e os palestinos - 3

 

Este post foi publicado também no blogue O MELHOR DO AMIGO DE ISRAEL.

 

Israel - O Nascimento de uma Nação

 

 

 

Postado por Oliveira da Figueira às 18:44 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 15 de outubro de 2016

História de Israel - O Holocausto

 

 

Holocausto refere-se ao assassínio de milhões de judeus por Adolf Hitler e pelos nazis, antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Os judeus às vezes referem-se ao Holocausto como a Shoah, que significa "catástrofe terrível".

 

Motivado por um ódio fanático aos judeus e por um desejo louco de livrar a sociedade do que considerava elementos "indesejáveis", o regime nazi que governou a Alemanha durante metade do século XX, envolveu-se num esforço sistemático e brutal para destruir o povo judeu. 

 

Começaram gradualmente, com restrições legais agressivas, tais como as Leis de Nuremberga, promulgadas em 1935, que restringiram as liberdades dos judeus e reduziram-nos ao nível de cidadãos de segunda classe.

 

No auge da febre de assassínio e da opressão nazi, no início dos anos 1940, os judeus de toda a Europa foram presos e enviados para campos de concentração, onde viviam em condições deploráveis ​​e foram mortos aos milhares em câmaras de gás. 

 

A campanha implacável dos nazis para acabar com toda a população judaica da Europa quase teve êxito. Até o final da Segunda Guerra Mundial, seis milhões de judeus haviam sido mortos - cerca de um terço da população judaica do mundo nessa época.

Infelizmente, grande parte do mundo olhou para o outro lado quando lhe apresentaram evidências dos crimes nazis. O esforço nazi para desumanizar os judeus aos olhos do público - para os apresentar como forças do mal, corrompendo a pureza da sociedade europeia, foi bastante bem sucedido, e permitiu que os nazis capturassem e matassem os judeus sem despertar a indignação pública generalizada.

 

 

 

Finalmente, em 1945, as tropas aliadas derrotaram o exército alemão e libertaram os campos de concentração, vendo em primeira mão os horrores inimagináveis ​​que tinham sido infligidos às vítimas de Hitler, e libertando milhares de prisioneiros sobreviventes que estavam quase mortos.

 

Os judeus foram transferidos para zonas de ocupação americanas, britânicas e soviéticas, onde viveram até que tiveram lugares seguros e estáveis ​​para onde ir. Muitos foram para a Terra Santa, na esperança de que um Estado judeu seria estabelecido - uma esperança que foi realizado em 1948, com o nascimento do moderno Estado de Israel.

 

Porque o impacto do Holocausto foi tão devastador e teve tanto impacto, a maioria dos judeus de hoje considera-se como sobrevivente do Holocausto. Por esta razão, sentem um pesado fardo e a grande responsabilidade de contar e recontar a história desses anos excruciantes.

 

Eles esperam que, ao tornar a História conhecida, ajudar a garantir que tal tragédia nunca acontecerá novamente. Com o actual ressurgimento do anti-semitismo, as ameaças à nação judaica que vêm de líderes muçulmanos radicais, como os do Irão, e as ameaças terroristas contínuas a Israel e às comunidades judaicas em todo o mundo, os judeus sabem que, por mais doloroso que possa ser, lembrar o Holocausto é essencial.

Se de facto é verdade que "aqueles que não se lembram o passado estão condenados a repeti-lo", é extremamente importante para eles - e para todos nós - permanecermos vigilantes.

 

Bibliografia:

Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

 

https://3.bp.blogspot.com/-URQsn3pv2Do/WAJhLZEGSHI/AAAAAAAAN60/GExrS5jzorIcDwwG-MbI3ws2pWwUZLEMgCLcB/s320/quotes-from-night-by-elie-wiesel-quotes-eWbnfB-quote.jpg

 

Eu jurei nunca me calar, sempre e onde quer que haja seres humanos sujeitos a sofrimento e humilhação. Devemos sempre tomar partido. A neutralidade joga a favor do opressor, nunca da vítima. O silêncio encoraja o atormentador, nunca o atormentado!

- Elie Wiesel, sobrevivente do Holocausto.

 

 

 

 MUSEU DO HOLOCAUSTO (PT)

 

 HOLOCAUSTO (JEWISH VIRTUAL LIBRARY)

 

Museu do Holocausto/Israel

 

 

Os quase 55 milhões de muçulmanos na Europa, tal como o bilião e 600 mihões de muçulmanos do Mundo, exigem novo e definitivo Holocausto.

Os poucos judeus que ainda por cá havia, estão a fugir. O Mundo não os quer em lado nenhum. Sobretudo não os quer na migalhinha que resta da Terra de Israel.

Em França, a extrema-esquerda, os neo-nazis e os muçulmanos, já atacam os judeus em bandos pelas ruas, como nos tempos de Hitler.

 

 

O HOLOCAUSTO DOS CRISTÃOS, HOJE!

Temos também uma pequenina secção dedicada ao Holocausto neste blogue.

Uma das características que nos intrigam, na época que a Humanidade presentemente vive, é o frenesim de ódio e loucura em que muitas pessoas ficam quando se refere o Holocausto dos judeus (a que este post faz referência) ou o Holocausto dos cristãos (actualmente a decorrer):

Administração Obama na vanguarda da jihad global

Os "refugiados" e o Holocausto dos Cristãos

 

https://3.bp.blogspot.com/-kFYJ5Fnbkoo/WAJkt7vfuDI/AAAAAAAAN68/snqav5DWIB0FywI_kyE9NhllhwSMFk0qACLcB/s1600/index.jpg

  

Este post faz parte da série HISTÓRIA DE ISRAEL e foi publicado também no blogue O MELHOR DO AMIGO DE ISRAEL.

 

Não podemos ficar comodamente, hipocritamente, quietos e calados, enquanto o Mundo arde e os inocentes ardem literalmente com ele.

Temos TODOS que ajudar a transformar a Escuridão em LUZ:

 

Postado por Oliveira da Figueira às 18:25 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

domingo, 3 de julho de 2016

História de Israel - O Sionismo Moderno (3)

 Conclusão de:

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)

História de Israel - O Sionismo Moderno (2)

 

https://3.bp.blogspot.com/-CD0uiwCN60Q/V3mHM7Gx-NI/AAAAAAAAL8Y/W83pLr2bb4spG-xZ5pbOii2sOqDaV-qugCLcB/s400/BILU.gif

 

BILU - Pioneiros judeus da Diáspora regressam a Israel

 

Um dos grupos de judeus que fugiram aos pogroms russos indo para Israel, chamava-se "Bilu". O nome é um acrónimo de um versículo de Isaías 2, que exorta a "Casa de Jacob" a "ascender". O objectivo do Bilu foi restabelecer uma comunidade judaica forte em Israel, e, assim, trazer a "redenção".

O primeiro grupo de Biluim foi fundado por um grupo de estudantes universitários que viajou para a Terra de Israel, ainda sob domínio Otomano, em 1882. Rapidamente se lhes juntou o grupo Hovevei Zion e estabeleceu a cooperativa agrícola de Rishon LeZion.

 

https://4.bp.blogspot.com/-Lm2dvRSR94k/V3mH6jfwM-I/AAAAAAAAL8g/DdXEWp4lbVYzxLgc3Qv97zmlKUum1TESwCLcB/s400/map%2Bverison%2B6.jpg

A História da Terra de Israel em gráfico, a partir de 1516 e do domínio Turco Otomano, até aos dias de hoje.

Embora inicialmente os esforços agrícolas tivessem falhado, devido à falta de água potável, o Barão Rothschild interveio e financiou uma adega em Rishon, que acabou por se tornar um negócio rentável. Rothschild também ajudou os Biluim a estabelecerem a cidade de Zichron Yaacov.

 

https://2.bp.blogspot.com/-06vEE6tsMVI/V3mJ6WVLmMI/AAAAAAAAL8s/sGJDXfcawtsC8TyjRd-6FHcOjO6WfQTPwCLcB/s400/quote-no-previous-civilization-has-been-able-to-achieve-it-nor-can-we-see-even-in-the-remote-leon-pinsker-89-95-49.jpg

"Nenhuma Civilização ainda o alcançou, nem conseguimos ainda vislumbrar os dia da Era Messiânica, quando toda a Humanidade viverá em fraternidade e concórdia. Até lá, as nações devem dirigir as suas aspirações a um 'modus vivendi' tolerável" -  Leon Pinsker


Leon Pinsker, um médico polaco e Sionista que viveu em meados de 1800, inicialmente tinha sido convencido pelo movimento Iluminista de que a solução para o anti-semitismo era a assimilação. No entanto, a onda de pogroms russos na década de 1870 e 1880 mudou o seu pensamento, e tornou-se um defensor de um Estado judeu, afirmando que os judeus, perpetuamente sem-tecto, perseguidos durante séculos, só poderiam encontrar a paz na Terra de Israel.

O seu livro, "Auto Emancipação", ao contrário de Hess (ver posts anteriores), fez um splash e provocou reacções fortes. Pinsker tornou-se também um dos fundadores do movimento Hovevei Zion, financiado pelo Barão de Rothschild.

A fim de ser formalmente reconhecido pelo governo russo, o movimento tornou-se uma instituição de caridade, a "Sociedade de Apoio aos agricultores e artesãos da Síria e Eretz Israel judeu", mais tarde conhecida como o Comité de Odessa.A comissão foi dedicada à promoção da agricultura de Israel, e ajudou a estabelecer a comunidade de Rehovot e Rishon LeZion, entre outras.

 

https://2.bp.blogspot.com/-Ooad5ahgdhg/V3mLfyM1R4I/AAAAAAAAL84/PnrJvUqs7ccTB31AJdgYUMzhQY1tdGioQCLcB/s400/EncJud_Bilu-band4-kolonne1001-veteranen-40j-Rishon-le-Zion1922.jpg

1922 - Veteranos da "aliyah", ou aliá, comemoram a fundação de Rishon LeZion.

 

Estes Sionistas iniciais, conhecidas como "Proto Sionistas", abriram o caminho para as ondas maciças de imigração para Israel, de judeus da Diáspora que se foram juntar aos seus irmãos judeus que sempre viveram em Israel. O regresso do povo judeu à sua Terra ancestral chama-se "aliyah", a partir da palavra Hebraica "ascender" - a partir do final do século 19.

 

Bibliografia: Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

 

https://2.bp.blogspot.com/-wLem3aVSbGM/V3mRfuoTY7I/AAAAAAAAL9M/S8T3ADnWScYHuTWRB87yrd200C9ARCc7QCLcB/s320/4244809609_5e7482a131.jpg

Com o desmoronamento do Império Turco Otomano, todo o mapa do Médio Oriente foi redesenhado. Apenas a existência do pequeno Estado de Israel (o único que não é muçulmano - ó que surpresa...) é contestada!

 

- Estes três singelos posts sobre o Sionismo não pretendem, nem de longe, esgotar o tema. Servem como convite às pessoas de boa-vontade para que aprofundem o estudo da História de Israel. Numa velha estratégia nazi/comunista, de demonização dos judeus, o termo "Sionismo" tem ganho conotação negativa. Sionismo é apenas o nome do movimento que defende o direito de o povo judeu viver LIVRE na sua Terra ancestral. Como qualquer outro povo do Mundo. Não é por acaso que os povos nativos que ainda não reconquistaram a sua soberania (vide por exemplo o Tibete) são profundamente Sionistas.

 

Postado por Oliveira da Figueira às 23:15 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quarta-feira, 29 de junho de 2016

História de Israel - O Sionismo Moderno (2)

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)

 

https://4.bp.blogspot.com/-Ob2niHLbqFI/V3PxTnua2LI/AAAAAAAALzk/prmHpYffxBcspJQrgbqb4ZMM-DmCFtiIwCLcB/s1600/200px-Moses_Montefiore.jpg

 

 Sir Moses Haim Montefiore

A simpatia pela causa Sionista contou com figuras políticas de relevo, como Sir Moses Haim Montefiore, um judeu britânico, banqueiro, empresário e filantropo, e o Barão Edmond Benjamin James de Rothschild, um judeu francês, banqueiro, filantropo, artista e figura de destaque na Sociedade.

https://2.bp.blogspot.com/-P4ssLyk_4c0/V3PxPus_HFI/AAAAAAAALzc/y9-U8WuMWkENlJBwzR1XCjJ5ySpxPtlrgCLcB/s320/TOP-BLOODLINES-EdmondBenjaminJamesdeRothschild.jpg

  

Barão Edmond Benjamin James de Rothschild

Kalischer (ver post anterior) viajou pela Alemanha, angariando simpatizantes para irem para Israel cultivar a terra. O filho do rabino Kalischer, Wolf Kalischer, fundou a escola agrícola Mikve Israel, localizada perto de Tel Aviv, apoiada financeiramente pelo Barão Rothschild. O zelo de Kalischer e  a sua devoção incessante pela sua causa, combinados com as suas boas relações com homens poderosos da época, fizeram dele um dos pilares do moderno Estado de Israel.

https://3.bp.blogspot.com/-qwxEUPzWo0Q/V3P0voewrUI/AAAAAAAALzw/frXbjgj4xZEL44iCGif0OWA00GVOF3txgCLcB/s1600/291007Rothschild3.gif

Século 19: o Barão Rothschild em visita a Israel

 

Embora a maioria dos influentes Sionistas iniciais fosse de ascendência asquenazita, os judeus sefarditas* tiveram também papel de relevo. Judá ben Solomon Hai Alkalai, nascido em Sarajevo, escreveu um livro cujo tema da redenção através do regresso à Terra de Israel teve grande impacto nos escritos de Kalischer.

 * - Judeus sefarditas são os que, após a destruição do Sendo Templo de Jerusalém, vieram instalar-se no Ocidente da Europa e Norte de África.

 

https://4.bp.blogspot.com/-ZUBEbIjcI8o/V3P2Em8u9qI/AAAAAAAALz4/rNzRWvqWuhQJEaZwCITsebNL1G2e7_w2ACLcB/s1600/alkalai.jpg

 

 Judá ben Solomon Hai Alkalai

 

Moses Hess, francês, filósofo e judeu secular, activo no início dos anos de 1860,  viu a ascensão do nacionalismo na Itália e na Alemanha, e previu que os alemães acabariam por ser intolerantes com as aspirações nacionalistas dos outros povos.

No seu livro, "Roma e Jerusalém: A Última Questão Nacional", que passou relativamente despercebido no seu tempo, declarava que o estabelecimento de uma pátria para os judeus na Palestina era a única solução duradoura para o anti-semitismo. Hess foi homenageado posteriormente pelo seu papel no estabelecimento do Estado de Israel.

 

https://4.bp.blogspot.com/-YI7UrjduU4M/V3P3iYq8-1I/AAAAAAAAL0I/LYhoTNSgz-ELgDuEYPP8z1HGJjRTpmSIQCLcB/s1600/moses-10.jpg

"A época do domínio racial está a chegar ao fim. Mesmo os mais pequenos povos, sejam eles germânicos ou românicos, eslavos ou nórdicos, célticos ou semitas, assim que avançarem com as suas reivindicações a um lugar entre as nações históricas, vão encontrar apoiantes e simpatizantes entre as poderosas nações ocidentais civilizadas".

Moses Hess - "Moses Hess, Rome and Jerusalem" via Zionism on the Web

 

Os pogroms (ataques anti-semitas) na Rússia, de 1881 a 1884, destruíram milhares de lares judeus em 166 cidades em todo o Império do Sul. Ao princípio, as mortes não eram em número elevado, mas as famílias foram reduzidos à pobreza. 

 

 

O czar culpou os judeus pelos pogroms (como hoje os islamistas matam judeus e afirmam que são os judeus os atacam) e promulgou duras restrições contra eles. Nos anos 1903 a 1906, um pogrom muito mais brutal eclodiu, matando cerca de 2.000 judeus. Outros motins eclodiram em Odessa entre 1859 e 1905, causando centenas de mortos.

 

https://4.bp.blogspot.com/-usr_hoXTWQU/V3P8xHKTH6I/AAAAAAAAL0Y/uWPl93MjGZUzei0RVRNrm0ZoY48jhIKTACLcB/s320/Auf_der_Flucht.jpg

 

Os pogroms foram parte do plano de russificação do Czar Alexandre III. Alexandre acreditava que a Rússia só poderia ser forte se fosse "verdadeiramente russa". Tentou forçar a saída de todas as minorias étnicas da Rússia. Um grupo que Alexandre queria fora da Rússia eram os judeus. Os pogroms são o nome dos cossacos enviados para destruir as aldeias judaicas. Pogrom tornou-se uma palavra que significa um motim dirigido contra um grupo particular de pessoas. Aparentemente, a ideia de russificação não funcionou muito bem. Não muito depois, a Rússia foi derrotada pelo Japão na Guerra Russo-Japonesa - via pgawaorld.

 

https://4.bp.blogspot.com/-no6LvEZc36s/V3QCh8mhD7I/AAAAAAAAL0o/E78R8HhzJdMZu3TJWS5L6XT8dvn6MAMewCLcB/s320/868px-Shilder_AlexanderIII.jpg

"Não creio que fosse jamais popular em França a aliança com um povo estúpido e sem livros. Todo o ser de alta civilização espiritual gosta que os amigos, com quem se mostra perante o mundo, pertençam à mesma alta elite" - Eça de Queirós sobre a aliança francesa com a Rússia de Alexandre III (na imagem).

 

Estes ataques obrigaram os judeus a modificar a percepção do seu estatuto na Rússia; a imigração para os Estados Unidos e a ideologia Sionista experimentaram um crescimento, no seguimento destes ataques anti-semitas. Embora a maioria dos judeus que fugiam da Rússia tenha ido para os EUA, alguns grupos decidiram fazer aliá (ir para Israel, a Terra dos seus ancestrais).

Bibliografia: Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

 

 

Vida quotidiana judaica na Ucrânia: pessoas humildes, honestas e trabalhadoras como estas, por serem judeus, têm sido ao longo da História acusadas, sem jamais ter sido apresentada qualquer prova, de "dominarem secretamente o Mundo" e outros absurdos. Ainda hoje, na Internet, o velho mito se reveste de novas e sofisticadas formas. Dantes, eram acusados de envenenarem os poços, hoje são acusados de serem lagartos do Espaço que dirigem secretamente a suposta sociedade secreta Illuminati.

Em baixo: Filmes caseiros raros descrevem a vida em família, as festas de aniversário, as férias, e muito mais, um vislumbre da vida dos indivíduos judeus na Europa, que logo depois foram arrastados para a destruição do Holocausto - United States Holocaust Memorial Museum

 

Em baixo: uma entre muitas histórias de heroísmo: Corrie ten Boom (1892-1983), cristã, fiel da Igreja Reformada Holandesa, protestou contra a perseguição nazi aos judeus, escondeu e salvou muitas vidas, acabando por ser presa. As diferenças de crença religiosa não a impediram de ver em cada ser humano um irmão. É esse o ideal que o Mundo conheceu através dos Judeus, precisamente.

 

 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

História de Israel - O Sionismo Moderno (1)

https://2.bp.blogspot.com/-lm03VIZNWiE/V3FrnzaAx5I/AAAAAAAALuI/6nHSBtkkQ1ky99FG4_FYXerFu-EdIwIHQCLcB/s320/%25C3%25ADndice-mois%25C3%25A9s.jpg

 

Fuga para a Liberdade

 

    O "Sionismo" já existia como conceito, não necessariamente sob esse nome, desde os tempos Bíblicos, quando os judeus, sofrendo durante seu primeiro exílio na Terra do Egipto, foram liderados por Moisés e começaram a sua jornada de regresso a casa, para a Terra de Israel. 

 

    Desde então, tem havido vários períodos ao longo da História judaica durante os quais os judeus foram exilados da sua terra ou perseguidos dentro dela. No entanto, os judeus, persistentemente, teimosamente, sempre se recusaram a desistir da sua terra natal, e em todas as gerações têm tentado voltar para casa e reviver a cultura e a vida judaica em Israel. Exemplos não faltam: Ezra e Nehemias, que trouxeram os judeus de volta do exílio Babilónico e reconstruíram o Segundo Templo; ou Nachmanides e Judah Halevi, dois grandes estudiosos da Idade Média que deixaram as suas casas na Diáspora para irem para Israel. Quatro nomes numa grande lista, de pessoas e de famílias, cujo objectivo de vida foi o regresso à sua terra natal.

 

 

    A Idade das Luzes ( "Haskalah", em Hebraico), durante os séculos 18 e 19, revolucionou a forma como as outras nações viam os judeus, e a maneira como os judeus se viam a si mesmos. Começou finalmente a ser concedida aos judeus igualdade de direitos e cidadania em países de toda a Europa, começando pela França, e muitos assimilaram a sua nova cultura e país, popularizando o judaísmo secular. Ao mesmo tempo, o anti-semitismo estava em ascensão, mas desta vez teve motivação racial, e já não religiosa. Para muitos judeus, o aumento do anti-semitismo, particularmente na Rússia, combinado com as noções iluministas da era do "nacionalismo" agitaram de novo as aspirações Sionistas.

 

https://1.bp.blogspot.com/-M9qll2pJ0GI/V3FsBsLQMfI/AAAAAAAALuQ/8ozGy5nV1aILMRvGziTr-TJqanNGBY_IwCLcB/s1600/Vilna-Gaon-207x300.jpg

 

 

 Vilna Gaon - imagem do site Jewish History

   

Vozes judaicas influentes reconheceram a importância de o povo judeu tomar medidas para restabelecer Israel como a pátria dos judeus. O Vilna Gaon, um sábio da Torá lituano, exortou os seus seguidores a fazerem aliá (regresso) e repovoarem a Terra de Israel. Embora ele mesmo nunca tenha ido para Israel, após a sua morte, um grupo de 500 dos seus seguidores empreendeu a árdua viagem para Israel, entre os anos de 1800 e 1812. Acabaram por se instalar em Jerusalém, espalhando os ensinamentos do Vilna Gaon e estabelecendo uma vibrante presença asquenazita* em Israel.

       * - Asquenazitas são os judeus que após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém, se refugiaram na Europa de Leste.

 

    O Rabino Zvi Hirsch Kalischer, um rabino alemão que viveu no início do século 19, foi um dos primeiros Sionistas modernos, e também tomou medidas práticas para reconstruir a Terra de Israel. O seu objectivo era restabelecer Israel como Pátria para os judeus perseguidos da Europa de Leste, bem como melhorar a vida dos judeus que já viviam em Israel. Ele acreditava que, como nos tempos Bíblicos, o sucesso na terra dependia das realizações agrícolas.

https://3.bp.blogspot.com/-wvgVNsVTXu8/V3FsdE2WGeI/AAAAAAAALuc/lyN1LyCBoeYBfkt3F1Ev0NS2VPH50i86QCLcB/s320/Stp-88.jpg   

O Rabino Zvi Hirsch Kalischer, num selo comemorativo, de 1916(repare-se que em 1916, Israel estava ainda sob domínio Turco, e viria a passar para o domínio e Britânico, mas a simbologia, a Língua e o homenageado dão Judeus, como judaica sempre foi a Terra de Israel)

 

    Com doações de judeus da Diáspora, Kalischer planeou cultivar a terra, abrir uma escola agrícola, e formar um grupo militar, a fim de proteger os novos e frágeis. assentamentos O seu livro, Derishat Zion, resume a sua filosofia: Os judeus só podem sobreviver se se ajudarem a si mesmos, e eles deveriam fazê-lo contribuindo monetariamente para a revitalização da Terra de Israel.

 

 

    Esse movimento foi chamado Hovevei Zion, que significa Amantes de Sião. Foi um precursor do movimento Sionista moderno. O seu objectivo era promover a imigração para Israel, e fazer progredir os assentamentos judaicos existentes, centrando-se especificamente no desenvolvimento agrícola.

 

Bibliografia: Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

 

https://1.bp.blogspot.com/-YjAYArKyksQ/V3FtDjT18ZI/AAAAAAAALuo/JE7-5ot8OGEc_idN3y25k9ZvZUSrItLPQCLcB/s400/map%2Bverison%2B6.jpg

 

 Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade. Nunca existiu nenhuma "Palestina" Árabe!

Postado por Oliveira da Figueira às 19:13 2 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

domingo, 5 de junho de 2016

História de Israel - Após a Primeira Guerra Mundial

https://2.bp.blogspot.com/-kSXooZQx5Rk/V1RBIYNkclI/AAAAAAAALCQ/LyK5mcFtWKoWbB6x13l2BnFgrii0Hh3iQCLcB/s400/Larousse-French-dictionary-from-1939-Palestine-is-Jewish-700x357.jpg

Dicionário Larousse, ano de 1939. Na página da esquerda, em cima, na bandeira da Alemanha, que era então a bandeira nazi, com a respectiva cruz suástica. E como era, em 1939, a bandeira da Palestina?

 

Era assim:

https://1.bp.blogspot.com/--Ms0fzERz7s/V1RBejVt4FI/AAAAAAAALCY/p1O4h9uvv4U9k-J0Ud-jCrGdZKBUkOXtgCLcB/s1600/Palestine-Mandate-Jewish-Flag-300x187.jpg

 

"Palestina" foi o nome  dado pelos ocupantes Britânicos à Terra de Israel. Nunca existiu nenhuma Palestina árabe. Israel é a terra dos judeus, desde há MILÉNIOS. Como Portugal é a terra dos portugueses, não importa quantos nomes tenha tido (Condado Portucalense, Reino de Portugal e dos Algarves, República Portuguesa) ou que tenha estado sob a soberania Espanhola.

 

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dosmedia afiliados ao islamismo (Al-Público &amp; Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. Esse tipo de propaganda é a versão actual do Nazismo, tenhamos isso bem presente.

 

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo:  O Melhor do 'Amigo de Israel'

 

https://3.bp.blogspot.com/-lzcdjMTq_Zg/V1RCQ0v7cyI/AAAAAAAALCk/32ojGn4kz4oCbFzF1m1tmffCZpjFeg2XgCLcB/s400/symph1.jpg

A Orquestra Sinfónica da Palestina, em 1936. Na imagem podemos ver o seu fundador, Bronislaw Huberman, e o compositor Toscanini. Em 1948 a orquestra mudou o nome para Orquestra Filarmónicade Israel. Todos os músicos eram judeus.

 

A Grã-Bretanha e a Liga das Nações criaram o Mandato da Palestina como o lar nacional judeu em parte por causa do número crescente de judeus e das suas realizações no período pré-Primeira Guerra Mundial. Entre 1890 e 1915, a população judaica aumentou de 42.900 para 83,000. Os judeus, já livres do jugo Otomano, construíram infra-estruturas, fizeram prosperar fazendas, vilas e cidades, criaram instituições sociais, introduziram inovações, como comunas socialistas (que ainda hoje existem, os famosos kibutz), fizeram reviver o Hebraico e criaram uma cultura rica.

https://1.bp.blogspot.com/-0XvnYAWLpF4/V1RRqKIPU9I/AAAAAAAALD4/Fm50CQ5jMBQgQ0GOmgrgTCwytQKDU594wCLcB/s320/9a0daf924bfc35049c31764d9020cbe6.jpg

 

Os judeus de novo livres na SUA TERRA, a Profecia que se cumpriu.

 

Durante o Mandato Britânico (1920-1948), os Sionistas continuaram as suas políticas de antes da guerra, comprando e restaurando a terra, muitas vezes utilizando técnicas agrícolas inovadoras, que trouxeram prosperidade a uma terra que parara no tempo durante o domínio Otomano.

 

 Mapa da Terra de Israel desde 1516 - do domínio Turco-Otomano à actualidade:

 

 https://3.bp.blogspot.com/-C6bsYRASzGI/V1RG6bT5HOI/AAAAAAAALC0/e5xz9BPUqfM9xnNYsceikWey_zLy7skUwCLcB/s400/map%2Bverison%2B6.jpg

 

 

Os Sionistas também desenvolveram a indústria, as centrais de produção de energia, a vida urbana e as  instituições sociais, como sindicatos, partidos políticos, hospitais, universidades e até uma orquestra nacional.

Três universidades foram fundadas antes de 1948. A Ópera Hebraica actuou pela primeira vez em 1922. A Orquestra da Palestina  depois denominada  Filarmónica de Israel, foi fundada em 1936.

A selecção de futebol da Palestina disputava jogos internacionais como a equipa nacional da terra dos judeus.

 

Jogo de futebol entre Austrália e Palestina, no ano de 1939. Os jogadores da Palestina eram judeus, obviamente:

 

 

Os Sionistas esperava viver em amizade e cooperação com a população árabe da região, e acreditavam que o restabelecimento da terra iria beneficiar a todos. Muitos árabes saudaram este desenvolvimento, que também atraiu imigrantes árabes de países vizinhos.

 

https://3.bp.blogspot.com/-8Vq9YOxkx2o/V1RNvzUn4sI/AAAAAAAALDc/MDfIhj45BTEp-RLpXIZo5-sJBvmOmMwTACLcB/s400/imagesde.jpg

 

Drenando pântanos em Israel em 1920. 

Estima-se que 25 por cento a 37 por cento dos imigrantes de pré-estado de Israel eram árabes, e não judeus. Só entre 1922 e 1946, cerca de 100.000 árabes entraram no país, vindos de terras vizinhas. Cerca de 363.000 judeus emigraram no mesmo período.

Bibliografia: Stand With Us. 

 

Jewish Virtual Library

 

https://3.bp.blogspot.com/-CdwElXBhssk/V1RKSEt_ZYI/AAAAAAAALDA/7xnSgOjkJvAaFdndWPgmfjYPvWqz5ZL4gCLcB/s320/Emil-Prisse-Arab-Sheikh-Smoking-101670.jpg

A poesia do narguilé e da indolência apaixona os hippies-halal.

 

A epopeia da renovação da Terra de Israel, quando passou do domínio islâmico Otomano para a administração Britânica, causa horror à extrema-esquerda, toda palestinianista, e particularmente aos seus hippies-halal, a malta mais nova, que cola cartazes e vai para a rua apoiar a "Palestina", com bandeiras gay ao ombro.

 

Esse tipo de gente cultiva um puritanismo retorcido, que lhes dá uma imagem positiva da miséria, do imobilismo e da barbárie do mundo islâmico, como qualquer coisa mais próxima de conceitos difusos de "raízes" e de "Natureza", por oposição às conquistas de um povo industrioso como os judeus.

 

https://4.bp.blogspot.com/-BYVGW1bc4YU/V1ROB8G5n5I/AAAAAAAALDo/S9no0GX0jRcOCZPgvtnqod6GfaezEo38QCLcB/s400/%25C3%25ADndice.jpg

 

 A banalidade do trabalho árduo horroriza os hippies-halal.

 

 

Israel, para esses, é o símbolo de tudo o que os assusta, nomeadamente a realidade e o trabalho. O mundo islâmico, por outro lado, a essas almas imberbes de meninos pedantes que só conhecem o mundo pelos livros do 12º ano (mal estudados), fascina profundamente.

 

Israel simboliza tudo o que odeiam, porque os assusta: patriotismo, dever, trabalho, religião, ética.

 

Fale-se em "Sionismo" a um desses caracteres pusilânimes, e começam a espumar pela boca. Para eles, os "Zionistas" foram os malvados que violaram o doce idílio islâmico que se vivia em Israel em tempos e lugares que eles não sabem precisar, porque nada sabem de História nem de coisa nenhuma, e porque nunca existiram.

 

Em suma, deram-lhes cabo do Jardim do Éden anarquista que só vive nas suas cabeças cuidadosamente despenteadas de idiotas úteis. Acreditam, nas suas fantasias, que o inferno islâmico é um paraíso. Alguns, infelizmente, pagam com a vida tais ingenuidades:

Ela foi mostrar quão pacífico é o Islão...

 

https://2.bp.blogspot.com/-SUQsoDGg_ok/V1RMsA0uxTI/AAAAAAAALDM/sbV-NL3trUA66zDEYKzO_DUPTXEVtrXEgCLcB/s400/flotilla-758x400.jpg

 

10 em cada 10 hipsters preferem TERRORISMO! 

E cenas! Bué de cenas para chatear os papás, que os sustentam.

Postado por Oliveira da Figueira às 17:17 2 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 4 de junho de 2016

História da Israel - O Renascer

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dosmedia afiliados ao islamismo (Al-Público &amp; Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. 

 

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo:  O Melhor do 'Amigo de Israel'

 

https://4.bp.blogspot.com/-ZW8FRYGaflE/V1M9zYVvmOI/AAAAAAAALA8/22_q1iNmpbs0z7pmNn3pObdYg03J020bwCLcB/s400/map%2Bverison%2B6.jpg

 

História da Terra Santa desde 1516 sob a forma de mapa.

 

Os judeus são o povo nativo da região historicamente conhecida como Palestina, onde têm vivido ininterruptamente por mais de 3.000 anos. Mesmo depois da conquista romana, no primeiro século, as comunidades judaicas permaneceram, e, periodicamente, floresceram, e os judeus exilados regressaram, em ondas de imigração. 

Mas os judeus tornaram-se uma minoria oprimida na sua terra natal, e os seus números subiram e desceram ao sabor da bondade ou da crueldade dos diferentes governantes da região. Nos anos 1700 e no início dos anos 1800, os impostos exorbitantes, a discriminação, a perseguição e os desastres naturais trouxeram a comunidade judaica para uma nova depressão.

 

https://3.bp.blogspot.com/-qybYR7X6Khs/V1M_Rr9d0dI/AAAAAAAALBU/CBB1StXK_hoqMuqLjFzczwy1CJRsKzxsQCLcB/s400/33A64C3800000578-0-image-a-19_1461951509798.jpg

 

Esta imagem de judeus orando no Muro das Lamentações, em 1870, é tida como uma das primeiras fotografias de judeus rezando no local - ver notícia no Daily Mail. Por esta altura, pastavam rebanhos de cabras na agora tão "importante" Mesquita de Al-Aqsa.

 

Em meados de 1800, uma nova energia imbuiu a comunidade judaica na Palestina.Com a ajuda de filantropos como Sir Moses Montefiori e as doações de judeus anónimos em todo o mundo, os judeus foram saindo das cidades e começaram a comprar fazendas e a construir aldeias e escolas. Mais exilados voltaram. Em 1854, os judeus eram o maior grupo religioso em Jerusalém; em 1870, eles foram mais uma vez a maioria da população da cidade.

https://1.bp.blogspot.com/-Ykm5w8G9-pA/V1NJQrYv0UI/AAAAAAAALB8/dBx4Va_inSULO5ldPM1HwUiKhJMIgQgRACLcB/s1600/montefiore.gif

 

Sir Moses Montefiori

 

Entre 1882 e 1914, um novo tipo de imigrante judeu chegou - os "Amigos de Sião"e outros Sionistas pioneiros - que lançaram as bases para o Estado judaico moderno.

 

https://2.bp.blogspot.com/-zkz_rub6JcU/V1NH4SL_PAI/AAAAAAAALBw/l7OX_4ZervcVCjDNqZTTE98z-1K484SNACLcB/s400/0000005746_M.jpg

 

 Trabalhadores num pomar de uma exploração agrícola em Petah Tikva, circa 1900.

 

Estes imigrantes buscavam libertar-se da opressão e da perseguição que haviam atormentado os judeus na Europa e no Médio Oriente.

 

Eram jovens idealistas, enérgicos, imbuídos dos princípios políticos ocidentais e dos sonhos de libertação nacional que foram varrendo toda a Europa.

 

Os judeus que retornaram não tiveram nenhuma nação poderosa para os ajudar.Não tinham armas. Muitas vezes não tinham nem um tostão.

 

 

 

Im Nin'Alu (Se as Portas Estão Fechadas... ). Intérprete: Ofra Haza. Poema: Rabbi Shalom Shabazi (1619-1720). Música - Tradicional judaica Iemenita.

A terra, que fora escassamente povoada, tinha-se tornado estéril. Os judeus queriam restaurar a outrora famosa fertilidade da terra e construir aldeias e comunidades onde estas não existiam. A região era um recanto empobrecido do Império Otomano. Em 1880, havia apenas um número estimado de 250.000 a 400.000 pessoas, muitas das quais eram também recém-chegados, que não tinham senso de unidade ou identidade étnica ou nacional. A sua lealdade era para o Império Otomano, o seu grupo religioso, o seu clã e a sua comunidade local.

 

https://1.bp.blogspot.com/-mCoP0HMuhUk/V1M-eGWwaDI/AAAAAAAALBI/21gvPrhb0J8OyGa3NNKsMO6dWbZRZA-UgCLcB/s1600/jerusalem-arab-population.png

 

 Crescimento da população Árabe em Israel.

 

 

Os judeus compraram terras legalmente, sobretudo de proprietários ausentes, e desenvolveram-nas, fazendo o deserto florir, literalmente. A maior parte eram terras não cultivadas, pantanosas ou de dunas de areia.

 

Através de trabalho árduo, os primeiros pioneiros judeus limparam os terrenos baldios e os pântanos cheios de malária, reflorestaram as encostas e construíram cidades e aldeias.


    "Ninguém imagina as dificuldades, a doença e a miséria que eles [os primeiros Sionistas] sofreram. Nenhum observador longínquo pode sentir o que é estar sem uma gota de água durante dias, dormir durante meses em tendas apertadas, visitadas por todos os tipos de répteis, ou entender o que as nossas mulheres, crianças e mães passaram. ... Ninguém, olhando para um edifício concluído, percebe o sacrifício que custou construi-lo"- do diário de um dos primeiros Sionistas, em 1885.

 

https://4.bp.blogspot.com/-D-x616cmMdw/V1NAntEg44I/AAAAAAAALBg/Ub3dZR_ra7oe2KvDbfyycfbZC-k_6Q4kwCLcB/s400/Galilkineret-300x199.jpeg

 

 A região da Galileia, no norte de Israel, voltou à sua antiga glória com o regresso dos Judeus à sua terra natal  (landofisrael.com)

 

O relatório provisório sobre a Administração Civil da Palestina na Liga das Nações, em Junho de 1921, disse:


    "As colónias agrícolas judaicas desenvolveram a cultura de laranjas. Eles drenaram os pântanos. Eles plantaram árvores de eucalipto. Eles praticaram, com métodos modernos, todos os processos da agricultura. Cada viajante que chega à Palestina fica impressionado com as belas áreas de cultivo e a prosperidade que eles trouxeram".

Bibliografia: Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

 

(Re)leia:

A Terra Santa - Israel, e não "Palestina"

 

O mapa de Israel ao longo da História:

 

 

Há milhares de anos, o profeta Ezequiel falou da restauração de Israel na sua Terra nos últimos dias. Assim:

"Então Ele disse-me, 'Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel; olha, dizem eles, 'os nossos ossos secaram, a nossa esperança pereceu. Estamos completamente separados.' Então vai e diz-lhes 'Assim diz o Senhor: Olhai, eis que vou abrir as vossas tumbas, Meu povo, e trazer-vos de volta à terra de ISRAEL".

 Onde está o "povo palestino"?

Em 1867, Mark Twain - Samuel Clemens, o famoso autor de "Huckleberry Finn""Tom Sawyer", visitou a Terra Santa. Esta é a forma como ele descreveu a terra: "Não há uma aldeia solitária ao longo de toda a sua extensão - por trinta milhas em qualquer direcção. Há dois ou três pequenos grupos de tendas beduínas, mas podemos percorrer 10 milhas e não vemos 10 seres humanos."

Mas afinal quem são os "palestinos"?

 

 Documentário sobre a História de Israel:

 

Postado por Oliveira da Figueira às 22:40 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

História da Israel - As Cruzadas

Este é mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL. Não pretendemos ser exaustivos, e aconselhamos os nossos leitores e amigos a estudarem de diversas fontes e a compararem-nas. Esta série é dirigida aos que nada sabem - sobretudo aos que acreditam na doutrinação dosmedia afiliados ao islamismo (Al-Público &amp; Companhia) que tentam fazer passar a ideia peregrina de que os judeus "invadiram" Israel após a Segunda Grande Guerra. 

 

Pode ler esta série também no nosso blogue-arquivo: 

O Melhor do 'Amigo de Israel'

 

Hoje falamos das CRUZADAS:

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-UlSSQN_nR08/V1LPcWsQSrI/AAAAAAAAK_Q/A-LNNrmpOK4drSx8H6o2cKnGWrYhTkO1QCLcB/s400/fdaa652f5a08e58e690a5aa8521540b7.jpg

Cavaleiros turcos.


As tensões no Império Bizantino tinha vindo a crescer desde o século VII, quando os exércitos turcos assumiram o controle da Palestina*, começando assim o enfraquecimento e a desintegração do império.

 

* Recordamos que "Palestina" foi o nome dado pelos ocupantes Romanos e mais tarde pelos Britânicos à Terra de Israel. Jamais existiu uma "Palestina" árabe.

 

Em 1009, a Igreja do Santo Sepulcro foi destruída. Os governantes muçulmanos viriam a permitir mais tarde a sua reconstrução, mas, na época, este acto de vandalismo e sacrilégio preocupou profundamente os cristãos em todo o Império. 

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-6CHxolmm6A8/V1LRXHqS-CI/AAAAAAAAK_c/8mc4FzM3YBEd9gbvaMgjRjL8z8Nn_IyOQCLcB/s320/206150-370x270-1.jpeg

A Igreja do Santo Sepulcro em Israel, hoje. Israel é o único país do Médio Oriente onde os cristãos estão em segurança. Em nenhum país islâmico existe liberdade religiosa. E muitos menos nos do Médio Oriente, onde em alguns são mesmo proibidas outras religiões que não o islamismo.

 

Cada vez mais, a Europa, os cristãos eram também atacados e chacinados pelos muçulmanos turcos. Esses ataques e a indignação com a presença muçulmana na Terra Santa levaram a que fosse declarada a Primeira Cruzada, em 1095.  

 

Hoje apresentada pelos media, por políticos como o islamista Barack Hussein Obama, e pelos historiadores revisionistas de esquerda como uma iniciativa  bélica unilateral, a Primeira Cruzadacomeçou por ser um acto de defesa contra as agressões turcas.

 

 

https://1.bp.blogspot.com/-iN0Fe2RFAM8/V1LTaSKk4bI/AAAAAAAAK_o/Cw5PcfCqpvEFEbYFXZBzNv9Xs1lo5bNAQCLcB/s1600/p4-300x212.jpg

Nada mudou na natureza bárbara e na religião dos povos que cercam a Terra de Israel. Ontem os turcos a destruírem a Igreja do Santo Sepulcro, hoje os colonos árabes a destruírem o Túmulo de José, filho de Jacob/Israel, o famoso José do Egipto. Como destroem os templos e lugares sagrados de todas as outras religiões.
 

 

O objectivo declarado das Cruzadas era mais religioso que político. Tratava-se de recuperar a Terra Santa do domínio dos muçulmanos "infiéis". Qualquer soldado que participasse na reconquista de Jerusalém receberia a remissão imediata dos seus pecados, um incentivo atraente para os cristãos, fervorosamente religiosos. 

 

Ao princípio, as Cruzadas aparentemente não tinham nada a ver com a população judaica. No entanto, alguns Cruzados decidiram primeiro livrar-se de outros "infiéis" que viviam entre eles - os judeus da Europa.  

 

 

https://1.bp.blogspot.com/-LH4H8ssl-Fw/V1LVsEE3zXI/AAAAAAAAK_0/iZwjDv0lBBkOeL7u6FBSRUtF_Ks7cwqcgCLcB/s400/primeira-cruzada.jpg

 

Mapa da Primeira Cruzada.

 

Populações inteiras de judeus eram brutalmente assassinadas quando os cruzados passavam, a caminho da Terra Santa. Muitas vezes, os bispos locais tentaram ajudar os judeus das suas cidades, mas geralmente não foram bem sucedidos. Os ataques contra os judeus durante as Cruzadas dizimaram a população judaica na Europa. Muitos kinnot (lamentos) foram escritos para expressar o desespero com a perda terrível de vidas, e os judeus ainda hoje recitam estes kinnotem Tisha B'Av, o dia nacional judaico de luto.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-NNjMxunROy0/V1LWEo6cB1I/AAAAAAAALAE/eQjKwXc5m5wKKSyffxIi7svd7FbIpWTZgCLcB/s400/judeus-durante-a-primeira-cruzada-8_04042016111707.jpg

“Morrer, mas não transgredir” é a expressão que melhor descreve a postura dos judeus na época das Cruzadas. Martírio e Kidush Hashem (Santificação em Nome de D’us) eram valores essenciais para proteger os preceitos do Judaísmo. Na chegada dos cruzados toda uma geração foi testada, demonstrando actos de heroísmo pouco comuns - in Judeus durante a Primeira Cruzada

 

Quando os cruzados chegaram a Jerusalém durante a Primeira Cruzada, os judeus e os muçulmanos que lá viviam, trabalharam juntos para repelir o ataque. Finalmente, os cruzados saíram vitoriosos. As sinagogas foram queimadas, juntamente com os seus livros sagrados, e os judeus foram mortos ou detidos para resgate.  

 

A comunidade de judeus caraítas de Ashkelon fez tudo quanto pôde para resgatar os judeus e os textos. Em 1100, porém, os judeus restantes foram convertidos à força ou assassinados. Durante o período das Cruzadas, as populações de judeus em Jerusalém, Jaffa, e Ramleh foram aniquiladas. A Galileia permaneceu relativamente intocada, e continuou a ser um refúgio para o povo judeu.

 

https://2.bp.blogspot.com/-YD9ox7vcw1U/V1LV105ZVLI/AAAAAAAAK_8/Pns15d3xe8AwWhgWxG_8VPtAWTblNtDjQCLcB/s400/cronologiap_clip_image002.jpg

Cruzados atacando Jerusalém.


As Cruzadas duraram centenas de anos, com as cidades santas e locais sagrados de Jerusalém constantemente a mudarem de mãos entre cruzados e muçulmanos. Os Cavaleiros Templários foram a fortaleza cristã final na Terra Santa. Em 1291, a autoridade cristã chegou ao fim, quando os cruzados foram derrotados pelos mamelucos, a casta militar muçulmana.

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-ANH2s_y26_g/V1LYHxaMsrI/AAAAAAAALAU/8ay8e1aeGeA39cRYCquawl-ukJNc0EX_ACLcB/s400/maxresdefault.jpg

Os Cavaleiros Templários.


Mais uma vez, no entanto, a persistência do povo judeu e seu amor pela Terra Santa, mesmo durante tempos difíceis, é impressionante. Os mesmos anos que viram os terríveis massacres de judeus, também viram a ascensão de Judá HaLevi, autor do Kuzari, e Maimónides e Nahmanides, respeitado sábios e prolíficos estudiosos da Torá.  

 

Judá Halevi arriscou a vida para viajar para a sua amada Terra Santa, embora tenha sido morto à chegada; Nahmanides, também arriscou tudo para viver em Israel, e foi bem sucedido em restabelecer a vida judaica e aprendizagem da Torá em todo o país.

 

--------------------------------

 

Embora tenham sido dizimados pelos cruzados, e ainda que nada tivessem a ver com o conflito, os judeus não guardaram rancor em relação aos cristãos. O mesmo não se pode dizer dos muçulmanos, que continuam a praticar a doutrina islâmica de que uma terra que foi ocupada pelos muçulmanos, será sempre muçulmana. 

 

Isso explica a acrimónia que cultivam em relação ao Ocidente, que os expulsou de Jerusalém e da Europa. Ainda hoje chamam "cruzados" aos ocidentais, como um todo, e pretendem reconquistar a Europa. Daí o presente afluxo de "refujiadistas", que nem escondem os seus propósitos, que são a reconquista da Europa e depois o domínio final do Mundo, como manda o Alcorão:

 

https://3.bp.blogspot.com/-BqKBTLY_oB0/V1Lf30cEjnI/AAAAAAAALAk/eY8iobHMs0Qu-jmwrEP0WCs7herk7WV5QCLcB/s320/Muslims-Dominating-the-World.jpg

 

Nas cidades europeias, para além dos ataques terroristas e da jihad sexual são hoje comuns as manifestações de muçulmanos que juram que vieram para nos dominar. A esquerda esfrega as mãos e dá-lhes as boas vindas, pois têm como inimigo comum a Liberdade e a Democracia.

 

E daí também o medo que paira no inconsciente colectivo europeu, onde ainda vivem os horrores da ocupação islâmica. É por isso que devemos estudar: 

 

 

 

Postado por Oliveira da Figueira às 15:01 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 10 de maio de 2016

"História e Conflito do Oriente Médio"

Uma palestra sobre a História de Israel. Para os que não gostam de ler, mas não se importam de ouvir. 

 

Os  palestrantes pertencem a uma confissão religiosa. O nosso blog não segue nenhuma religião, e respeita a todas. Religião cai no campo da opinião, e cada qual tem a sua. O que pretendemos com a divulgação deste vídeo é convidar ao conhecimento dos factos históricos.

 

Postado por Oliveira da Figueira às 23:08 Um comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quinta-feira, 5 de maio de 2016

História de Israel - O Império Bizantino

 

https://2.bp.blogspot.com/-2fCtks4IWWs/VpzQt3UZghI/AAAAAAAAIgY/NcARN32U_6I/s320/3640_2.jpg

 

O Império Romano do Ocidente e  o do Oriente

 

No ano de 313 A.E.C., o Imperador Constantino I adoptou o Cristianismo como religião oficial do Império Romano, e mudou a capital para Bizâncio, que ficou conhecida como Constantinopla.

O Império Romano entrou assim numa nova era, a Bizantina. O domínio Bizantino sobre a Terra Santa durou até meados do século VII. O Império durou muito mais tempo. O seu declínio iniciou-se no século XI, e a sua queda, sob os Turcos Otomanos, ocorreu já no século XV. 

Sob o domínio Bizantino, a Terra Santa tornou-se um país predominantemente cristão. A mando do Imperador Constantino, muitas igrejas, como a Igreja da Anunciação, foram erguidos sobre locais sagrados cristãos. Mosteiros surgiram em todo o país.

 

https://3.bp.blogspot.com/-iw6EgP1UujQ/VyuI8tyDtFI/AAAAAAAAKVQ/8wilwIVUi5Qu66v0mQv0iZv07MydLBlTgCLcB/s320/basilica-da-anunciacao-em-nazare-em-israel-1418930224231_956x500.jpg

 

Basílica da Anunciação, em Nazaré. 


Os judeus puderam continuar a praticar a sua religião. Eram autorizados a circuncisão e o Sábado judaico, as festividades religiosas eram reconhecidos, as sinagogas não podiam ser violadas, e os tribunais judaicos tinham jurisdição em casos legais. 

No ano de 351 E.C., porém, os judeus, perseguidos sob o Imperador romano, rebelaram-se. A rebelião foi rápida e decisivamente anulada, com a destruição de cidades como Séforis e Tiberíades.

 

https://4.bp.blogspot.com/-K9AANWJQkfY/VyuURnwYIcI/AAAAAAAAKV8/gmYm3KzPHOkh3tA5WbH4zYUT7C9dp3bJQCLcB/s320/Constantinopla_istambul.jpg

Constantinopla (hoje Istambul) e a sua icónica Basílica de Santa Sofia, hoje convertida em mesquita. Era esta a capital do Império Bizantino.

 

Os judeus, em grande parte tolerados em outras partes do império, em diferentes graus, perderam a sua autonomia na Terra Santa, e foram proibidos de entrar em Jerusalém, excepto uma vez por ano, em Tisha B'Av, para lamentarem a destruição do seu Templo.

 

https://4.bp.blogspot.com/-2ghe6FXVFfU/VyuL5h_P1ZI/AAAAAAAAKVc/f5eW3ovqraQ21J2dkcly7oa9svY9FkdxgCLcB/s200/index_clip_image002.jpg

 

Constantino. Imperador romano (288-337 d.C.). Sob o seu governo, a fé cristã tornou-se a religião oficial do Império Romano.

 


No início do século V, a situação de relativa tolerância em todo o Império começou a mudar.Foram vedados aos judeus cargos civis ou militares, excepto o de cobrador de impostos (o que, se era um ganha-pão para os judeus, também lhes aumentava a impopularidade).  

 

Os judeus não podiam possuir escravos, e, apesar de serem autorizados a ter a sua religião, não podiam praticá-la abertamente. Foi proibida a construção de novas sinagogas, embora a evidência arqueológica em toda a Terra de Israel nos diga que esta proibição foi regularmentecontornada.

 

Uma de muitas vídeo-aulas sobre o Império Bizantino, para quem não tem paciência para ler.

 

No século VI, o Imperador Justiniano reforçou o controle sobre os judeus, diminuindo ainda mais o seu estatuto na Sociedade. Os Samaritanos, adeptos da religião dos antigos Israelitas, também viviam na Terra Santa, e também foram perseguidos. Depois de uma tentativa de revolução, foram praticamente eliminados.


Após Justiniano, as restrições sobre os judeus diminuíram, e eles foram mais uma vez tolerados pela classe dominante.  

 

No século VII, os Muçulmanos começaram a conquista da Terra Santa, preparando o palco para as Cruzadas, a partir de 1095. Durante as Cruzadas, os judeus foram perseguidos, e muitas vezes forçados a escolher entre a conversão e a morte; muitos escolheram o suicídio.  

 

https://4.bp.blogspot.com/-fn3ikb8-wC0/VyuQinre2PI/AAAAAAAAKVo/jGK8Tt-fssYvSCYwYo_EaUSTGak-LLwCQCLcB/s320/battleofyarmouk.jpg

Os muçulmanos saíram vencedores no Cerco de Jerusalém, no ano 637. Esta vitória sobre os Bizantinos foi um dos episódios das Guerras Árabes-Bizantinas. Datam daqui as pretensões de soberania islâmica sobre Israel.

 

Imperadores posteriores do Império Bizantino, já em declínio, sancionaram oficialmente a perseguição aos judeus e o confisco dos seus pertences.


Mesmo durante este período tão difícil, a aprendizagem judaica e a escrita proliferaram. Durante os primeiros anos do domínio Bizantino, por exemplo, o calendário judaico foi organizado pelo sábio Hilel II - o mesmo calendário judaico hoje usado pelos judeus em todo o mundo - e o Talmude de Jerusalém foi concluído.

 

https://2.bp.blogspot.com/-WybMiNluHaI/VyuTTo7ykVI/AAAAAAAAKV0/WuYq7gZspK0JGqQ75YC0RVFCB_lPu5hJwCLcB/s320/Rabbi.jpg

 

Mesmo sob as mais adversas condições, os judeus nunca abdicam de estudar.

Postado por Oliveira da Figueira às 19:53 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

História de Israel - O Império Romano‏

O Império Romano‏

 

https://4.bp.blogspot.com/-O4t3PlPW1qA/VtRILpBV5LI/AAAAAAAAJBU/mfcjxyvx5eo/s1600/pax.jpg

Israel e a nossa Península Ibérica faziam parte do Império Romano, no seu auge.

 

O Império Romano foi uma consequência da política da antiga República Romana, cujas raízes remontam a 500 A.E.C. (Antes da Era Cristã). No primeiro século A.E.C., Júlio César, Pompeu e Crasso formaram o Primeiro Triunvirato, numa tentativa de ganhar o controle da República. César emergiu como líder de Roma, mas mais tarde foi assassinado.

https://1.bp.blogspot.com/-4OqUFWKBVJw/VtRIx0IpYGI/AAAAAAAAJBc/y_lr45HjAVs/s1600/sem%2Bnome.png

 

O Primeiro Triunvirato, origem do Império Romano.

 

Octaviano, herdeiro escolhido por César, fazia parte do Segundo Triunvirato, e, em 31 A.E.C., tornou-se o soberano incontestado. Os Imperadores Romanos continuaram a expandir e conquistar mais território, até ao ponto em que os Romanos dominaram grande parte do mundo então conhecido. 

Durante a Pax Romana (Paz Romana, ver acima mapa do Império), no 1º e 2º séculos da nossa Era, num período de relativa paz, a economia Romana prosperou e várias rotas regulares de comércio foram estabelecidas. Os Romanos construíram enormes estruturas, arquitectonicamente impressionantes, como o famoso edifício do Coliseu, em Roma, e fizeram notáveis avanços em infra-estruturas, tendo construído aquedutos, sistemas de esgotos, pontes, e o primeiro sistema de auto-estradas.  

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-oMd_dHeDQuI/VtSHRWkMq3I/AAAAAAAAJCo/0piKX0gWdTI/s400/00016s0q.jpg

Em Portugal abundam os exemplos da ocupação Romana. Conímbriga (se puder, visite) é talvez o mais famoso. (Foto de Por Terras de Sefarad).

 

No primeiro século A.E.C., os Romanos conquistaram grande parte do mundo conhecido, encerrando o Reinado dos Gregos, bem como o Reinado da Dinastia dos Hasmoneus, em Israel. O Império Romano manteve o seu domínio até 476 E.C., quando o Império Romano do Oriente, ou Império Bizantino, ganhou o controle.


No início, os Romanos concederam ao povo Judeu alguma autoridade sobre os seus assuntos internos; no entanto, as frequentes rebeliões dos Judeus levaram os Romanos a acabar com essa autonomia.

 

https://3.bp.blogspot.com/-pSprpF7hq0M/VtRJr86j-zI/AAAAAAAAJBo/0QHyhdzWWmI/s320/788954.jpg

O edifício do Coliseu, outrora símbolo do poderio Romano, é hoje um ícone maior de Itália.

 

Cerca de 40 A.E.C., o Senado Romano proclamou Herodes, o Grande, ou Herodes I, como "Rei dos Judeus", nomeando-o Governador da Judeia. Herodes I casou com uma princesa Hasmoneana, a fim de ganhar a simpatia dos Judeus e reforçar o apoio para seu reinado. Também iniciou um programa para reconstruir o Templo, que sofreu danos causados ​​por invasões ao longo dos anos.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-VGI5JdLSFYI/VtRLT2ThdMI/AAAAAAAAJB0/61zKehai-SY/s1600/herodesogrande-227x300.jpg

 

 Herodes, o Grande.

 

Herodes I devolveu ao Templo a sua antiga glória, construiu a estrutura protectora do Túmulo dos Patriarcas e construiu a Fortaleza de Massada, mas nunca recebeu um, apoio completo da parte do povo Judeu, por ter sido nomeado por Roma, pela sua ascendência familiar Edomita, e pela sua natureza cruel, que o fez entrar na pouco invejável galeria dos grandes tiranos da História.

 

 https://3.bp.blogspot.com/-XeYth-ZM02c/VkXCKTXv6PI/AAAAAAAAINk/B8CF-3mlQu8/s320/iu4CBEKUKL.jpg

 

A Gruta de Machpelá, ou Gruta dos Patriarcas, na Judeia, Israel, território actualmente reivindicado pelos colonos Árabes, que invadiram Israel em 1920. É um dos locais mais sagrados e o mais antigo do Povo Judeu. Visite o site oficial. Nota: site oficial foi vandalizado desde que a UNESCO declarou este local... muçulmano!!!

 

Após a morte de Herodes I, em 4 A.E.C., os Romanos assumiram o controle total de Jerusalém. As revoltas judaicas intensificaram-se, culminando na rebelião de 66 E.C. (Era Cristã), que levou à destruição do Templo, em 70 E.C.. O povo Judeu ainda foi capaz de conter os avanços Romanos por alguns anos, mas nunca chegou a representar uma ameaça séria para o poderoso exército Romano, mais forte e melhor equipado, sob o Imperador Tito.

https://4.bp.blogspot.com/-oIGytX1UIqA/VtRL9Bn8B_I/AAAAAAAAJB4/s2AsfyA3hRU/s400/800px-Francesco_Hayez_017.jpg

 

A destruição do 2º Templo de Jerusalém originou uma dispersão dos judeus (a Diáspora Judaica) que dura até aos dias de hoje.

 

Após a destruição do Templo e de Jerusalém, o povo Judeu foi devastado. Centenas de milhar de judeus foram mortos pelos Romanos, exilados, ou vendidos como escravos. A imagem dos Romanos triunfantes, levando os vasos sagrados do Templo foi imortalizada no famoso Arco de Tito. 

Há notícia da chegada de refugiados judeus à Península Ibérica logo no século I da nossa Era. Os judeus estiveram nos grandes momentos da História de Portugal, desde a fundação da nacionalidade aos nossos dias. Povo tradicionalmente dado ao estudo, os judeus foram determinantes, por exemplo, no importante capítulo dos Descobrimentos, contribuindo sobretudo com o seu conhecimento científico geográfico e cartográfico.

 

https://2.bp.blogspot.com/-MUFRpIUEO-M/VtRMedTUEdI/AAAAAAAAJCA/IM8WwwKeaa0/s400/images4OSPIJ7C.jpg

Pormenor do Arco de Tito, onde se pode ver o saque dos objectos sagrados do Templo de Jerusalém.

 

A esperança na restauração da soberania Judaica em Israel nunca desapareceu, e em breve materializar-se-ia na Rebelião de Bar Kokhba, uma figura messiânica e um líder militar poderoso, que conseguiu recuperar Jerusalém em 132 E.C.. 

 

 

 https://1.bp.blogspot.com/-wtcRUWBYQU8/VkW3pzvoYeI/AAAAAAAAINA/cVyy1lyKK5w/s1600/iuKTZYS0FL.jpg

 Os Judeus, tal como os Lusitanos (raiz do povo Português), lutaram contra a ocupação. Como figuras mais emblemáticas essa luta, nós tivemos Viriato, eles tiveram Simão Bar Kokhba.


A vitória de Bar Kokhba, por muita moral que tenha dado à Resistência, foi de curta duração; em 135 E.C., a sua rebelião foi esmagada, os judeus restantes exilados, e Jerusalém foi renomeada Aelia Capitolina. Os Romanos levaram a melhor.

 

https://1.bp.blogspot.com/-CrLCji61zpQ/VkW5h5AZTWI/AAAAAAAAINM/vZOalFa99Fo/s320/iur.jpg

"Que Massada!!!" - a popular interjeição que significa contrariedade tem origem na Fortaleza de Massada, em Israel, palco de episódios dramáticos de resistência à invasão Romana. O site oficial de Massada tem imagens que vale a pena admirar.

 

No entanto, este episódio trágico não acabou com a presença judaica em Israel. A norte, sobretudo em Tiberíades, floresceram centros de aprendizagem judaica e estudo da Torá.

 

https://4.bp.blogspot.com/-5g3w0uR0yYY/VtRNarsZkMI/AAAAAAAAJCQ/SApNYpEnESQ/s320/insgsf01.jpg

Tiberíades, hoje. E para sempre judaica, que os tempos já não são de invasões e colonizações, são de autodeterminação dos povos. Os Judeus são da Judeia. Os Árabes são da Arábia.

 

 

 

Publicado também no no nosso blog-arquivo O Melhor do Amigo de Israel.

 

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

História de Israel - O Segundo Templo

https://3.bp.blogspot.com/-J7FxqtEMjag/VkRoX3J6t9I/AAAAAAAAIKA/cpgkPOjxx4c/s320/Jerusalem-Second-Temple-Laser-Cut-Do-it-Yourself-Kit_large.jpg

 

 

O Segundo Templo


O grande e poderoso Império Babilónico conheceu um fim abrupto no século VI A.E.C. (antes da Era Cristã). De má memória na História Judaica, por ter destruído o Primeiro Templo e exilado os judeus da sua terra natal, o Reino da Babilónia foi usurpado por Ciro, o Grande, da Pérsia.

 

https://3.bp.blogspot.com/-DcsVuRzOcQo/VkRp6CDzckI/AAAAAAAAIKY/LhC_M--tNlo/s200/ciro-grande-persia-personagens-biblicos-bibliacenter.jpg

 

Ciro o Grande, da Pérsia (República Islâmica do Irão desde 1979)

 


Em 539 A.E.C., Ciro convidou os judeus a retornarem do seu exílio, de volta à sua terra natal, e encorajou-os mesmo a reconstruirem o Templo. Os historiadores geralmente concordam que os motivos de Ciro não eram altruístas; ele desejava a renda que lhe adviria de uma Jerusalém reconstruída  e de um novo Templo. No entanto, os judeus receberam a sua proclamação com alegria e retornaram em massa, sob a liderança de Zorobabel e dos profetas Esdras e Neemias.Zorobabel, descendente de um dos últimos Reis de Judá, foi nomeado Governador dos Judeus em Israel. Os Persas proibiram a reinstituição da monarquia; no entanto, os governantes permitiram aos judeus uma autonomia significativa. A descrição do regresso dos judeus e da subsequente reconstrução do Templo é descrita em detalhe nos Livros de Esdras, Neemias, e Ageu. (Livros da Bíblia, para quem não saiba).

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-tkvhpEoD_6I/VkRonbXo_UI/AAAAAAAAIKI/WNpdwiTuJeM/s320/The-Holyland-Model-of-Jerusalem-in-the-late-Second-Temple-period.jpg

 

Maqueta da cidade e do Segundo Templo, em Jerusalém.

 

A construção do Templo começou em 535 A.E.C., e continuou por cerca de vinte anos. Após a morte de Ciro, os judeus foram forçados a fazer um hiato na construção, por ordem do seu sucessor, mas o imperador seguinte, Dário, permitiu que a construção continuasse.

 



https://1.bp.blogspot.com/-NgqcxY5K6Gg/VkRvzfHdnZI/AAAAAAAAIKw/H8zmrrHjCEQ/s320/Imperio%2Bpersa.jpg

 

 

O Império Persa foi dos maiores e mais poderosos do Mundo Antigo

 

O Templo foi dedicado no ano 515 A.E.C., e durou até 70 E.C., ainda que lhe faltassem componentes cruciais que tinham sido saqueados pelos Babilónios. Os Imperadores persas devolveram muitos dos belos vasos de ouro, mas os itens mais significativos, como a Arca da Aliança e as tábuas dos Dez Mandamentos não foram devolvidos. Após a sua dedicação, a adoração no Templo continuou como durante a era Salomónica, com a reinstituição de sacrifícios de animais, e as peregrinações durante as festas.

 

https://1.bp.blogspot.com/-cwE6L7ZX4hE/VkRuRQnxkeI/AAAAAAAAIKk/0ZvY70jbhEA/s320/Arca%2Bda%2BAlian%25C3%2583%25C2%25A7a.jpg

 

Modelo da Arca da Aliança

 


O fervor religioso atingiu o auge durante o período do Segundo Templo. Ezra, temendo que a identidade judaica se perdesse, proibiu o casamento entre judeus e não-judeus. Também estabeleceu a Grande Assembleia, cujos membros instituíram o Shemonah Esre (a mais importante das orações diárias), estabeleceu o feriado de Purim, e canonizou os 24 livros da Bíblia judaica. 

 

https://2.bp.blogspot.com/-4MrYSuHUcHI/VkRxXN6MTFI/AAAAAAAAIK8/RHCXrONdnDI/s200/iur.jpg



Shemonah Esre, hoje.

 

 

O Messianismo, que começou a despontar após a destruição do Primeiro Templo, ganhou força.Uma obra apócrifa escrita durante este tempo (o Livro de Enoque) fala sobre um homem, um descendente de David, que traria a paz no "Fim dos Dias."

 

O zelo messiânico judaico nessa época atingiu um crescendo durante as revoltas dos Judeus contra os Romanos no final do Período do Segundo Templo, especificamente na pessoa de Bar Kokhba, que o Rabino Akiva afirmou ser o Messias. Quando Bar Kokhba  foi morto e a rebelião final esmagada, em 135 E.C. (depois da destruição do Templo), esmoreceu o entusiasmo messiânico do povo judeu.O Império Persa caiu nas mãos de Alexandre, o Grande, em 330 E.C., aproximadamente. Os Gregos tentaram erradicar a religião e a cultura  judaica, e o seu programa para o povo judeu era de que este tomasse os valores e modo de vida gregos. Os Gregos proibiram o estudo da Torá e não permitiram que os Judeus praticassem a Halakhah (Lei Judaica).

 

https://3.bp.blogspot.com/-0G50doefg8U/VkR2XWfH8MI/AAAAAAAAILM/mbPGVzzmyZw/s1600/WomenPraying1848.jpg



Início do século XX - Mulheres orando no Muro das Lamentações, o que restou da destruição do Segundo Templo. A presença dos judeus - o povo nativo de Israel - na sua Terra, tem sido ininterrupta desde o início dos tempos.

 

 

Os Gregos entraram no Templo Sagrado e profanaram-no, mas os Judeus, liderados pelos Macabeus, revoltaram-se e recuperaram o controle do seu Templo e sua autonomia. O Império Grego,  desintegrou-se com a conquista Romana. 

 

Em 37 A.E.C., Herodes, o Grande, o governador Romano, remodelou o Templo para o tornar ainda mais esplêndido. Embora alguns se refiram a este edifício reconstruído como "Templo de Herodes", na tradição judaica considera-se o mesmo templo, porque a adoração continuou inabalável durante a reconstrução. 

 

Os Romanos não concederam qualquer autonomia ao povo judeu, o que levou a uma série de revoltas judaicas, que culminaram na destruição do Templo em 70 E.C.. 

 

Embora as revoltas tivessem continuado após a destruição, no ano 135 E.C., após a derrota de Bar Kokhba, Jerusalém foi arrasada, os judeus exilados, e a Terra Santa renomeada Aelia Capitolina.

 

A violenta acção dos Romanos, no entanto, não extinguiu a presença judaica em Israel. No norte do país, especificamente em Tibérias, mantiveram-se centros de aprendizado judaico e estudo da Torá, até que, ao longo do tempo, os exilados voltaram, as sinagogas foram reconstruídas, e a vida judaica floresceu mais uma vez na Terra Santa.

 

Israel é a Pátria Eterna do Povo Judeu

 

  

Postado por Oliveira da Figueira às 09:17 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

História de Israel - A Revolta de Bar Kokhba

https://4.bp.blogspot.com/-rR3NI81sn78/VkNoI3Z4gwI/AAAAAAAAIIQ/nYUf0O6kb30/s1600/iuDVQ0J6GA.jpg

A Revolta de Bar Kokhba

Simon Bar Kokhba é o nome de um chefe revolucionário judeu que combateu os invasores Romanos. O apelido "Bar Kokhba" significa "filho de uma estrela", e refere-se à passagem bíblica de Números 24, que diz que uma"estrela cadente surgirá de Jacob."

O Rabino Akiva, um contemporâneo de Bar Kokhba, deu-lhe este nome, que tem conotações messiânicas. Com efeito, após a destruição do Templo, a remoção de autonomia judaica e o exílio dos judeus de Jerusalém, a esperança na Rebelião de Bar Kokhba, no seu breve breve sucesso e na sua liderança, levou muitos a acreditarem que a Era Messiânica tinha começado.

Os cristãos, que acreditavam que Jesus  de Nazaré era o Messias, rejeitaram Bar Kokhba. Este facto provocou novos cismas entre judeus e cristãos primitivos, ajudando moldar uma identidade cristã até hoje separada do Judaísmo.

 

https://2.bp.blogspot.com/-DCFzyPRLSoI/VkORcAZrnqI/AAAAAAAAIIg/N0AZwJw-sqs/s1600/BSBA140402100.jpg

 

A montanha-fortaleza de Heródio foi uma das bases dos revoltosos

 

https://4.bp.blogspot.com/-7ZAG13-PXEg/VkORxx10gMI/AAAAAAAAIIo/x1ojXDB8TXw/s320/BSBA140402400.jpg

Vale a pena visitar esta página para admirar alguns vestígios arqueológicos deste período da História de Israel.

 

Após a devastação e destruição do Segundo Templo, pelos Romanos, em 70 E.C.,e o esmagamento das revoltas judaicas anteriores, a vida judaica em Israel foi dizimada e a soberania judaica esmagada.

https://2.bp.blogspot.com/-DK1xiC9r5iw/VkOTCLdlxHI/AAAAAAAAII4/kCIKIqAdYnc/s320/jeruflam.jpg

 

A destruição de Jerusalém pelos Romanos persiste na memória colectiva

O Imperador Adriano (76 - 138 E.C.) visitou Jerusalém, e comprometeu-se a reconstruir a cidade e o Templo. No entanto, a sua motivação era fazer uma nova cidade romana e um templo dedicado aos deuses pagãos. Quando os Romanos começaram a lançar as fundações do templo, as tensões cresceram, e quando os ocupantes Romanos proibiram as práticas religiosas fundamentais para a fé judaica, como a circuncisão (que os Helenistas viam como mutilação), os judeus rebelaram-se, e deu-se a terceira rebelião (ou Guerra Judaico-Romana) desde a destruição do Templo. Durou de 132 a 135 E.C., e foi a última.

 

https://1.bp.blogspot.com/-5eIcnGyGSDw/VkOT1ZBNZVI/AAAAAAAAIJI/t6V0wLHYe0c/s400/premillennialism-destruction-jerusalem-70ad-titus-arch.jpg

Pormenor do monumento Romano que celebra a queda de Jerusalém e o saque do Templo (veja-se a Menorá, levada pelos invasores)

 

A revolução, inspirada em parte pela dinastia dos Hasmoneus, foi inicialmente bem sucedida. Praticando uma guerra de guerrilha, as forças judaicas recapturaram muitas cidades e vilas, incluindo Jerusalém. Os romanos foram apanhados de surpresa, e as tentativas de reprimir a rebelião falharam. Moedas foram cunhadas com a frase "A Liberdade de Israel."

 

https://2.bp.blogspot.com/-QpCv8Qy9vBo/VkOVN8fIX9I/AAAAAAAAIJU/dO-6Y3aRSpo/s320/Barkokhba-silver-tetradrachm.jpg

 

 Moeda judaica da época de Bar Kokhba

Os sacrifícios rituais de animais foram retomados, embora não no Templo; o Rabino Akiva liderou o Sinédrio (Supremo Tribunal judeu), e Bar Kokhba estabeleceu-se como Nasi (príncipe). No entanto, no ano 135 E.C., os Romanos conseguiram finalmente reprimir a rebelião, e fizeram-no de forma brutal. Cercaram as cidades até que as forças judaicas ficaram enfraquecidas pela falta de alimentos, e, em seguida, começaram o ataque final. Os judeus fugiram para o seu reduto, em Betar, mas foram atacados lá também, tendo o golpe final ocorrido em Tisha B'Av, o dia nacional de luto judaico. Centenas de milhar de judeus foram mortos, e Adrianotentou acabar com qualquer indicação de que uma presença judaica existira na Terra de Israel.

https://2.bp.blogspot.com/-aFHoHvppW1g/VkOTfWhq4AI/AAAAAAAAIJA/ZIYoe7B0_Tw/s200/Hadrien-ven.JPG

O Imperador Adriano

Académicos, incluindo o Rabino Akiva, foram perseguidos e mortos; textos foram queimados. Adriano ergueu estátuas no Templo, e substituiu o nome de "Judeia" nos mapas pelo nome "Síria-Palaestina", a partir do qual deriva o nome moderno "Palestina", que foi um dos nomes da Terra de Israel durante dois mil anos subsequentes.

O Imperador Romano também reinstituiu o nome "Aelia Capitolina" para designar Jerusalém, transformada em cidade romana. Os judeus foram proibidos de entrar na  sua cidade santa.

https://4.bp.blogspot.com/-vKF7aQ83u4c/VkOWanSImxI/AAAAAAAAIJc/UxR3Zb14RhQ/s200/Bar%2BKochba%2B-%2BHISTORIA%2BDO%2BMUNDO.jpg

 

Simão  Bar Kokhba

 

Mais tarde, Constantino I permitiu que os judeus entrassem em Jerusalém uma vez por ano, em Tisha B'Av, a fim de chorarem. A revolta teve impacto significativo sobre o Judaísmo. O centro de aprendizado judaico mudou-se para a Diáspora. No entanto, a presença judaica permaneceu na Terra Santa. Os judeus, na sua maioria, migraram para o norte de Safed e para Tiberíades.

Safed ficou conhecida como um importante centro de estudo da Torá, especialmente do estudo da Cabala. Textos judaicos importantes foram concluídos em Israel, incluindo o Mishná e o Talmud Jerusalém. Na História de Israel moderna, a revolta de Bar Kokhba tornou-se um símbolo da resistência nacional. O grupo de jovens judeus "Betar" tomou o seu nome do último reduto de Bar Kokhba, e o primeiro Primeiro-Ministro de Israel, David Ben-Gurion, adoptou o nome de um dos generais de Bar Kokhba.

 

https://3.bp.blogspot.com/-1m0zkvPNl0Q/VkOX73vxidI/AAAAAAAAIJk/7yK_oObko2M/s200/Sim%25C3%25B3n-bar-Kokhba.jpg

Bar Kokhba, os seus guerreiros, e os judeus em geral, foram supliciados pelos Romanos, como aconteceria também aos cristãos, em Roma e em todo o Império.

 

Postado por Oliveira da Figueira às 19:28 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 7 de novembro de 2015

História de Israel - A Dinastia dos Hasmoneus‏

 

https://3.bp.blogspot.com/-5saJRRepBSs/Vjuqprd_mdI/AAAAAAAAIFU/lm5kCQDFoGI/s1600/GetAttachment.aspx.jpg

Os Macabeus (do Hebraico מכבים ou מקבים, makabim ou maqabim, significando "martelos", foram a famosa milícia judaica que expulsou os ocupantes Gregos. O seu membro mais conhecido foi Judas Macabeu, assim apelidado devido à sua força e determinação.

 

A Dinastia dos Hasmoneus‏

A Dinastia dos Hasmoneus começa com a famosa história de Hanukkah. Na sequência da conquista  da Terra de Israel por Alexandre, o Grande, que anexou a maior parte do Mundo Antigo, a Terra Santa ficou sob o controle dos governantes Gregos Selêucidas. Os Selêucidas proibiram o estudo da Torá e profanaram o Templo Sagrado, na tentativa de erradicar a religião e a cultura judaicas. Os gregos queriam que os judeus se vestissem, comessem e pensassem como eles.


No entanto, o povo judeu revoltou-se, em 166 A.E.C., sob a liderança do heróico Judas Macabeu,  da família dos Hasmoneus. Apesar de muito inferiores em número, em poderio militar e em organização, os judeus foram bem sucedidos na sua revolta e conseguiram repelir o domínio grego. Entraram no Templo para o purificar, mas só encontraram uma vasilha com azeite suficiente para acender a Menorah (candelabro) por uma noite. Diz a lenda que a menorá esteve acesa durante oito noites. O Festival de Hanukkah, ou Festival das Luzes, celebra esse milagre.

https://1.bp.blogspot.com/-AA2ZROQp5Eg/VjusT1AtuvI/AAAAAAAAIFg/nH-przh_VtI/s320/iuj.jpg

Após esse retorno triunfal a Jerusalém, começou o período do governo Hasmoneu. Seguiram-se mais vitórias dos judeus, que, combinadas com um enfraquecimento da autoridade Selêucida, garantiram a restauração da soberania judaica na Terra de Israel. 

 

Os Hasmoneus governaram a Terra de Israel por quase um século. Acreditavam que  a sua Dinastia era a continuação da Era dos Shoftim (Juízes) e dos Reis, dos primórdios de Israel, e consolidaram o poder judicial, religioso, político e militar. Também expandiram as fronteiras físicas da Terra, restaurando quase todas as fronteiras da Era de Salomão. A vida judaica floresceu sob a liderança dos Hasmoneus.

https://3.bp.blogspot.com/-b_f-FdYD4po/VjuswQvq1YI/AAAAAAAAIFo/8nmTUCMaOc0/s1600/GetAttachment.aspx.jpg

Este aqueduto da Era da Dinastia dos Hasmoneus‏ esteve em uso até ao domínio Britânico da Terra Santa.

 

Essa época feliz da História de Israel viria a chegar ao fim, com a invasão do Império Romano e a submissão imposta  pelo imperador romano Herodes, o Grande, em 37 A.E.C..

 

O legado da poderosa dinastia dos Hasmoneus fez com que Herodes casasse com uma princesa Hasmoneana a fim de reforçar a sua legitimidade como governante.

 

E estamos quase na época de Hanukkah...

https://3.bp.blogspot.com/-k5Zxog8b4_E/VjutPtsffLI/AAAAAAAAIFw/mQsX09xFwcA/s200/iu.jpg    

Postado por Oliveira da Figueira às 10:00 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

História de Israel - O Primeiro Exílio

https://3.bp.blogspot.com/-jbNdhhMa0mA/VjYgMFGsliI/AAAAAAAAH_I/6iN3ddxRxLg/s1600/iuX0HCX7DH.jpg

 

Separados dos seus irmãos que não foram deportados, os judeus da Diáspora produziram neste período reflexões preciosas, narradas em diversas obras, nomeadamente na Bíblia. Foi uma dura prova, no entanto espiritualmente fértil.

 

O Primeiro Exílio

Apenas algumas gerações após o período de glória e prosperidade sob o rei Salomão, os israelitas conheceram a derrota às mãos dos Assírios, e, em seguida, após 200 anos, dos Babilónios. Dois países vizinhos e hostis, situados a Norte, onde hoje é a Síria e o Iraque, respectivamente.


O Templo (Beit HaMikdash, em Hebraico) foi destruído, os seus santos objectos saqueados, e os judeus exilados. Este foi o início da Diáspora judaica, uma época que viu as comunidades judaicas e estudo da Torá florescerem fora da Terra Santa.

No entanto, não importa o quão bem sucedidos espiritualmente os judeus se tornaram nas suas comunidades em solo estrangeira (principalmente na Babilónia), a sua conexão com a Terra de Israel nunca desapareceu. Um dos mais famosos salmos, o salmo 137, eloquentemente, descreve o povo judeu chorando junto aos rios da Babilónia, jurando que nunca iria esquecer a cidade santa de Jerusalém, tão crucial para a sua identidade como a própria mão direita:

 

1 Junto aos rios da Babilónia
nós nos sentamos e choramos
com saudade de Sião.

2 Ali, nos salgueiros,
penduramos as nossas harpas;

3 ali os nossos captores pediam-nos canções,
os nossos opressores exigiam
canções alegres, dizendo:
"Cantem para nós uma das canções de Sião!"

4 Como poderíamos cantar
as canções do Senhor
numa terra estrangeira?

5 Que a minha mão direita definhe,
ó Jerusalém, se eu me esquecer de ti!  

6 Que me grude a língua ao céu da boca,
se eu não me lembrar de ti
e não considerar Jerusalém
a minha maior alegria!

 

https://1.bp.blogspot.com/-HI5KGhYy2ic/VjYiaaRBzDI/AAAAAAAAH_Q/ji5MfCgWr18/s320/11318726923_916257dba4_z.jpg

 

A cena celebrizada pelo Salmo 137


O exílio foi um evento traumático na História judaica. De uma só vez, o povo judeu perdeu a sua independência, o seu Templo, e a sua terra natal.

Depois de o Reino do Norte de ter sido exilado, cerca de 200 anos antes, o exílio do Reino de Judá foi um duro golpe na presença judaica completa em Israel.

Nabucodonosor, Rei de Babilónia, tinha permitido apenas que as pessoas mais pobres permanecessem em Jerusalém. O período do cativeiro babilónico na Terra Santa antes da destruição do Templo teve efeitos profundos na religião e cultura judaica.

 

https://3.bp.blogspot.com/-sMYRF-umEwk/VjYpjoent5I/AAAAAAAAH_0/eQQ1xXm99O4/s320/nabucodonosor1.jpg

 

Outra cena famosa do cativeiro na Babilónia: o profeta Danielinterpreta o sonho de  Nabucodonosor.

 

O actual alfabeto hebraico foi adoptado por aqueles que permaneceram em Israel, substituindo o alfabeto israelita tradicional. Foi o último período de intensa profecia divina, principalmente por meio do profeta Ezequiel. E foi nesse momento que a Torá começou a ser compilada pelos principais estudiosos da Grande Assembleia que permaneceram em Jerusalém.

A divisão em"tribos" perdeu-se, com excepção da tribo de Levi, que continuou a ter o seu papel único como servidores do Templo.

Esta foi também a primeira vez, desde o reinado do Rei Saúl, que o povo judeu se viu sem um líder.

https://1.bp.blogspot.com/-g8ieESy4tsQ/VjYowlbDb-I/AAAAAAAAH_s/SMp7-i80HIM/s320/iraq1.jpg

 

Ruínas da Babilónia, descobertas por pesquisadores europeus no início do século XX.

 

Sábios e estudiosos começaram a emergir como líderes, com destaque para Ezra e Neemias, sábios exilados que viriam a liderar o regresso do povo judeu à sua terra natal, desde a Babilónia.

 

https://2.bp.blogspot.com/-9o-thrDiyBo/VjYqCvvtAGI/AAAAAAAAH_8/2um1Lth7K1w/s320/profeta.jpg

 

Neemias impulsionou a reedificação do Templo

 

Gedalias, o líder judeu nomeado por Nabucodonosor como governador dos restantes judeus indigentes de Jerusalém, começou a revitalizar a cidade e, com ela, as esperanças do povo. No entanto, Gedalias foi assassinado por um judeu que se ressentia da sua proximidade com a regência da Babilónia, e as restantes famílias judias, temendo represálias dos babilónios, fugiram para o Egipto.

Só pelo decreto do Rei Ciro da Pérsia (actual Irão), em 538 A.E.C., é que os judeus foram finalmente autorizados a regressar à sua Terra Santa.

 

 

 https://3.bp.blogspot.com/-bzCkKm_HOIU/VjYnFwJ8jvI/AAAAAAAAH_c/KtA_eR04EUo/s320/3466171387.jpg

 

 

O actual Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem lembrado esta antiga ligação entre as duas nações, e têm-se registado iniciativas israelitas de apreço pela Pérsia, nomeadamente a conhecida "ISRAEL AMA O IRÃO". Que foi teve resposta imediata através de "O IRÃO AMA ISRAEL":

https://2.bp.blogspot.com/-NJ-kyBvEV7w/VjYoRW-ToMI/AAAAAAAAH_k/lWeSSk0L2e4/s320/2349077637.jpg

 

 

 

 

  

Postado por Oliveira da Figueira às 13:24 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 31 de outubro de 2015

História de Israel - A conquista de Judá

https://1.bp.blogspot.com/-CP9y31bTwXE/VjMxkGlpenI/AAAAAAAAH84/gqKFdqcf7HE/s200/iuVAJQU6F0.jpg

 

A conquista de Judá

 

Como descrevemos nos capítulos anteriores desta resumida História de Israel, os três primeiros Reis foram Saúl, David e Salomão. Após a morte de Salomão, as dez tribos do norte revoltaram-se e estabeleceram o Reino de Israel, no norte. As restantes tribospermaneceram leais ao filho de Salomão e formaram o Reino de Judá, no sul.

https://4.bp.blogspot.com/-qPJvjeWIF5Y/VjMxs5_mRdI/AAAAAAAAH9A/_zeGzYxkSCc/s400/kings-of-judah-600x300.jpg

A História dos Reis de Judá vem narrada na Bíblia nos Livros das Crónicas.

 

Esta é a lista dos Reis de Judá: 

 

Roboão (928-911), Abias (911-908), Asa (908-867), Jeosafá (867-851), Jorão/Joram (851-843), Acazias/Jeoacaz (843-842), Atalia (842-836), Joás/Jeoás (836-799),  Amaziah/Amazias(799-786), Uzias (786-758), Jotão/Jotan (758-742), Acaz (742-726), Ezequias (726-697), Manassés (697-642), Amon (642-640), Josiah/Josias (640-609), Jeoacaz (609-608), Joaquim/Eliaquim (608-597), Joaquim (597), Zedequias (597-587). 

https://4.bp.blogspot.com/-J4YhcHpzaEQ/VjMxPGU1lhI/AAAAAAAAH8w/7nckVTDZy0c/s320/iuN3W76EO4.jpg

 

Representação dos Reis de Judá na Catedral de Notre-Dame de Paris

 

 

A conquista do Reino de Israel, ou Reino do Norte, deve ter causado forte alarme no Reino de Judá, ou Reino do Sul. Judá escapou à conquista pelos Assírios, mas viria a cair um século mais tarde, às mãos dos Caldeus.

O Rei assírio Sennacherib lograria conquistar território a Judá, em 701 A.E.C., e os judeus quase sofreram o mesmo destino dos israelitas. Em 625 A.E.C., os Babilônios, sob o Rei Nabopolassar, iriam consolidar o seu controle sobre a Mesopotâmia, e o Rei judeu Josias procurou agressivamente alargar o seu território, aproveitando-se do vácuo de poder na região. Judá ver-se-ia em breve enredado nas lutas de poder entre Assírios, Babilônios e Egípcios:


Quando o filho de Josias, Jeoacaz, subiu ao trono, o Rei do Egito, Neco (posto no poder pelos Assírios), atacou com sucesso Judá, que se tornou um Estado vassalo do Egipto. 

Quando os Babilônios derrotaram os Egípcios em 605 A.E.C., Judá tornou-se passou a ser um Estado vassalo da Babilónia. 

Mas quando os Babilónios foram derrotados em 601 A.E.C., o Rei de Judá, Joaquim, desertou aliou-se os egípcios. Então o Rei da Babilónia, o famoso Nabucodonosor, organizou uma expedição para punir Judá, em 597 A.E.C.. 

https://1.bp.blogspot.com/-4w-hiA8Y47A/VjM3svDyiLI/AAAAAAAAH9Q/bxk-BqSAx08/s320/iur.jpg

 

O poderoso Rei Nabucodonosor

O novo Rei de Judá, Joaquim, entregou a cidade de Jerusalém a Nabucodonosor, que, em seguida, nomeou um novo rei sobre Judá, Zedequias. Em conformidade com a prática da Mesopotâmia, Nabucodonosor deportou cerca de 10.000 judeus para a sua capital, Babilónia;todos os deportados eram profissionais especializados, cidadãos ricos, e artesãos. As pessoas comuns foram autorizadas a permanecer em Judá. Esta expulsão foi o início do Exílio.

https://2.bp.blogspot.com/-T9B9OPrxHUY/VjM5Shf3qiI/AAAAAAAAH9c/74_73X3Ib9E/s320/babilonia1-330x550.jpg

Os famosos Jardins Suspensos da Babilónia. Esta cidade possuía uma organização social, legal, política, económica e cultural, que fez dela o berço da Civilização, segundo muitas opiniões.

 

A história poderia ter terminado ali, com a assimilação dos judeus e a sua dissolução entre as muitas civilizações extintas desta tão agitada região do globo. No entanto, Zedequias revoltou-se contra o domínio dos Babilónios mais uma vez. Nabucodonosor respondeu com outra expedição em 588 A.E.C., e conquistou Jerusalém em 586 A.E.C.. Nabucodonosor capturou Zedequias, e obrigou-o a assistir o assassinato dos seus filhos; em seguida, cegou todos os que viria a deportar para a Babilónia. Mais uma vez, deportou os cidadãos proeminentes, mas em número muito menor do que em 597: calcula-se que foram deportadas entre 832 e 1577 pessoas.

https://3.bp.blogspot.com/-wta-yhzLNyM/VjM6_CsBG9I/AAAAAAAAH9o/prmg5tdpXsI/s320/iu.png

A execução dos filhos de Zedequias, por Nabucodonosor. A óperaNabucco (Nabucodonosor), de Giuseppe Verdi, é uma das mais emocionantes narrativas deste período histórico.



O Reino Hebraico, que começara com as promessas de glória personificadas em David, parecia agora chegar ao fim. Parecia que nenhuma nação judaica iria jamais existir novamente. E também parecia que a ligação especial que o Senhor prometeu aos Hebreus, a aliança segundo a qual estes teriam um lugar especial na História, tinha sido quebrada e esquecido pelo seu Deus.Este período de confusão e desespero, com uma comunidade unida mas desalojada, nas ruas de Babilónia, tornou-se um dos períodos históricos mais importantes da história judaica: o Exílio. 

 

 

https://4.bp.blogspot.com/-9GM0SKTII98/VjM_sqX2mWI/AAAAAAAAH98/E3tnOR3UxC4/s320/iu.gif

Um dos episódios mais intrigantes deste período foi o sonho de Nabucodonosor, interpretado pelo Profeta Daniel. O ídolo que o Rei vira em sonhos, seria o símbolo dos Impérios que invadiriam a Terra de Israel, antes do tempo final, o da vinda do Messias e do estabelecimento do Reino de Deus na Terra, que será o tempo actual.

 

Separados dos seus irmãos que não foram deportados, os judeus da Diáspora produziram neste período reflexões preciosas, narradas em diversas obras, nomeadamente na Bíblia. Foi uma dura prova, no entanto espiritualmente fértil.

 

 

https://1.bp.blogspot.com/-TGzvRLLR_OE/VjM_Tuhr0NI/AAAAAAAAH90/DNEoN12cJdg/s320/iuX0HCX7DH.jpg

Postado por Oliveira da Figueira às 19:05 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

domingo, 25 de outubro de 2015

História de Israel - Os Samaritanos

https://1.bp.blogspot.com/-O2NsYJ-zxXM/VizLKdlZkgI/AAAAAAAAH1g/x1HkkLrplNs/s200/assyria_front.jpg

 

  Invasão Assíria da Terra de Israel

 

Os Samaritanos

Uma outra consequência da Invasão Assíria foi a colonização de Israel pelos Assírios. Esse grupo instalou-se na capital do Reino de Israel, Samaria, e levou com ele os deuses e os cultos religiosos assírios. No Médio Oriente e naquela época, as pessoas eram acima de tudo altamente supersticiosas.Mesmo os Hebreus, monoteístas, não negavam necessariamente a existência ou o poder dos deuses de outros povos - pelo sim, pelo não...

 

https://4.bp.blogspot.com/-XE8GqxiKSIY/VizRfNVq0sI/AAAAAAAAH2o/Q1RjC2iz820/s320/image-338263-galleryV9-zbdv.jpg

Samaritanos de hoje.

 

Os povos conquistadores também viviam no temor de que os deuses locais se vingassem deles. Era comum, por isso, adoptarem o Deus ou deuses locais, e integrarem esse culto na sua religião e no seu culto.

 

https://1.bp.blogspot.com/-C8BeJJbP320/VizMINR2WAI/AAAAAAAAH1w/w4_rL52LuTk/s320/Samaritan_temple_mount_gerizzim.jpg

 

 Ruínas do Templo Samaritano no Monte Guerzim

 

Passado algum tempo, por isso, os Assírios na Samaria adoravam o Deus de Israel.  Sem deixarem de prestar culto aos seus próprios deuses. 

E passado um par de séculos, já adoravam o Deus de Israel exclusivamente.Assim se originou o único grande cisma na religião de Javé: o cisma entre os Judeus e os Samaritanos. Os Samaritanos, que eram Assírios e, portanto, não-Hebreus, adoptaram quase todos a Torá Hebraica e as suas práticas e culto; ao contrário dos Judeus, no entanto, eles acreditavam que poderiam sacrificar a Deus fora do Templo em Jerusalém. 

Os Judeus franziram a testa aos Samaritanos, negando que um não-Hebreu tivesse o direito de ser incluído entre o Povo Escolhido.  Ainda mais os irritou que os Samaritanos se atrevessem a sacrificar ao Senhor fora de Jerusalém. Preconceitos das mentalidades de há milénios. Noutras civilizações contemporâneas também os encontraremos.

O cisma Samaritano desempenhou um papel importante na rectórica de Jesus de Nazaré. Ainda há Samaritanos que vivem nas redondezas cidade de Samaria.

https://3.bp.blogspot.com/-1wpCEFjT0dk/VizL4AY8M1I/AAAAAAAAH1o/cgpkyAIDJ-s/s1600/images.duckduckgo.com.jpg

Sacerdote Samaritano junto da Torá

 

As relações dos Samaritanos com os diversos ocupantes da Terra de Israel foi irregular.

 

Foram aliados dos Selêucidas no combate aos Judeus, narrado nas Escrituras nos Livro dos Macabeus.

 

Durante o domínio do Império Romano foram cruelmente reprimidos, pois o Império temia que se aliassem aos Judeus na luta pela restauração da Independência. Os Samaritanos preferiram a morte à capitulação.

 

Sob o Império Bizantino, o Segundo Templo dos Samaritanos foi destruído e não voltou a erguer-se. Em 529 A.E.C., a Revolta dos Samaritanos contra o Império Bizantino saldou-se por um rotundo insucesso, e pelo extermínio ou conversão forçada de milhares de infortunados Samaritanos. Nessa época, os Samaritanos deixaram de ser uma nação para serem uma minoria étnica-religiosa.

 

https://1.bp.blogspot.com/-vEJ7l802_UA/VizNOz4VgCI/AAAAAAAAH14/i7JYniY1SyQ/s320/Kfar%2BShmaryahu%252C%2BSamaritan%2BBurial%2BSite%252C%2BIMG_3835.JPG

 

 Antigo cemitério Samaritano, em Israel.

 

As investidas islâmicas na Terra de Israel também não foram boas para os Samaritanos, apesar de alguns se terem convertido ao Islão e prosperado na sociedade islâmica. No século XVI, os Mamelucos não pouparam os lugares de culto Samaritanos nem Judeus.

Já sob o domínio Turco, em 1841, as autoridades muçulmanas acusaram os Samaritanos de serem pagãos, o que poderia ter-lhes acarretado gravíssimas consequências, não fora a intervenção do Grão-Rabino da Palestina, que emitiu um documento no qual atestava que os Samaritanos eram um ramo dos Filhos de Israel.

https://2.bp.blogspot.com/-vryMYEpIq8A/VizOh8Ig_8I/AAAAAAAAH2E/k9qvTQBTUt0/s320/iu.jpg

 

Família Samaritana - século XIX

 

As população Samaritana voltou a crescer e a escapar a uma extinção repetidamente anunciada já no século XX, após a restauração da independência de Israel.  No século XIX chegaram a ser menos de 120. Hoje são cerca de 750. Regra geral, não aceitam conversões, e não se casam fora da sua comunidade religiosa, o que acarreta enfermidades genéticas e limita o crescimento demográfico.

 

 https://2.bp.blogspot.com/-FayXlLXn2rc/VizQ57GEgbI/AAAAAAAAH2g/9qtVbG2pRhk/s200/Samaritan_communities_map.png

 Onde se situam as comunidades Samaritanas ainda hoje

 

O Movimento Sionista e o Estado Judaico, que se caracterizam pela sua laicidade, aceitaram os Samaritanos sem quaisquer reticências, apesar de subsistirem divergências de fé entre Judeus e Samaritanos ainda hoje.

Israel é um país democrático - ó único no Médio Oriente - e todos os seus cidadãos (judeus, samaritanos, druzos, árabes, beduínos, arameus e outros) gozam dos mesmos direitos.

 

https://3.bp.blogspot.com/-6HuY9_a7qkk/VizO5FzXQHI/AAAAAAAAH2M/8rH4Lbl_5k8/s320/iur.jpg

Celebração da Páscoa. Os Samaritanos continuam a usar os seus antigos e tradicionais fornos.

 

No essencial dos princípios de fé, ambas as comunidades concordam, mas os Samaritanos apenas aceitam a Torá, que interpretam literalmente, e recusam obras exegéticas como o Talmud ou o Midrash.  

Os Samaritanos crêem na Unidade e unicidade de Deus, na qualidade profética de Moisés, na inspiração Divina da Torá, na ressurreição, no carácter sagrado e único do Monte Guerzim, e aguardam, como os Judeus, a vinda do Messias, o Taheb, que será semelhante a Moisés.

https://2.bp.blogspot.com/-UAHbeF9Wyl0/VizQsg1SXMI/AAAAAAAAH2Y/1SM6nkk6sEc/s200/images.duckduckgoer.com.jpg

 

Antiga lamparina de azeite 

 

Os bilhetes de identidade dos Samaritanos de Israel classificam-nos como "judeus samaritanos" ou simplesmente "judeus". O Estado de Israel protegeu legalmente as comunidades e locais sagrados dos Samaritanos. Ao contrário dos Árabes, a generalidade dos Samaritanos cumpre o serviço militar.

 

https://3.bp.blogspot.com/-ofFWiclLXRo/VizTQRIB66I/AAAAAAAAH20/aViEZ_59JYA/s320/Samaritans2.jpg

 

Anciãos Samaritanos visitam a Exposição da Cultura Samaritana,  em Jerusalém.

 

Será desnecessário referir que esta é apenas uma modesta entrada num modesto blogue. Para saber mais sobre a História de Israel, convidamos os nossos leitores a explorarem por sua conta. Há inúmeros sites e livros sobre História e Arqueologia de Israel, e muitos fazem a correspondência com a Bíblia, o que é bastante interessante.

Site da Comunidade Samaritana -  http://www.israelite-samaritans.com/

Postado por Oliveira da Figueira às 13:30 2 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

História de Israel - A Conquista de Israel

https://4.bp.blogspot.com/-PG75bJfsl-0/VhuJCg8Vv8I/AAAAAAAAHqc/OxGIoqKwIT0/s400/OCR0004.jpg

Quando os Assírios conquistaram o Reino de Israel, em 722A.E.C.), 10 tribos judaicas foram exiladas. Nesta baixo relevo assírio os judeussão retratados sendo conduzidos com os seus haveres e gado para fora de Israel. Esta peça foi encontrada no palácio do ReiSenaqueribe, em Nínive. Esta é uma das poucas representações do povo judeu na época.

 

A conquista de Israel

 

https://3.bp.blogspot.com/-YZ6aIFpTzvo/VhuaCd0uxTI/AAAAAAAAHrM/CLH-RUDug1E/s1600/thN4Y1UKMT.jpg

Reino de Israel (Norte) e Reino de Judá (Sul)

 


Em 722 A.E.C., os Assírios conquistaram o Reino de Israel. Eram um povo agressivos e muito eficiente em termos bélicos; a História do seu domínio sobre o Médio Oriente é de guerra constante. A fim de assegurarem que os territórios conquistados permaneceriam pacificados, os Assírios forçavam muitos dos habitantes nativos a mudarem-se para outras partes do seu Império.Escolhiam quase sempre gente das classes mais altas e mais poderosas, pois não tinham razão para temer a massa geral das populações. Enviavam então Assírios para colonizar os territórios conquistados.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-uT1MN2TbIDM/VhuJMowdctI/AAAAAAAAHqk/wQaSUulaGkU/s320/sennacherib-besieged-judah.jpg

 

Recriação da conquista Assíria do Reino de Israel, ou Reino do Norte.

  

Quando conquistaram Israel, forçaram as Dez Tribos a espalharem-se por todo o seu Império. Pode dizer-se que esta foi a primeira Diáspora ("diáspora" = "dispersão") dos judeus, só que que estes desapareceram da História de forma permanente. São por isso chamados "As Dez Tribos Perdidas de Israel", que continuam, milhares de anos depois, a incendiar a imaginação popular, como vimos no post anterior desta série. 

 

É difícil determinar porque é que tal sucedeu. Os judeus têm sobrevivido, ao longo da História, a inúmeras perseguições, diásporas e até genocídios. Os Assírios não deslocaram os israelitas todos para o mesmo lugar. Em vez disso espalharam-nos em pequenas populações em todo o  Médio Oriente. Quando os Babilônios mais tarde conquistaram Judá , também deslocaram uma enorme quantidade da população. No entanto, alojaram essa população num único local, permitindo que os judeus constituíssem uma comunidade separada e mantivessem a sua religião e identidade. Os israelitas deportados pelos Assírios, no entanto, não vivendo em comunidades estruturadas, ter-se-ão desligado da sua religião, dos seus nomes e das suas identidades hebraicas.  

 

O velho combate entre o Bem e o Mal

 

Os Judeus são primeiro povo monoteísta da História. Não apenas adoravam o Deus Único, como possuíam os preceitos de Humanismo consagrados na Torá, que ainda hoje a Humanidade se esforça por alcançar. Os Assírios, além de politeístas (ou idólatras, se preferirmos) não valorizavam o Bem ou a Justiça, mas apenas a Força.

 

A vocação Judaica acabou por impregnar toda a Civilização Ocidental, que, não sendo perfeita, mantém um debate permanente sobre o que está certo e o que está errado. Ética, Moral, Humanismo, não estão, infelizmente, por enquanto, nos horizontes culturais de todos os povos. Sintomaticamente, Adolf Hitler, o maior genocida que despontou na nossa parte do Mundo, idolatrava ideologias como o Islão e deplorava a tradição judaico-cristã. É famosa a sua alegação de que "a Consciência é uma invenção judaica".

 

Não é uma invenção, mas uma dádiva de Deus à Humanidade. É nesse sentido que os Judeus são o "povo escolhido", porque foi a eles que Deus escolheu para Se revelar. Repetimos: os Judeus são primeiro povo monoteísta da História. Quem discordar da escolha de Deus, proteste com Ele. os Judeus não têm culpa.

 

https://2.bp.blogspot.com/-hFBkxpYI484/VhuJaFYiL1I/AAAAAAAAHqs/E4bvYY4QoU4/s1600/time_13.jpg

 

Os judeus foram levados cativos

 

 

O Império Assírio

 

O auge do Império Assírio foi atingido com a submissão de toda a Mesopotâmia, incluindo a Babilónia, a Síria, o Egipto e parte da Ásia Menor (900-612 A.E.C.).

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-z6kXEfr4yok/VhuKFgbA0AI/AAAAAAAAHq0/bRBd5sYSDWA/s400/7010824459_c2b89a1ee9_z.jpg

 

Salmaneser III (858-823 A.E.C.) conquista parte de Israel. 

Tiglate-Pileser III (745-726 A.E.C.) conquista a Babilónia e a Síria.

Salmaneser V (726-721 A.E.C.) conquista  aSamaria.

Sargão II (721-705 A.E.C.).

Senaqueribe (705-681 A.E.C.) conquista a Síria, a Fenícia e parte da Judeia.

Esar-Hadom (681-668 A.EC.) conquista o Egipto.

Assurbanipal (668-625 A.E.C.) destaca-se pela sua biblioteca em Nínive.

 

 

Os Assírios

 

Os Assírios eram um dos povos semitas que viviam na região do Cáucaso e que migraram para oplanalto de Assur, na Alta Mesopotâmia, por volta do ano 2.400 a.C.. Essa região compreende o norte do actual Iraque. O nome "Assíria" deriva do nome de um dos seus deuses, que passou a nomear o planalto e a cidade de Assur.

 

O Estado Assírio foi forjado no cadinho da guerra, invasão e conquista. A liderança era quase inteiramente composta por chefes militares, que se tornaram ricos mercê dos despojos tomadosna guerra. O Exército era o maior jamais visto no Médio Oriente ou no Mediterrâneo. Asexigências da guerra animavam a inovação tecnológica, o que tornou os Assírios quase imbatíveis, com as suas espadas de ferro, lanças, arcos, armaduras de metal, aríetes ou carruagens puxadas por cavalos. Considera-se que este foi o primeiro Exército organizado em secções da História.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-VQsqedQIBPg/VhuIPaNjZdI/AAAAAAAAHqU/Vgsi0Ad95r0/s320/a-maquina-guerra-assiria-foi-uma-das-mais-eficientes-antiguidade-546252e112e37.jpg

 

A máquina de guerra Assíria era das mais eficientes da Antiguidade

 

 

A extrema crueldade dos Assírios era conhecida no Mundo Antigo. Tortura, empalamento, decapitação, amputações, esfolamento em vida, eram o destino dos soldados derrotados. Esse tipo de tratamento gerava forte impacto psicológico e permitiu a rápida submissão dos outros povos mesopotâmicos e de toda a região.

O Império Assírio durou aproximadamente de 1.300 A.E.C. a 612 A.E.C., imprimindo nos povos da região influências ainda hoje visíveis, nomeadamente na tendência bélica - trata-se da região mais perigosa do globo, em guerra permanente desde sempre. Por estranho que possa parecer a quem viva no Mundo Livre, a crueldade referida no parágrafo anterior mantém-se, inalterável, hoje, pelas mãos dos terroristas do ISIS ou do Hamas, por muito que os media evitem mostrá-la.

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-ZmQ8QcgPEeQ/VhuZapb8vtI/AAAAAAAAHrE/jM9015FZY_8/s320/isis-executions.jpg

Execuções em massa, suplícios atrozes, são dia-a-dia do Medio-Oriente. Nesta imagem é o ISIS que elimina mais umas centenas de pessoas, apenas porque não são muçulmanos sunitas radicais. Os extremistas Ocidentais apoiam estes procedimentos.

 

NOTA - Esta nossa pequena e despretensiosa História de Israel pretende ser o meio-termo entre  as duas críticas habituais que os inimigos de Israel fazem: se lhes mostramos uma História resumida dizem que é muito resumida; se lhes mostramos uma História extensiva dizem que "não têm vagar para essas coisas". Obviamente que esta será muito meio-termo. Como, ao fim e ao cabo, eles são impossíveis de contentar, servirá este pequeno esforço para encorajar os caros visitantes a aprofundarem os seus conhecimentos sobre Israel e sobre a região.

 

sábado, 3 de outubro de 2015

História de Israel - Reino dividido

 

https://3.bp.blogspot.com/-SbMfZrx3W2U/VhAwaWY9Z2I/AAAAAAAAHUU/s_INyecsdLA/s320/urn-3%2BHUAM%2BINV190326_dynmc.jpg

"Saúl, David e Salomão" - Maerten de Vos, 1599

 

O Rei Saúl, o Rei David, e o Rei Salomão, foram os três primeiros Reis de Israel.O Rei Saúl foi ungido pelo profeta Samuel (I Samuel 10). Após a sua morte, o Rei David subiu ao trono (2 Samuel 2), começando a Dinastia Davídica, que durou três séculos. O Rei Salomão foi o último a governar sobre um Reino unido. Deus advertiu-o que por causa dos seus pecados, o Reino seria dividido em dois depois de sua morte (I Reis 11).

 https://2.bp.blogspot.com/-T7l0MeoldF0/VhAvWyVdnTI/AAAAAAAAHUM/Y0lITJ6TaXQ/s320/kingdoms.gif

 

O Reino do Norte e o Reino do Sul (em cor mais clara, no mapa). A linha encarnada assinala as fronteiras actuais do Estado de Israel.

 

Com efeito, após a morte de Salomão, o seu filho Roboão passou a governar o Reino do Sul, que consiste em duas tribos, Judá e Benjamin. O seu Reino foi chamado "de Judá". A tribo de Judá foi sempre a mais numerosa das Tribos de Israel, e a de Benjamin a menos numerosa. O Reino do Norte, com as outras dez tribos, foi chamado "de Israel".

 

https://1.bp.blogspot.com/-r-MRm_naT8g/VhA0CyxateI/AAAAAAAAHU8/3FMh-z8UIjw/s320/tribemap.gif

Mapa da distribuição territorial das 12 Tribos de Israel - da Jewish Virtual Library, que recomendamos vivamente.


No norte, o primeiro Rei de Israel foi Jeroboão, em 928 A.E.C.; e o último Rei foi Oséias, em 722 A.E.C.. Os Assírios começaram a conquista de Israel em 722, conduzindo ao exílio dos israelitas do Reino do Norte, alguns anos depois. Esses israelitas ficaram conhecidos como as "Tribos Perdidas", não havendo registo do seu regresso colectivo a Israel.

 

https://3.bp.blogspot.com/-_twhc8Pfnvo/VhAx9CjDupI/AAAAAAAAHUg/sTweow3ht1w/s1600/GetAttachment.aspx.jpg

 

Mosaico das 12 Tribos de Israel, numa sinagoga em Jerusalém.


No sul, a autonomia durou um pouco mais; o último  Rei de Judá  foi Zedequias, cujo reinado terminou em 587, com a destruição do Templo e a queda de Jerusalém. A destruição do Primeiro Templo e o subsequente Exílio Babilónico assinalaram o fim da Era dos Reis de Israel.

 

https://2.bp.blogspot.com/-dR4lQ8ODBuM/VhAytLFy6tI/AAAAAAAAHUo/fACfZSdpwnE/s320/israeliteencampment.jpg

 

A partir da descrição Bíblica, podemos ter uma ideia de como se dispunham as 12 Tribos ao redor do Tabernáculo, durante o Êxodo. Neste excelente blogue pode encontrar  ilustrações da narrativa Bíblica.

 

ISRAELISMO OU ISRAELOMANIA?

 

https://2.bp.blogspot.com/-V98pxIRFzvU/VhA0v2HpSWI/AAAAAAAAHVM/ClnziBSINjc/s320/58397_106610282731543_100001477155550_56622_2383572_n.jpg

Circulam diversas teorias fantasiosas, de que cada uma das tribos perdidas veio a fundar um país. Encontramos por aí, pelas bibliotecas e pela Internet, as mais diversas reivindicações de que o país tal ou tal foram fundados por uma das tribos perdidas. E isto nos 5 continentes! A crer nestas teorias, as tribos originais teriam que ser quase tantas quantos os países do Mundo...

É mais um estranho paradoxo que envolve Israel e o seu povo. Por um lado, trata-se de um país e de um povo invulgarmente caluniados e perseguidos, alvo de sucessivas tentativas de extinção. Por outro lado, não falta gente, por todo o Mundo, que afirma que o seu povo é descendente desta ou daquela tribo de Israel, e por isso, os "verdadeiros judeus".

 

https://2.bp.blogspot.com/-p6KEQK0dPkA/VhA17Md8RZI/AAAAAAAAHVg/LF8VArq6CLU/s1600/GetAttachment.aspx.jpg

Milhentos sites descrevem supostas migrações dos "verdadeiros judeus", das Tribos Perdidas, para os respectivos países. Pega-se num mapa e desenha-se umas setas. A História à moda da casa...

 

Há de tudo. O mais interessante é um grupo que afirma que os "verdadeiros judeus" são os "arianos", a fantasia histórica que esteve na base da ideologia nazi! Mas a "História Criativa" não é de agora. O chamado Israelismo Britânico foi bastante popular durante a ascensão do Império Britânico, vindo a "onda" a declinar quando o Império foi convertido em comunidade das nações (a famosa Commonwealth). Nos primeiros anos do século XX, Charles Parham e John Allen foram os principais divulgadores desta teoria  nos Estados Unidos.

 

https://3.bp.blogspot.com/-E4xL4YxY51I/VhA4LHyMP6I/AAAAAAAAHVs/69Q7wNPefjM/s200/british-israel1.jpg

A "prova" de que os Britânicos seriam os "verdadeiros judeus" é que nas armas de Inglaterra constam dois leões - que "obviamente"serão os da Tribo de Judá (que nem sequer é uma das "Tribos Perdidas").


Esta crença inclui a identificação das pessoas britânicas e americanas como descendentes dos dois filhos de Jacob: Efraim e Manassés. O termo "britânico"seria derivada da antiga palavra hebraica "beriyth" (aliança). O termo "Saxon"/ Saxão" teria a sua origem em "Isaac's Sons"/"Filhos de Isaac". As "provas" de que os europeus seriam descendentes da tribo israelita de Dan seriam os nomes de muitos rios e cidades (por exemplo, o Rio Danúbio).

 

https://3.bp.blogspot.com/-i7Y9XSHHqD0/VhA524GVcZI/AAAAAAAAHV4/xcw73T2DZgo/s200/dancake.png

 

A fábrica de bolos Dancake, situada na Póvoa de Santa Iria, Portugal, também é, provavelmente, uma das "provas" de que os europeus continentais descendem todos da Tribo de Dan!

 

Conclusão: Basicamente, todos os países do Mundo são habitados pelos "verdadeiros judeus". Menos um: Israel! 

 

Já por diversas vezes aqui divulgámos, não apenas o que a História e a Arqueologia dizem sobre a legitimidade de Israel como Pátria Eterna dos judeus. Desafiamos qualquer dos que põem em causa essa legitimidade a darem-nos exemplos de Estados modernos em que os habitantes tenham mais ligação à Terra. Para começar pelas proximidades geográficas de Israel, encontramos países cujos habitantes originais foram dizimados pelos invasores Árabes, como estes quiseram fazer em 1920, quando invadiram Israel, e em 1948, quando se retiraram para os Exércitos Árabes "atirarem os judeus todos ao mar".

 

Os mais conceituados peritos em Genética confirmam que os judeus são judeus, para que aos israelófobos são restem dúvidas. 

 

A seguir, um trecho de uma palestra do Dr. Jon Entine discutindo porque é que o povo judeu é um assunto de investigação interessante para a pesquisa genética e como o estudo do DNA ajuda a rastrear as origens e as diferenças entre diferentes grupos judaicos. Também nesta palestra, o Dr. Entine explora o mito sobre os chamados "judeus khazares" e o facto de que a pesquisa científica confirma as assertivas do Judaísmo Rabínico: a maioria dos judeus de hoje são descendentes dos judeus originais.

 

Postado por Oliveira da Figueira às 21:56 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

História de Israel - O Reinado de Salomão

https://2.bp.blogspot.com/-QeQXcUV3Xbw/VgUPyJlCGVI/AAAAAAAAHH8/EcGik2ubKok/s320/king-solomon.jpg

 

Salomão - no original Shlomo (em Hebraico:שלמה), que deriva da palavra Shalom (paz)

 

 

O Rei Salomão foi o segundo governante da Dinastia Davídica, após a morte de seu pai, o Rei David.  O seu reinado ter-se-ia estendido de 1009 a 922 A.E.C., nos anos geralmente considerados como a "Idade de Ouro" dos Israelitas.

 

Salomão beneficiou do trabalho do seu pai, que consolidou as fronteiras de Israel. Lançou as bases de uma economia estável e uniu a nação no culto monoteísta. Continuou a política de alianças, tornou Israel uma potência económica regional, criou infra-estruturas e indústrias. Com fronteiras que iam do Egipto até à Síria e à Mesopotâmia, o país viveu um tempo de paz, que teve o seu ponto máximo do na construção do Templo em Jerusalém, inaugurando uma era de prosperidade e devoção religiosa  sem precedentes.

 

 

https://4.bp.blogspot.com/-3o0WZGRMFFM/VgUR3VBTUCI/AAAAAAAAHII/yY-QMS10UTM/s320/Templo_de_Salomao.jpg

 

 

O Primeiro Templo, ou Templo de Salomão.



 

A lendária sabedoria de Salomão é ainda hoje famosa. Numa passagem da Bíblia - I Reis 10 - é descrito que a Rainha de Sabá foi visitar Salomão, para testar o seu conhecimento em primeira mão. Trouxe-lhe exóticos presentes e propôs-lhe alguns enigmas; e quando ele lhes respondeu de forma satisfatória, ela partiu. 

 

Esta intrigante passagem da Bíblia tem sido motivo de especulação ao longo dos séculos, sobre a identidade da Rainha de Sabá e sobre a natureza precisa do seu relacionamento com o Rei Salomão. Diversas pessoas e comunidades, em todo o Mundo e ao longo da História, têm reivindicado serem descendentes de uma suposta ligação amorosa proveniente deste encontro. A Israelomania é assim mesmo...

 

 

https://4.bp.blogspot.com/-MNJ1RZ4XH8A/VgUOLQgYobI/AAAAAAAAHHw/dF1oTzOPbyY/s320/King_Solomon_Meeting_the_Queen_of_Sheba_%25283434884321%2529.jpg

 

O célebre encontro forneceu inspiração para inúmeras interpretações literárias e artísticas, de cunho religioso e romântico, erudito e popular.

 

Pergunta da Rainha de Sabá:

 

        "Dize-me, sábio Rei Salomão,
Que águas são essas, que não
Nascem da pedra, chão ou monte.
E embora venham da mesma fonte,
Ora amargas, ora doces são?"

        Resposta do Rei Salomão:

        "As lágrimas não vêm do chão,
E é doce o pranto da emoção feliz
      Amargo é o pranto,
Da dor, tristeza e desencanto."

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-vXkD5aq8n7s/VgUM4jgw_II/AAAAAAAAHHk/pVM9O8NU6H8/s320/Solomonshebalc7.jpg

 

Yul Brynner (russo de origem mongol) e Gina Lollobrigida (italiana) protagonizaram uma das muitas reedições cinematográficas do lendário encontro entre os dois soberanos.




Em I Reis 11, é dito que Salomão de afastou de Deus. Ele é punido por ter muitas esposas, um erro que o teria levado a desviar-se dos seus deveres e mesmo à e adoração de ídolos. Deus diz a Salomão que a punição pelos seus pecados seria a divisão do Reino. No entanto, por causa do amor que Deus tinha a David, pai de Salomão, prometeu não dividir o Reino durante a vida de Salomão, mas sim durante o Reinado de seu filho, Roboão. Deus também prometeu a Salomão que os seus descendentes continuariam a ter soberania sobre duas tribos (Judá e Benjamim).

 

O tempo de prosperidade e de paz chegou ao fim não muito tempo depois da morte de Salomão. O filho de Salomão, Roboão, governou o Reino do Sul, Judá, que permaneceu na Dinastia Davídica por mais 300 anos.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-wn3jwcQB_Yg/VgUTuvQ7BKI/AAAAAAAAHIU/9jF6IWjnxS0/s320/Tissot_The_Wisdom_of_Solomon.jpg

Quadro de Tissot retratando o célebre episódio da disputa da criança pelas duas mulheres, e a famosa "justiça salomónica". Qualquer história que verse sobre sabedoria leva cunho de autoridade se atribuída a Salomão.

 

São temas controversos, quer a existência real de Salomão, quer a autenticidade da narrativa Bíblica que lhe diz respeito. Por estar necessariamente associada à Civilização Judaico-Cristã, a figura de Salomão sofre mais contestação do que outros vultos da História sobre os quais existem igualmente poucos vestígios arqueológicos. Os inimigos da religião costumam, aliás, reduzir toda a Bíblia a um "conto de fadas" - para usar uma expressão que lhes é cara.

 

Os incondicionais da religião tendem a cair no extremo oposto, mantendo a crença firme de que tudo na Bíblia é literal e relatado com precisão histórica. Salomão tem por isso uma numerosa falange de de detractores e de defensores, respectivamente.

 

As narrativas constantes no Livro dos Reis terão sido passadas a escrito durante o cativeiro dos judeus na Babilónia, e, como era comum entre os povos Antigos, o patriotismo tendia a ser exaltado em descrições épicas e magnificientes, mesclando realidade e imaginação. Reduzir tudo a uma questão de "verdade" ou "mentira" será infantilidade, ou mesmo fanatismo.

 

 

https://2.bp.blogspot.com/-8yqj6GIfOuM/VgUai-mcbTI/AAAAAAAAHIk/NYjZufg9r6Q/s320/solomonsminesaerialview.jpg

 

As minas de Salomão: fortaleza quadrada (73 x 73 m),  século 9 A.E.C., e gigantesca mina de cobre, descobertas na Jordânia, na Antiga Edom. (Foto do Laboratório Levantino de Arqueologia).

Arqueologia vai trazendo novos contributos para a discussão. Recentes escavações e descobertas em Israel põem em questão o paradigma que afirma que não há vestígios suficientes da Dinastia Davídica. Descobertas como a Estela de Tel Dan, uma pedra inscrita datada doséculo 9 A.E.C., com uma inscrição em Aramaico que inclui as palavras "Casa de David" (nestecontexto o termo refere-se a uma dinastia ou linhagem Real, não a uma habitação...), achada em 1993/94 pelo arqueólogo Avraham Biran, e os resultados mais recentes das escavações deKhirbet Qeiyafa por Yosef Garfinkel, apontam para um Reino israelita altamente organizado erico em recursos, que pode ser situado no século 10 A.E.C., tal como o registo Bíblico atesta.

 

 

https://4.bp.blogspot.com/-pndI_M8QQiU/VgVKpin00mI/AAAAAAAAHI0/uZqy_dwP1dg/s320/solomonsminescopperslagmound.jpg



 

As mesmas minas de cobre da foto anterior, com vestígios da presença humana até 76 metros de profundidade. Uma das estruturas descobertas parece ser um altar. (Foto do Laboratório Levantino de Arqueologia).

 

Os cépticos defendem que não se encontraram vestígios das riquezas de Salomão descritas na Bíblia. Mas a pouco e pouco vão-se encontrando as famosas Minas de Salomão. O mesmo se pode dizer das minas da Rainha de Sabá, cujas riquezas seriam igualmente impressionantes. A arqueóloga Louise Schofield, ex-curadora do Museu Britânico, parece ter descoberto, no Norte da Etiópia, vestígios destas não menos famosas minas.

 

O Médio-Oriente, berço da Civilização, é rico em vestígios arqueológicos, e muito falta descobrir. A menos que o ISIS se antecipe e destrua tudo primeiro.

Postado por Oliveira da Figueira às 14:41 4 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 22 de setembro de 2015

História de Israel - O Reinado de David

https://4.bp.blogspot.com/-KxcuC1MjMQY/VgFxb9P-KLI/AAAAAAAAHDM/v0GJZG8-XwU/s320/gere.jpg

 

O Rei David, interpretado por Richard Gere

A dinastia Davídica começou aproximadamente 1.000 anos antes da Era Comum, com a unção do seu fundador, o Rei David.

O governo de David seguiu-se ao do Rei Saúl, o primeiro Rei de Israel. Depois de Saúl ter sido morto numa batalha contra os Filisteus, durante a qual os israelitas sofreram uma terrível derrota, David foi ungido. O seu Reinado foi uma era dourada para os antigos israelitas. O território sob seu governo estender-se-ia até o rio Eufrates, a norte; e até ao Golfo de Aqaba, a sul.

 

https://2.bp.blogspot.com/-2B10aUW0V8A/VgFwyB04l1I/AAAAAAAAHDE/VOyuAEqlaYA/s320/davids-kingdom.jpg

 

Mapa (daqui) aproximado dos domínios do Rei David

 

A delimitação exacta dos territórios sob a autoridade de David, como tantas outras questões na História, permanece envolta em algumas dúvidas. A História do Povo Judeu está contada no maior best-seller de todos os tempos, A Bíblia. A Arqueologia e a pesquisa histórica continuam a enriquecer o nosso património de conhecimentos, e a confirmar a narrativa Bíblica.

 

https://4.bp.blogspot.com/-fUy9SSlMNdY/VgFzHWfnHfI/AAAAAAAAHDY/MfTP-r5h3Js/s320/israel_davids_kingdom_shg.jpg

 

Mapa (idem) mais detalhado dos territórios sob a autoridade de David

 

O Reino incluía todas as terras originalmente destinadas às 12 tribos de Israel(excepto uma pequena porção de Philistia ao longo da costa sul do Mediterrâneo) e também o Reino de Amon (ver mapa). Certas nações foram autorizados a manter os seus próprios Reis, passando a ser Estados vassalos (como era comum, por exemplo, na nossa Europa medieval). Os Estados vassalos incluíam Moab(leste do Mar Morto), Edom (sul do Mar Morto), e o território de Damasco (no nordeste). Houve também um território ainda mais ao norte chamado Hamat que reconheceu a soberania de Israel e a autoridade de David.

 

https://2.bp.blogspot.com/-NpJPeCYF3To/VgF2ENiPSBI/AAAAAAAAHDs/rPCKfRM4eFU/s320/article-2370190-1AE3B3C8000005DC-365_634x361.jpg

Ruínas da cidade fortificada de Shaarayim, na Judeia, onde Davidterá derrotado o gigante filisteu Golias. A pesquisa arqueológica está constantemente a trazer à luz do dia apaixonantes achados como este, que, curiosamente, interessam não apenas aos especialistas mas ao grande público. Mais um indício do desmedido interesse global (seja positivo, seja negativo) por Israel. Um mistério que ultrapassa a nossa compreensão.

 

UM PARÊNTESIS:

No clima de intenso antissemitismo do Médio Oriente actual (que deriva da tradição islâmica e do "ultraje" que constitui a presença de uma pequena nação não islâmica no meio do vasto Império estabelecido por Maomé), é crença geral que Israel pretende retomar as fronteiras do tempo de David.

Trata-se de um mito, obviamente. Entre 1967 e 2011, Israel ofereceu mais de 2/3 do seu território em troca de Paz:

https://2.bp.blogspot.com/-Hbl_cy-4rDU/VgF1RSt84vI/AAAAAAAAHDk/y_yYBxW__fo/s1600/5937_614773588534465_176177236_n.jpg

 

Não temos notícia de alguma nação alguma vez ter feito concessões semelhantes. Talvez as mãos tão largas de Israel tenham como efeito perverso levar muita gente a habituar-se a exigir sempre mais e mais. O moderno Estado Judaico foi fundado logo com a concessão da maior parte do seu território para se fundar aí a Jordânia, um Estado Árabe. Desde aí, tem sido sempre dar. E nunca chega...

Interessante página de Facebook: "A Palestina Já Existe: É a Jordânia!".

Também digno de nota é que esse discurso é veiculado pelos media Ocidentais. O medo do "Grande Israel" é mais uma dessas irracionalidades que os inimigos de Israel veiculam.

https://1.bp.blogspot.com/-TD3x4o2LwFk/VgF4daooMJI/AAAAAAAAHD4/kuYVAM47p9c/s1600/blood.jpg

O Rei David em batalha contra os Filisteus

David lutou contra os Filisteus, conseguindo derrotá-los. Conquistou muitas nações, incluindo partes da moderna Síria (Aram) e da moderna Jordânia (Moab), bem como outros territórios, como Edom. Ao mesmo tempo que conquistava territórios, também estabelecia alianças estratégicas com as nações amigas, como os Fenícios e o Reino de Tiro, no que hoje é o Líbano. A soberania de David era absoluta, unindo as Doze Tribos e tendo Jerusalém como sua capital.

 

https://1.bp.blogspot.com/-7GAMjxgljJo/VgF5ofRDwbI/AAAAAAAAHEA/nVncDk7PqGo/s320/7DA3A825EE894BD58D9B2128BDEAFB6F.ashx.jpg

O Rei David é das figuras históricas mais interessantes de sempre. Foi guerreiro e foi poeta. Coragem e fé são as qualidades que se destacam em David - um homem falível, como qualquer outro, que combateu as suas fraquezas.

 

David construiu uma casa para si mesmo, com materiais fornecidos por Hiram, Rei de Tiro (2 Samuel 5:11). Embora tenha construído uma casa para si e uma capital (2 Samuel 5: 9), David percebeu que era uma vergonha para Deus que ele, David, residisse em esplendor, enquanto que o próprio Deus não tinha casa em que "viver" (2 Samuel 7: 2).

David trouxe a Arca da Aliança para Jerusalém, com o objectivo de construir um templo para Deus. No entanto, o Profeta Natan disse-lhe que o Templo teria de ser construído pelas gerações futuras. Deus prometeu que, embora ele não fosse autorizado a construir o Templo, o Reinado permaneceria para sempre na linha de David. (2 Samuel 7:16).

https://3.bp.blogspot.com/-xWD87HMMCdI/VgGDBmnQAHI/AAAAAAAAHEQ/X5ADa5ox0Lg/s320/_DSC2158_copy_for_web_copy.jpg

 

Túmulo do Rei David, em Jerusalém, Israel.

Como é do conhecimento geral, os Judeus esperam o seu Messias - sem prejuízo de outros que outros povos possam reconhecer como Messias. Em questões de Fé, cada um é livre de ter a sua. O termo Messias deriva do hebraico Mashiach e significa Escolhido, ou Ungido. O Messias do Judaísmo terá que satisfazer algumas condições, a mais notória das quais é a inauguração de uma Era de Paz para toda a Humanidade. Uma outra é ser descendente do Rei David.

 

 'Fan the flame in the name of Judah from the line of King David!'

 'Reavivar a chama em nome de Judá a partir da linha do Rei David!'

 

Postado por Oliveira da Figueira às 17:36 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

História da Israel - Os Reis

https://2.bp.blogspot.com/-ixZY4N7mHAM/VfSU8qHc6SI/AAAAAAAAG1E/icJNrdK62kM/s200/profeta-samuel-unge-a-saul3-256x300.jpg

 

O Profeta Samuel unge o Rei Saúl

 

À Era dos Juízes em Israel seguiu-se a Era dos Reis. Foi o último Juiz, o ProfetaSamuel, que ungiu o primeiro Rei de Israel, o Rei Saúl. Não é consensual que Samuel seja contado como um dos Juízes, mas foi incontestavelmente o último líder do povo judeu antes do Rei Saúl. 

Samuel não era favorável a que Israel tivesse um Rei, pois, no seu entender, o "Rei" de Israel era Deus. A insistência popular levou-o a pedir um sinal divino, e o apontado foi Saúl. (Se já se esqueceu destas histórias, releia a Bíblia, mais precisamente o Livro de Samuel e o Livro dos Reis).

Saúl faz a ligação entre a era dos Juízes e a dos Reis. Foi chamado Melech ("Rei "), mas foi só no reinado do Rei David que a nação ficou realmente forte e unida como é próprio de um Reino. Antes de David, a crença monoteísta judaica e a origem comum mantinham uma união periclitante entre as tribos de Israel. 

O Reinado de Saúl decorreu entre 1049 a.e.c. e 1004 a.e.c., e foi tumultuoso. Se bem que tenha sido um Rei bem sucedido em muitas batalhas militares, a sua história é fortemente marcada pela eclosão de descontentamento e ciúmes da estrela em ascensão - David. À luz dos conhecimentos dos nossos dias, o Rei Saúl, no final do seu Reinado, estava mentalmente doente, apresentando episódios de paranóia e depressão.

 

https://1.bp.blogspot.com/-_fjYjFRo3Cg/VfSX2LMTp_I/AAAAAAAAG1Q/tz9y_agG8Tw/s320/Saul_Throws_Spear_at_David_by_George_Tinworth.png

 

O célebre episódio em que Saúl atira uma lança a David

 

Durante uma guerra contra os filisteus, os judeus foram derrotados e Saúl cometeu suicídio para evitar a captura. Depois do luto pela morte de Saúl, David foi ungido Rei, e o seu Reinado foi uma idade de ouro para os israelitas. O Rei David lutou contra os filisteus e, desta vez, conseguiu derrotá-los. Ao mesmo tempo que derrotava os inimigos de Israel, também fez alianças estratégicas com nações amigas. A sua soberania era absoluta. David uniu as 12 tribos e fez de Jerusalém a sua capital. David reinou entre 1003 a.e.c. e 971 a.e.c..

 

https://3.bp.blogspot.com/-dgMLW4AGido/VfSY-eNCbcI/AAAAAAAAG1Y/--hav_5_kao/s320/O-jogo-da-biblia-davi.jpg

O Rei David derrotou Golias, o gigante filisteu, num episódio que se tornou a imagem da vitória do querer sobre a força e do Bem sobre o Mal.

 

O Rei Salomão, filho de David, continuou as realizações do seu pai. Prosseguiu as alianças diplomáticas e levou Israel ao estatuto de potência económica regional, apostando na construção das suas infra-estruturas e desenvolvimento da indústria.Foi um tempo de paz para os israelitas, que teve o momento mais alto na construção do Templo Sagrado em Jerusalém.

 

https://1.bp.blogspot.com/-b7j0xIqpqPw/VfSb0SjlbKI/AAAAAAAAG1k/FxVPoBGXCYQ/s320/950-1_971836z.jpg

A visita da Rainha de Sabá ao "sábio Rei Salomão" tem sido uma fonte de inspiração para numerosos artistas. Esta representação é de Giambattista Tiepolo (séc. XIX). A chegada da Rainha tem sido ilustrada musicalmente por nomes tão sonantes como Handel.


A prosperidade e paz não duraram muito. As ambições de Salomão suscitaram desconfiança, e alguns acusaram-no de dar tratamento preferencial à sua tribo.Correram rumores de cisma,  e após a morte de Salomão, o Reino dividiu-se mesmo, com Israel a norte e Judá a sul. Roboão, filho de Salomão, governou o reino do sul, de Judá, e os Reis de Judá continuaram a dinastia Davídica pelos 300 anos seguintes.

 

https://1.bp.blogspot.com/--fw14bh13gg/VfSeNHjIaVI/AAAAAAAAG1w/AnNIi85R9-8/s320/2_kings_israel_and_judah.jpg

Neste mapa podemos ver o Reino de Israel (a norte) e o Reino de Judá (a sul). Diversas nações e povos circundantes viriam a extinguir-se. É o caso por exemplo de Moab, Edom, e da Filístia (Terra dos Filisteus) que pode ver-se à esquerda, em baixo, com as conhecidas cidades de Ashsdod ou Gaza. No mito iniciado nos anos 60 do século XX, os Árabes, que invadiram Israel em 1920, seriam os Filisteus (!!!).


Os próximos séculos viram dois Reis no poder, simultaneamente, um a norte e outro a sul. O primeiro rei de Israel foi Jeroboão, em 928 a.e.c; e o último Rei foi Oséias, em 722 a.e.c..

 

https://3.bp.blogspot.com/-gTtG5cj_DEI/VfSf2C0m4oI/AAAAAAAAG18/NWxvGn32IlM/s320/flester.jpg

 

Reino dividido: os sucessivos Reis de Israel e de Judá 

 

Os Assírios começaram a conquista de Israel em 722 a.e.c., conduzindo ao exílio dos israelitas do Reino do Norte, alguns anos depois. Os israelitas ficaram conhecidos como as "tribos perdidas". No sul, a autonomia durou um pouco mais;o último Rei de Judá  foi Zedequias, cujo reinado terminou em 587 a.e.c., com a destruição do Templo e a queda de Jerusalém.

 

https://2.bp.blogspot.com/-w5p3wGjvZsc/VfSh0K2uJWI/AAAAAAAAG2I/Q51aKCQ9X6c/s1600/300px-Zedekiah_is_chained_and_brought_before_Nebuchadnezzar.jpg

Zedequias acorrentado é trazido à presença de Nabucodonosor. Ilustração bíblica de o de  Petrus Comestor, 1670.


O Rei Zedequias foi mandado cegar por  Nabucodonosor, que também lhe matou os filhos. Acabou os seus dias cativo na Babilónia. Só um pequeno número de judeus foi autorizado a ficar para a terra não ficar completamente ao abandono, após a destruição.

A destruição do Primeiro Templo e subsequente exílio do povo judeu trouxe o fim da Era dos Reis. Foi a última vez que todo o povo judeu esteve unido sob a mesma autoridade, na mesma terra. Nos nossos dias, a perseguição aos judeus em todo o Mundo está a forçá-los a buscarem refúgio em Israel, o que confirma as profecias. Mas disso falaremos mais tarde...

Postado por Oliveira da Figueira às 17:24 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

História de Israel - Juízes

 

 

https://3.bp.blogspot.com/-spy3HGGaN7o/VfsK24xxsgI/AAAAAAAAG8s/uXfiyQgLbE4/s200/MosesMichelangelo.jpg

 

Moisés, na interpretação de Michaelangelo (1475 - 1564)

 

Embora Moisés tenha sido o primeiro verdadeiro "Juiz",  o período histórico israelita dos "Juízes" começa depois da morte de Josué, o pupilo de Moisés e o líder que trouxe os israelitas para Canaã. O período está documentado na Bíblia, no Livro dos Juízes, e a pesquisa histórica e arqueológica está permanentemente a trazer-nos mais informação, como acontece a toda a História Bíblica, que é também a História de Israel.

https://2.bp.blogspot.com/-R_iSeJuv0GA/VfsRUzfa_7I/AAAAAAAAG88/sgU4RxRPVa4/s320/moses-blesses-joshua-before-the-high-priest.jpg

 

A bênção de Moisés ao seu sucessor Josué, na interpretação de James Tissot (1836- 1902)

 

Josué (1355-1245 AEC) era um servo fiel de Moisés, um líder forte e um poderoso guerreiro. Depois da morte de Moisés, Josué trouxe os israelitas para a terra de Canaã. Mesmo antes de entrar na terra, Josué exibiu as suas proezas militares quando liderou a carga contra os Amalequitas em Refidim, quando estes atacaram os israelitas logo após a fuga do Egipto.

 

 

Segundo a narrativa bíblica no Rio Jordão, ao entrar na Terra Santa, as águas abriram-se para Josué, um evento semelhante ao que ocorreu a Moisés no Mar Vermelho (Josué 3-4).

 

Josué conquistou a cidade de Jericó, na famosa batalha homónima. Em seguida, derrotou a nação de Ai. Enfrentou e derrotou sucessivamente os 31 Reis que exerciam a soberania sobre a Terra de Israel.

 

https://3.bp.blogspot.com/-0b6mD88SG7U/VfsSLefb8xI/AAAAAAAAG9E/zdn_tgMwxK8/s320/arqueologia-biblica.jpeg

Jericó é uma das muitas cidades Antigas citadas na Bíblia, e cuja existência e descrição é confirmada pela pesquisa arqueológica. O mesmo se pode dizer, por exemplo das não menos famosas Siquém, Nínive, Betel ou Arade.

 

Canaã é a Terra que Deus prometeu a Abraão, Isaac e Jacob, e que mais tarde se chamou a Terra de Israel. Quando Deus fez a Sua promessa, a Terra era habitada por Canaã, filho de Hame neto de Noé. Canaã e os cananeus são referidos  160 vezes na Bíblia hebraica, ou Antigo Testamento.

 

A idolatria, os sacrifícios humanos e a degeneração de costumes seriam a regra dos cananeus, muito à semelhança do que se passa hoje em dia, em certas seitas para-religiosas. Quando regressaram do Egipto, os Hebreus encontraram a Terra ocupada pelos cananeus, que também eram povos semitas (a designação "semita" deriva de Sem, um dos filhos de Noé).

 

https://4.bp.blogspot.com/-eo9sY5q4t2Y/VfsUpf7JaHI/AAAAAAAAG9Q/p4ZfGQ3tYFk/s1600/Molech_babylon.jpg

Em Canaã sacrificava-se crianças ao deus Moloch. A idolatria desenfreada é uma das razões que a narrativa Bíblica apresenta para a destruição de Canaã. Os sacrifícios humanos, contudo, ainda persistem na região, nos nossos dias (veja-se o caso dos matadouros de cristãos, que aqui temos mostrado).

 

Após a morte de Josué, os israelitas ficaram sem líder. Faltava uma pessoa forte para os unir. Anos de batalhas aguardavam-nos, pois eles foram incumbidos de destruir as nações hostis que viviam na Terra, a fim de finalmente a herdarem. A descentralização da liderança ameaçava minar os seus esforços, e foi nesse ponto que os "Juízes" surgiram para liderar o povo.

 

As suas funções iam além do dever legal do juiz moderno. Eles estavam no comando das vidas morais e militares do seu povo, exortando-os a seguirem os caminhos de Deus.

 

Embora relatos difiram sobre quem é realmente considerado um "Juiz", segundo os livros dos Juízes e de Samuel, há o consenso geral de que houve doze juízes, começando com Otoniel e terminando com Sansão. (Alguns estudiosos contar o sumo-sacerdote Eli e o Profeta Samueltambém como juízes.) 

 

https://4.bp.blogspot.com/-7K6AD61Vd2A/VfsYyC6qpCI/AAAAAAAAG9c/bHE9nouuQbU/s320/samson-and-delilah-1882.jpg

Sansão e Dalila, por Gustave Moreau (1826 - 1898). Os feitos de Sansão e o seu tórrido romance com Dalila têm amplo reflexo na Arte e no imaginário colectivo.

 

Lista dos Juízes, seus feitos, referencia bíblica e período de actividade:

 

Otniel – libertação da opressão Mesopotâmica (Juízes 3:7-11). 

Eúde – libertação da opressão Moabita (Juízes 3:12-30). Governou por 80 anos. 

Sangar – libertação da opressão Filisteia (Juízes 3:31). 

Débora e Baraque – libertação da opressão Cananeia (Juízes 4:1 até 5:31). Governaram por 40 anos.

Gideão – libertação da opressão Midianita (Juízes 6:1 até 8:35). Governou por 40 anos. 

Tola – tempos conturbados sob Abimeleque (Juízes 9:1 até 10:2). Governou por 23 anos. 

Jair – tempos conturbados sob Abimeleque (Juízes 10:3-5 ). Governou por 22 anos. 

Jefté – libertação da opressão Amonita (Juízes 10:6 até 12.7). Governou por 6 anos. 

Ibsã – libertação da opressão do Período da Judicatura (Juízes 12:9). Governou por 7 anos. 

Elom – libertação da opressão do Período da Judicatura (Juízes 12:11). Governou por 19 anos. 

Abdom – libertação da opressão do Período da Judicatura (Juízes 12:14). Governou por 8 anos. 

Sansão – libertação da opressão Filisteia (Juízes 13:1 até 16:31). Governou por 20 anos. 

Eli – 40 anos (1 Samuel 1:1 até 4:22). 

Samuel – libertação do jugo dos filisteus ; organização do Reino; último juiz (1 Samuel 7:15-17). Governou por 40 anos.

Alguns destes juízes reinaram simultaneamente.

https://3.bp.blogspot.com/-P_C_r-LvUY0/VfsbMk5dZZI/AAAAAAAAG9o/pNHroMWuXN4/s200/Deborah_Final_s.jpg

 

Débora, protótipo da mulher virtuosa (ver Juízes 4 e 5), segundo James L. Johnson.

 

Apenas de cinco dos Juízes há narrativas no texto Bíblico: Ehud, Débora, Gideão, Jefté e Sansão. Durante este período, os israelitas foram bem sucedidos na conquista da Terra, conforme relatado pelas histórias emocionantes contadas no texto. No final do período dos Juízes, a luta interna ameaçou destruir os israelitas desde dentro.

 

Em Juízes 17: 6, Deus lamenta a falta de liderança e a falta de obediência à Lei Divina. Este período de divisão e desorientação foi encerrada quando o povo judeu foi unido sob o seu primeiro Rei, o Rei Saul, que foi ungido (por orientação divina e a pedido do povo) por Samuel.

 

https://4.bp.blogspot.com/-LHfTpHuiyjs/Vfscqus7OAI/AAAAAAAAG98/0jsy0eOiMLc/s320/43.jpg

 

 Tribos, cidades e Juízes de Israel

 

A seguir ao reinado de Saul, e com a unção do rei David, começou a dinastia Davídica, que inaugura o próximo capítulo na História de Israel.

Postado por Oliveira da Figueira às 21:51 2 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

História dos Reinos Bíblicos de Israel

https://1.bp.blogspot.com/-uvByfo5L5Rg/Vdr0DqY254I/AAAAAAAAFAM/YnEZJI8_sJM/s400/imagesIsrael.jpg

A História judaica começa com os patriarcas: Abraão, Isaac e Jacob. Jacob viria a ser chamado Israel pelo próprio Deus, segundo a narrativa bíblica.

 

https://4.bp.blogspot.com/-mwDISzTkKlE/Vdr0XUy8mYI/AAAAAAAAFAQ/b792zI-BYeI/s320/slide_11.jpg

Na catequese cristã, aprendemos que o nosso Deus é o Deus de Abraão, Isaac e Jacob/Israel

A profissão de fé judaica, a famosa Shemá Israel (Ouve, ó Israel) refere-se ao povo de Israel-país e aos descendentes de Israel-pessoa. Quando estava prestes a morrer, Jacob chamou os seus filhos e quis saber se estes se mantinham fiéis à Ideia monoteísta. A resposta foi "Ou Israel, o Senhor é Deus, o Senhor é Um" -שמע ישראל י-ה-ו-ה אלוהינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Adonai Echad).

https://1.bp.blogspot.com/-0dhOg_-U9ok/Vdr0tT0jujI/AAAAAAAAFAY/3m5bckxZkMY/s320/6a00d8341c019953ef019b0252d753970d.jpg

 

Jacob/Israel no seu leito de morte, abençoa os filhos

Quem, como nós, teve uma educação religiosa cristã, conhece a confirmação desta profissão de fé proferida por Jesus:

36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?

37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

38 Este é o primeiro e grande mandamento.

39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.

Mateus 22

Geração após geração de judeus tem tido na Shemá o seu pilar principal, o traço civilizacional que mais distingue os judeus entre os povos da Terra. geração após geração, os judeus têm sido martirizados aos milhões, e têm preferido o martírio a abjurar este princípio de fé. Dos mártires dos Romanos aos mártires dos Nazis, ou mais recentemente dos Árabes, os judeus continuam a morrer recitando a Shemá.

 

https://1.bp.blogspot.com/-0FrqyICExkA/Vdr18b0gW4I/AAAAAAAAFAk/T7JVygaqHVs/s320/Blaise%2B20.JPG

Escrevia Blaise Pascal (1623 - 1662) célebre físico, matemático, filósofo, moralista e teólogo francês, na sua obra "Pensamentos":


"Em algumas partes do mundo podemos ver um povo peculiar, separado dos outros povos do mundo, chamado povo judeu… Este povo não apenas é de impressionante antiguidade como também tem perdurado por um tempo singularmente longo… Pois enquanto os povos da Grécia e Itália, de Esparta, Atenas, Roma e outros que surgiram muito depois pereceram há tanto tempo, este ainda existe, apesar dos esforços de tantos Reis poderosos que tentaram uma centena de vezes acabar com ele, como seus historiadores atestam, e como pode ser facilmente julgado pela ordem natural das coisas no decorrer de tantos anos. Eles foram sempre preservados, no entanto, e sua preservação foi prevista… O meu encontro com esse povo surpreende-me…"

Tanto Abraão como Isaac tiveram dois filhos; em ambos os casos, Deus escolheu um filho sobre o outro. Isaac foi escolhido sobre Ismael (Génesis 17), e Jacobsobre Esaú (Génesis 27) para se tornar o líder e pai dos filhos de Israel (o povo judeu).

https://3.bp.blogspot.com/-VucDQ0Ife7k/Vdr3A2-LznI/AAAAAAAAFAs/T7Tv25DtztY/s320/A%2BOrigem%2Bdas%2BDoze%2BTribos%2Bde%2BIsrael.png

 

Jacob foi o pai das Doze Tribos, de quem todos os judeus são descendentes. Os antepassados, e mais tarde os seus filhos, viveram principalmente na antiga Terra Santa, chamada Canaã. Jacob e seus filhos desceram ao Egipto para comprar comida durante uma fome em Canaã e hospedaram-se lá (Génesis 46). Os israelitas foram escravizados no Egipto, durante muitos anos, mas acabaram por conseguir ter sucesso na sua fuga para a Liberdade, liderada pelo grande profeta Moisés (Êxodo 12).

https://4.bp.blogspot.com/-rzJobRx6tDA/Vdr30nhGgsI/AAAAAAAAFA0/bmj9EhIpop0/s1600/pascoa-judaica-pascoa-crista.jpg

Todos os anos, pela ocasião da Páscoa, judeus e cristãos recordam a fuga do Egipto e a Passagem do Mar Vermelho. O termo Pessach/Páscoa significa "Passagem".

 

Depois de quarenta anos de peregrinação no deserto, os judeus entraram na Terra Prometida, sob a liderança de Moisés, e depois deste pelo seu pupilo, Josué (Josué 1)

https://3.bp.blogspot.com/-j6x-XAC2bH8/Vdr5gTPzyFI/AAAAAAAAFBA/Zr0aYqFZnCk/s200/im3.jpg

 

 

Canaanitas sacrificando os seus filhos ao deus Moloch, um deus de ódio e terror.

 

Anos de guerras e conquistas se seguiram, até que os israelitas tiveram a soberania sobre a Terra que haviam deixado e encontrado ocupada por povos pagãos, que, como os colonos islamistas de hoje, sacrificavam os próprios filhos às suas divindades.

https://2.bp.blogspot.com/-od7b9wAWT6Y/Vdr6-zpKMRI/AAAAAAAAFBM/CAWsDM2Uucs/s320/AS%2B12%2BTRIBOS.png

 

A localização dos territórios das 12 Tribos na imagem satélite de Israel

 

O primeiro Rei dos judeus foi Saúl, que acabou por ser derrotado pelos Filisteus (I Samuel 31 2 Samuel 1). Seguiu-se a Saúl o grande Rei David; O filho de David, o Rei Salomão, construiu o Primeiro Templo em Jerusalém (I Reis 6). Após este período de ouro, os israelitas estavam divididos em duas facções - o Reino do Norte, ou de Israel, e ao sul o Reino de Judá (I Reis 11).

https://2.bp.blogspot.com/-LoFet8vw9Ng/Vdr9ireto1I/AAAAAAAAFBY/SX6R9vDlo8Y/s320/divided_kingdom_of_israel_and_judah.jpg

Reino de Israel e Reino de Judá

 

Em 721 a.C., cerca de 200 anos após a construção do Templo, o Reino do Norte foi exilado pela Assíria, dando origem às dez "tribos perdidas".

Cerca de 200 anos depois, em 587 aC, os Babilónios destruíram o Templo e exilaram os judeus remanescentes (2 Reis 25). Os judeus não tiveram permissão para retornar à Terra Santa até ao reinado de Ciro da Pérsia, que não só os incentivou a retornar, mas também permitiu a construção do Segundo Templo (Esdras 1).

https://2.bp.blogspot.com/-UVYWsoSMJoc/VdsAcBWAN7I/AAAAAAAAFBk/0V3EQa2cScI/s320/daniel-9-46-638.jpg

 

Recentemente, em discurso na ONU, o Primeiro-Ministro de Israel lembrou a amizade histórica entre a Pérsia (hoje Irão) e Israel.

Para saber  quantos Templos tiveram afinal  os judeus, releia este post.

 

https://4.bp.blogspot.com/-by2Tf_tubGE/VdsA57Y9IfI/AAAAAAAAFBs/nPX1RjwphIs/s320/CilindroCiro.jpg

O Cilindro de Ciro é uma de muitas provas de que a narrativa Bíblica é historicamente correcta.

 

O Cilindro de Ciro, que está à guarda do Museu Britânico, regista o decreto Real de libertação dos judeus, do seu regresso a Israel, e da  reconstrução do Templo. Foi gravado após a vitória do Rei da Pérsia (hoje Irão) sobre os Babilónios, em 539 a.C.. 100 anos antes, o profeta Isaías anunciava, pelo nome, o Rei Ciro, que libertaria os judeus.

Durante o período Helenístico, cerca de 150 a.C., os Reis Gregos esforçaram-se para erradicar as "estranhas e antiquadas práticas" do Judaísmo. 

 

https://2.bp.blogspot.com/-B9-Dn6BwRCA/VdsDCFMLf9I/AAAAAAAAFB4/C7j7QJqZw3A/s400/Mapas%252520Imperiales%252520Imperio%252520Seleucida3.jpg

O Império Selêucida teve início em 323 a.C. e em poucos anos já dominava todo o Médio Oriente.

Em 167 a.C., um decreto de Antíoco IV proibiu a prática do Judaísmo em Israel, instalou o culto a Zeus no templo de Jerusalém, e reprimiu com brutalidade os judeus que se negassem a adoptar os ditames pagãos (1 Macabeus 1:56-64):

 

"Quanto aos livros da Torá, os que lhes caíam nas mãos eram rasgados e lançados ao fogo. Onde quer que se encontrasse, em casa de alguém, um livro da Aliança ou se alguém se conformasse à Torá, o decreto real o condenava à morte. Na sua prepotência assim procediam, contra Israel, com todos aqueles que fossem descobertos, mês por mês, nas cidades. No dia vinte e cinco de cada mês ofereciam-se sacrifícios no altar levantado por sobre o altar dos holocaustos. Quanto às mulheres que haviam feito circuncidar seus filhos, eles, cumprindo o decreto, as executavam com os mesmo filhinhos pendurados a seus pescoços, e ainda com seus familiares e com aqueles que haviam operado a circuncisão. Apesar de tudo, muitos em Israel ficaram firmes e se mostraram irredutíveis em não comerem nada de impuro. Eles aceitaram antes morrer que contaminar-se com os alimentos e profanar a Aliança sagrada, como de fato morreram. Foi sobremaneira grande a ira que se abateu sobre Israel".

 

Os Macabeus revoltaram-se, venceram os invasores apesar de estes serem imensamente superiores em número e força, e devolveram a soberania ao povo judeu em Judá. 

 

https://1.bp.blogspot.com/-fQLQEllqy2o/VdsHRBfXv2I/AAAAAAAAFCE/f4bXh3aoqK4/s320/chanuka2.jpg

Todos os anos, mais ou menos pela altura do Natal cristão, os judeus de todo o Mundo celebram a vitória de Judas Macabeu, filho de Matatias, e dos seus valentes companheiros.

O triunfo retumbante sobre os invasores Sírio-Gregos não se repetiu com as sucessivas revoltas contra os invasores Romanos (na mesma época em que Israel foi ocupado pelos Romanos também o território que hoje é Portugal era província Romana, e também por cá havia revoltas). O Segundo Templo foi destruído no ano 70 d.C., e os judeus mais uma vez massacrados e expulsos da sua Terra.

 

https://1.bp.blogspot.com/-yjJMKjnzQhM/VdsNB3flTBI/AAAAAAAAFCU/vhZkTN3sm40/s1600/%25C3%25ADndice.jpg

O Arco de Tito mostra a menorah e outros vasos do Templo exibidos triunfalmente pelas ruas de Roma durante um desfile de vitória, após Jerusalém ser retomada em 70 d.C..

 

A Terra Santa ficou abandonada até ao século XX. Vários Impérios exerceram sobre ela sua soberania, com destaque para os Turcos Otomanos, que, como outras potências, mantiveram a Israel ao abandono, escassamente povoada, mas... sempre, ininterruptamente, com a presença nativa judaica.

 

Em 1948, na sequência da II Grande Guerra, procedeu-se a um novo desenho das soberanias no Médio Oriente (os Turcos Otomanos, aliados de Hitler, perderam a guerra). Foi a oportunidade para que Israel (que lutou na II Grande Guerra com o nome de "Palestina Britânica"), visse reconhecida a sua soberania sobre a Terra ancestral.

 

E assim aconteceu, ainda que contra a vontade de Mundo Muçulmano - o Islão determina que uma terra que foi muçulmana o será sempre, e é por isso que os muçulmanos querem reconquistar a Península Ibérica, logo a seguir a Israel.

 

As profecias cumpriram-se:

 

https://2.bp.blogspot.com/-p2nG6Ux36mo/VdsTddSTlQI/AAAAAAAAFCs/wgVDLz2Wcvs/s1600/nefesh.jpg

 

Hoje mais que nunca, os judeus de todo o Mundo reúnem-se em Israel

"Porque eis que vêm dias, diz o Senhor, em que farei voltar do cativeiro o meu povo Israel, e de Judá, diz o Senhor; e tornarei a trazê-los à terra que dei a seus pais, e a possuirão."

Jeremias 30:3

https://3.bp.blogspot.com/-pp6GERaoseA/VdsWydaA3PI/AAAAAAAAFDI/JxIbYnaZkbg/s400/20150118_Jewish_Timeline_Odyeda_white.jpg

 

 

 

 

----------- APÊNDICE -----------

 

 

 

Nestas 7 décadas como Estado de novo independente, Israel não conheceu nem um dia sem ataques terroristas, da parte dos descendentes de Ismael, cujo ódio aos judeus supera o amor à própria vida.

 

DA ALDRABICE E DA POUCA-VERGONHA

 

https://3.bp.blogspot.com/-JYvnIfnpL6U/VdsVag1p9LI/AAAAAAAAFDA/32Ps13NRKNU/s200/Imagem3.gif

Francisco Louçã em manifestação de apoio aos terroristas do Hamas, Lisboa, Verão de 2014.

 

Ajudados pelos jornalistas (o Al-Público, entre outros), pelos neo-nazis e pelos extrema-esquerdistas ocidentais (cá em Portugal temos por exemplo o Boaventura Sousa Santos,  mais o Louçã e toda a malta do Bloco de Esquerda, do PCP e boa parte do PS, que apoiam os bandos terroristas Hamas, Hezbollah, etc..) os terroristas islâmicos fazem da destruição de Israel a única razão da sua existência. 

 

No entanto, jamais existiu qualquer direito histórico da parte deles à Terra de Israel. A Jordânia foi a parte de leão da Terra de Israel, dada aos Árabes para fazerem o seu Estado.

 

https://4.bp.blogspot.com/-GzhgYRrGQvc/VdsSm7ipd8I/AAAAAAAAFCk/a3cfP0RaAgE/s400/muslimjewish-distribution.jpg

 

Israel (a azul) e o Mundo Islâmico (a verde claro e verde escuro).  Ninguém se rala com as ditaduras islâmicas (NENHUM país muçulmano é democrático ou cumpre os Direitos Humanos ou o Direito Internacional). A extinção de Israel é a prioridade nº 1 dos Governos do Mundo, da ONU, da extrema-direita e extrema-esquerda, dos nazis e dos muçulmanos.

 

https://1.bp.blogspot.com/-q4TRotERuxc/VdsUVyfnU7I/AAAAAAAAFC4/icm0zPklH-k/s320/jo.gif

 

Walid Shoebat, ex-terrorista da OLP e hoje cristão e Amigo de Israel - "Por que é que em 4 de Junho de 1967 eu era um jordano e durante a noite me tornei um palestino?... Nós considerava-mo-nos jordanos até que os judeus voltaram a Jerusalém, e de repente éramos palestinos. Eles removeram a estrela da bandeira da Jordânia e de repente tivemos uma bandeira palestina."

 

"PALESTINA" JÁ EXISTE: É A JORDÂNIA!

 

Recordamos que nunca houve uma nação ou Estado árabe da Palestina na história humana.

O actual Estado de Israel foi "inscrito" num canto do Império Turco Otomano por um voto unânime da Liga das Nações em 1922 - exactamente como a Jordânia, Síria, Líbano e Iraque foram.

 

Mas apenas a existência do pequeno Estado democrático de Israel - que se justifica por laços históricos mais profundos do que qualquer outro - é questionada! Nenhuma das incomparavelmente maiores 22 ditaduras árabes e as colónias em torno delas o são. Esta discriminação é a prova de que o anti-Sionismo é anti-semitismo.

QUESTIONÁRIO "PALESTINIANISTA"

 

Algum palestinianista saberá responder a este questionário sobre a «Palestina Árabe»?

 

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?

2. Quais foram as suas fronteiras?

3. Qual foi a sua capital?

4. Quais foram as suas cidades mais importantes?

5. Quais foram as bases de sua economia?

6. Qual foi a sua forma de governo?

7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?

8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixasse margem a interpretação?

9. Qual era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?

 

11. Qual era o nome de sua moeda? Escolha uma data qualquer na história e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.

 

12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação ", diga s.f.f., quando exactamente é que essa "nação" foi orgulhosa e nobre?

 

 Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1

 Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 2

 Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 3

 

domingo, 2 de agosto de 2015

História de Israel

https://4.bp.blogspot.com/-72b6xxXUX0I/Vb4JjwMe9BI/AAAAAAAAEqY/y0X3VkpYQzw/s320/Moses_Smashing_the_Tables_of_the_Law1.jpg

Moisés e as Tábuas da Lei, por  Rembrandt. O nascimento da nação de Israel e a confirmação da sua matriz Monoteísta, que viria a marcar toda a Civilização Ocidental.

 

O colunista Charles Krauthammer disse uma vez sobre a História de Israel: "Israel é a própria encarnação da continuidade judaica: É a única nação na Terra que habita a mesma terra, tem o mesmo nome, fala a mesma língua, e adora o mesmo Deus desde há mais de 3.000 anos".  

 

Na verdade, a história de Israel é inigualável, tanto em longevidade quanto em riqueza.Convidamos os leitores e amigos a saberem mais sobre a História de Israel, antiga e moderna. Vamos tentar contá-la aqui, sucintamente, e bem gostaríamos que cada um de vós procurasse muitas fontes, sérias, isentas, imparciais. Se cada um procurasse conhecimento objectivo sobre este micro-país que está diariamente sob os holofotes políticos e mediáticos globais, muitos mal-entendidos se evitariam.

 

https://2.bp.blogspot.com/-XhMe7JU2E_E/Vb4HfyJc0HI/AAAAAAAAEqQ/YJF_cMJ_bQ0/s320/F140815YS06-965x543.jpg

Longe da Política: Festa na Rua Shushan, em Jerusalém, a 6 de Novembro de2014, congrega gente de todas as religiões e etnias, escassos dias após mais um atropelamento mortal perpetrado por terroristas islâmicos.

 

 Alguns factos rápidos sobre a História de Israel:
 

A soberania de Israel foi restaurada com a fundação do moderno Estado de Israel, em 14 de Maio de 1948, depois de quase 2000 anos de dispersão judaica pelo Mundo. Mas os judeus nunca deixaram de estar presentes na sua Terra, apesar das diversas invasões que a fustigaram ao longo dos milénios.

 

 

 David Ben-Gurion lê a declaração de independência do Estado Judaico

 

Actualmente, 42,9% da população judaica do Mundo reside já em Israel.

 

Os judeus são 6,103,200 em Israel, o que representa 74% da população. 

 

Os judeus são cerca de 0,18% da população total do Mundo. 

 

https://3.bp.blogspot.com/-JgzT-COXm_Q/Vb4R0e4176I/AAAAAAAAErA/Il94vYVIgxU/s320/estadio-da-luz---benfica---olhanense6356a642_400x225.jpg

Em Portugal há 600 judeus - 0,01% da população. A lotação do Estádio da Luz, em Lisboa, é de 65.647 pessoas.

 
Israel mede cerca de 466 quilómetros de comprimento por 136 de largura. 

 

Israel constitui 0,5% do Médio Oriente em área. 

 

https://3.bp.blogspot.com/-NEEEwHIu7TE/Vb4LE4LJAzI/AAAAAAAAEqg/3tz4das-5ww/s320/mecountry.gif

 

Israel (a azul) e o Mundo Árabe (a amarelo)

 

É o único país não muçulmano do Médio Oriente e do Norte de África, e o único Estado democrático, laico e respeitador dos Direitos Humanos em toda a região. 

 

Caminhando de Israel para Leste e para Sul, poucas mais democracias plenas se encontram, infelizmente: 

 

https://3.bp.blogspot.com/-6eg_RHNzsB8/Vb4ME9yT35I/AAAAAAAAEqs/HxzosbGuI6A/s640/1324913539ap_4.jpg

 

 

Na Ásia, o regime livre e democrático de Israel goza apenas da companhia da Índia e do Japão.  

 

Na Oceânia, só a Austrália e a Nova Zelândia são democracias plenas. E Timor-Leste.

 

No Continente Africano, só há liberdade, democracia e direitos humanos na África do Sul e no Botswana.

 

Nas Américas, os regimes livres e democráticos são: Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Brasil, Uruguai e Chile.

 

E temos finalmente a Europa como oásis dos valores democráticos, humanistas e judaico-cristãos. Ainda assim, no Leste da Europa encontramos alguns regimes autoritários ou ditatoriais.

 

Há cerca de 200 países no mundo inteiro.

 

Se meditarmos um pouco no mapa acima, constataremos a importância estratégica de Israel, como ilha de democracia num oceano de tiranias comunistas, islamistas e tribalistas. 

 

Grande parte da campanha anti-Israel movida pelos sectores políticos e mediáticos islamistas, da extrema-esquerda e da extrema-direita, tem nessa posição estratégica a sua razão. É que Israel é a guarda-avançada do Mundo Livre.

 

Fontes: Jewish Virtual LibraryStand For IsraelAnthroWorks.

 

 

 MOISÉS
 

Sir Ben Kingsley, actor premiado com o Óscar, interpreta Moisés, o profeta do Antigo Testamento, neste clássico de três horas. A história começa quando a mãe de Moisés o lança à deriva no Nilo, dentro de uma cesta, durante a purga mortal dos filhos dos hebreus, decretada pelo faraó Ramsés, brilhantemente interpretado porChristopher Lee. O bebé é encontrado pela princesa e criado como herdeiro do trono da família, mas Moisés vai renunciar a uma vida de privilégios e luxo quando é chamado por Deus para libertar o seu povo da escravidão.

O grande Êxodo do Egipto é narrado de forma dramática, neste filme que segue avida e os tempos da tribo hebraica - as suas provações e tribulações - com grandes actuações de um elenco impressionante que inclui actores internacionalmenteaclamados, como David Suchet, Geraldine McEwan, Frank Langell, AntonLesser, Dudley Sutton, Anna Galiena e muitos mais.

 

Postado por José J. às 14:16 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A Casa e a Cozinha de Golda Meir

https://2.bp.blogspot.com/-fxSheWV8_xo/VZ2ZTCP-WkI/AAAAAAAAGeA/8MZ2LQ7W_pg/s320/golda-house-3.jpg

 

 

Esta casa, situada no nº 46 da Rua Ben Maimon em Jerusalém, foi a primeira residência oficial do Primeiro-Ministro do Estado de Israel após a restauração da independência. 

Entre 1949 e 1974, três detentores do cargo residiram aqui - David Ben-Gurion, Levi Eshkol e Golda Meir. 

 

Estas paredes testemunharam os êxitos e os fracassos do primeiro quarto de século do Estado de Israel. Se compararmos a aparência desta residência oficial com a Casa Branca, o Kremlin, o Palácio da Alvorada ou o nosso Palácio de S. Bento, ficaremos surpreendidos com a sua modéstia. Durante os primeiros anos de vida do moderno Estado de Israel, as dificuldades financeiras eram enormes. Mas os lideres também primavam pela modéstia, e as habitações eram a condizer.

 

https://2.bp.blogspot.com/-vb_F3l2APY4/VZ2nDji0imI/AAAAAAAAGeQ/2A8U1Uumrb0/s200/golda_kitchen.png

Como é do conhecimento geral, Israel foi dos primeiros países do mundo a ter uma mulher no cargo de Primeira-Ministra. Durante o seu mandato, a lendária Golda Meirreunia os membros mais próximos do Governo na sua cozinha, preparava-lhes café e bolos, e assim de discutiam assuntos de Estado.

 

Mas modéstia não significa forçosamente falta de qualidade. E os olhares conhecedores reconhecerão no estilo da habitação a marca da Bauhaus, a famosa escola de Artes alemã. Arquitectos judeus alemães que fugiram da perseguição nazi trouxeram para Israel a sua visão particular, que conciliava o modernismo e o classicismo.   Benjamin Chaikene assinou este edifício. E Richard Kaufman o bairro circundante. Procuravam uma síntese entre antigo e moderno, e conciliaram as grandes superfícies despojadas de ornamentação com elementos Romanos e Bizantinos.

 

Em 5 de Dezembro de 1949, Ben Gurion declarou Jerusalém como capital eterna do povo Judeu, e o Governo mudou-se de Tel Aviv para Jerusalém.

 

Em 1974, quando Yitzchak Rabin foi eleito Primeiro-Ministro, a esposa Leah visitou a casa e achou-a já em más condições, pelo que o casal requisitou outra residência. A casa atribuída situa-se mesma rua, e é onde vive hoje Benjamin Netanyahu e a família.

 

Discute-se hoje o que fazer com a casa. Tudo indica que a opção seja um edifício de apartamentos, com um traçado que homenageie a construção original.

 

 

- Baseado num artigo de Moshe Rothchild, guia turístico em Israel.

Postado por Oliveira da Figueira às 00:08 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Um jarro com 3000 anos

https://1.bp.blogspot.com/-PLUu8YXI6lk/VYGO9NpeufI/AAAAAAAAGS4/WKcJdlFfvKU/s400/unnamed-640x400.jpg

 

Descoberta rara atesta presença judaica em Israel até aos tempos bíblicos do Rei David

Um achado arqueológico raro oferece novas evidências sobre a Era bíblica do Rei David, como registado nas Escrituras e na História judaica antiga na Terra de Israel.


Esta inscrição única, do tempo do Rei David, foi descoberta em Khirbet Qeiyafa, no Vale de Elah, anunciou terça-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). 

O vale de Elah, localizado perto da cidade moderna de Beit Shemesh, é famoso como o lugar onde os israelitas estavam acampados quando David matou o gigante Golias, guerreiro filisteu.

Um jarro de cerâmica com cerca de 3.000 anos de idade, dividido em numerosos fragmentos, foi descoberto em 2012, em escavações realizadas pelo professor Yosef Garfinkel, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, e pelo conferencista Saar Ganor, ambos directores do Projecto Arqueológico do IAA de Khirbet Qeiyafa. 

Letras escritas no alfabeto cananeu podem ver-se em vários fragmentos, o que provocou a curiosidade dos pesquisadores.

Os trabalhos de restauração intensiva realizados nos laboratórios de artefactos do IAA, durante os quais centenas de fragmentos de cerâmica foram colados para reconstituir o recipiente inteiro, resolveram o enigma - o recipiente tem inscrito o nome Eshba'al Ben Bada.

 

https://2.bp.blogspot.com/-KFTyAO0QRpY/VYGPEgJQN4I/AAAAAAAAGTA/ewWTTbFzk2I/s1600/unnamed-2-223x300.jpg

A peça após o restauro. (Tal Rogovsky)


"Esta é a primeira vez que o nome Eshba'al aparece numa inscrição antiga no país", disseram Garfinkel e Ganor. "Eshba'al Ben Shaul, que governava Israel ao mesmo tempo que David [quando o Reino foi dividido], é conhecido da Bíblia. Eshba'al foi assassinado e decapitado, e a sua cabeça foi trazida a David em Hebron, tal como descrito no Livro de Samuel II, capítulos 3-4."

"É interessante notar que o nome Eshba'al aparece na Bíblia, e agora também no registo arqueológico, somente durante o reinado do Rei David, na primeira metade do século 10 a.C.. Este nome não foi usado mais tarde no período do Primeiro Templo. A correlação entre a tradição bíblica e os achados arqueológicos indica que este era um nome comum usado somente durante esse período. O nome Bada é único e não aparece em inscrições antigas ou na tradição bíblica", acrescentaram os estudiosos.

O facto de que o nome Eshba'al foi gravado num jarro sugere que ele era uma pessoa importante, dizem os especialistas. Ele foi, aparentemente, o proprietário de uma grande propriedade agrícola, e os produtos aí recolhidos eram embalados e transportados em recipientes que levavam o seu nome. Esta é uma evidência clara de estratificação social e da criação de uma classe económica estabelecida, que ocorreu na época da formação do Reino de Judá.

"Em Samuel II houve aparentemente relutância em usar o nome Eshba'al, que era uma reminiscência do deus cananeu de destruição, Baal, e o nome original foi, portanto, alterado para Ish-Boshet, mas o nome original Eshba'al  foi preservado no Livro das Crónicas", disseram Garfinkel e Ganor. "Assim, por exemplo, o nome do senhor da guerra Gideon Ben Joás foi também alterado de Jerrubaal para Jerubesheth."

Uma cidade bíblica completamente revelada

 

https://4.bp.blogspot.com/-G2gKVfXqEHE/VYGPO7_HGJI/AAAAAAAAGTI/bD9DI8RUqsw/s1600/Khirbet-Qeiyafa-300x200.jpg

  

Uma vista aérea de Khirbet Qeiyafa. (Universidade Hebraica)


Khirbet Qeiyafa é identificada como a cidade bíblica de Sha'arayim. Durante várias temporadas de escavações dirigidas por Garfinkel e Ganor, uma cidade fortificada, dois portões, um palácio, armazéns, habitações e salas de culto foram expostos.

A cidade data do tempo do Rei David, no final do século XI e início do século X a.C..

Artefactos únicos, até então desconhecidos, foram descobertos no local. 

Garfinkel e Ganor disseram: "Até há cerca de cinco anos, nós não sabíamos de inscrições que datassem do século X a.C. no antigo Reino de Judá. Nos últimos anos foram descobertas quatro inscrições: duas em Khirbet Qeiyafa, uma em Jerusalém e uma em Beit Shemesh. Isso muda completamente a nossa compreensão da distribuição da escrita no Reino de Judá, e é agora claro que a escrita era muito mais difundida do que se pensava anteriormente. Parece que na organização do Reino era necessário um quadro de funcionários e escribas, e a sua actividade é revelada nestas inscrições ".

       

Via United With Israel

 

P.S. - Vivemos tempos estranhos, sem dúvida.  Nunca houve tanta informação como hoje, mas ainda assim a desinformação multiplica-se. É com incredulidade que ouvimos às vezes algumas pessoas afirmarem que os Judeus são "um povo sem terra", que "nunca tiveram um país", etc., etc.. Poucos povos no mundo têm tanta legitimidade no direito ao seu território como o Estado Judaico. A sua História está registada, para além das fontes tradicionais, na obra literária mais famosa de todos os Tempos: a Bíblia!

Postado por Oliveira da Figueira às 16:22 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 31 de março de 2015

Quando os egípicios bebiam cerveja em Tel Aviv

 https://4.bp.blogspot.com/-Z036OEomafs/VRqCknN33FI/AAAAAAAAFzg/RjAaRuEhK5w/s1600/egypt_art_beer.jpg

 

Situada na confluência de três continentes, a Terra de Israel já foi ponto de passagem de inúmeras civilizações, ao longo dos milénios. A Arqueologia não cessa de trazer surpreendentes descobertasE esta é uma delas: há 5 milénios, os Antigos Egípcios saboreavam a bela cerveja, no mesmo local onde hoje se ergue a cidade de Tel Aviv.

 

A Autoridade Israelita de Antiguidades acaba de descobrir fragmentos de recipientes usados pela população egípcia para preparar a cerveja. Os achados vêm de escavações no local que hoje é a Rua HaMasger.

 

https://1.bp.blogspot.com/-7tmoZtw2W5E/VRqCwr1xQiI/AAAAAAAAFzo/5yKVXgVwMis/s1600/300x225xunnamed9-300x225.jpg.pagespeed.ic.UazibHV7YM.jpg

 

Recipiente do início da Idade do Bronze, encontrado nas escavações

 

 

Diego Barkan, director das escavações, comunicou a descoberta de 7 armazéns de produtos agrícolas, datando do início da Idade do Bronze (3500-3000 a.C.). Entre centenas de potes de cerâmica que caracterizavam a cultura local, encontraram alguns que foram confeccionados segundo processos que correspondem à tradição egípcia de preparação da cerveja.

 

Já se sabia da presença Egípcia na Terra de Israel, nessa época, através de pesquisas conduzidas em  Ein Beso, no Neguev. Estas escavações testemunham a presença da Civilização dos Faraós mais a norte.

 

https://4.bp.blogspot.com/-NSmEavx0n2Q/VRqE80Wq6pI/AAAAAAAAFz0/bhHW_aTXbYc/s1600/225x300xunnamed-13-225x300.jpg.pagespeed.ic.h0OaTQS3LF.jpg

 

Punhal de bronze, de 6.000 a.C., encontrado nas escavações agora a decorrer em Tel Aviv.

 

A cerveja era a bebida nacional do Egipto. E uma bebida absolutamente democrática, consumida por toda a população, independentemente da idade (!), género ou classe social. Era feita de cevada e água parcialmente cozidas e deixadas a fermentar ao sol. Era depois enriquecida com extractos de fritos, para dar sabor, e filtrada em recipientes especiais. Escavações conduzidas no delta do Nilo revelaram fábricas de cerveja datando do quarto milénio antes de Cristo.

 

- Traduzido, resumido e adaptado de United with Israel.

 

https://2.bp.blogspot.com/-zSHLcRIZkno/VRqLvHDLrdI/AAAAAAAAF0E/dy_02C4aGD0/s1600/Sakara%2BGold.JPG

 

 Cerveja egípcia actual

 

P.S. -  Esta semana, os judeus observantes não bebem cerveja, por ser um produto fermentado. A cerveja (como todas as bebidas alcoólicas) está contudo banida nos regimes islâmicos mais rigorosos. Talvez seja essa, aliás, a raiz dos respectivos problemas. Pelo menos a crer na teoria que afirma que a cerveja foi o motor da evolução humana e de que "é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes" (Benjamin Franklin).

 

https://3.bp.blogspot.com/-my5kWWu5mMA/VRqNYn3boAI/AAAAAAAAF0Q/mHwUv4Wz2N4/s1600/ShowImage.ashx.jpg

Numa nota relacionada com o tema em apreço, refira-se que os escravos judeus que construíram as pirâmides do Egipto tinham direito a uma ração diária de cerca de 4 litros de cerveja por dia. Do mal, o menos...

Postado por Oliveira da Figueira às 12:38 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 3

Conclusão dos posts:

 Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1

 Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 2

 

https://2.bp.blogspot.com/-Z5pp-U7RSFk/VO5ChBjElZI/AAAAAAAADfw/mQr3n0BKgk0/s1600/king-david-and-ark.jpg

O Rei David trazendo a Arca da Aliança para Casa, conforme relatado no Segundo Livro de Samuel, capítulo VI. Imagem do Instituto do Templo. Segundo a narrativa islâmica-soviética forjada nos anos 60 do século XX, todos os Reis, Profetas, Sacerdotes, todo o Povo Judeu, toda a História e Cultura Judaicas, seriam afinal... Árabes e Muçulmanas. Haja paciência!!!

 

A despropositada simpatia pela "causa palestina"


Se leu os dois posts anteriores e viu cuidadosamente os vídeos, já sabe que os Árabes acorreram em massa a Israel, a fim de reivindicarem a Terra para eles, antes que os Judeus no exílio voltassem, quando se preparava a restauração da independência do Estado Judaico.

Isto significa que, quando um número significativo de judeus entraram na Terra de Israel havia Árabes que já lá viviam.

Há muitas reivindicações que dizem que os judeus expulsaram os Árabes à força. Osuposto evento é chamado de "Nakba", que significa "catástrofe".

(O que sucedeu foi exactamente o oposto, como temos mostrado repetidamente. Os líderes Árabes muçulmanos não se contentaram com uma divisão da Terra que lhes deu a parte de leão (88%) e que constitui hoje a Jordânia. Assim que lhes "cheirou" a restauração da independência de Israel, iniciaram os ataques contra os Judeus, e, na véspera da proclamação, uma força conjunta de países Árabes atacou Israel, que ainda nem tinha Exército. Contra todas as expectativas, Israel ganhou a guerra! E isso o Mundo Islâmico não lhe perdoa. Para começar, os Judeus que viviam em países Árabes foram perseguidos, expulsos e massacrados. Essa sim, foi a verdadeira "Nakba". Depois, tem sido uma guerra de fogo e de propaganda, sem interrupções, desde 1948 - o conflito mais antigo do mundo, na actualidade!).

Tudo isto este blogue tem mostrado, de permeio com outros temas ligados a Israel.

Mas... o que aconteceu com os Árabes que foram para a Terra de Israel, como peões no jogo que visava abafar a Restauração da Independência? Para onde foram eles? O que os fez sair?

Aqui está a resposta, bem documentada, com filmes da época, com testemunhos de quem viveu esses dias, nomeadamente de Árabes:

 

Esperemos que alguma boa alma traduza para Português, ou pelo menos Castelhano, que a gente entende. Mesmo que não domine o Inglês, compreenderá que a "Nakba" é um evento forjado. E o tema será revisitado neste blog, para que não restem dúvidas.

"Palestina" é uma invenção que visa a aniquilação de Israel e a extinção definitiva dos Judeus

Agora que o amigo leitor entende o que é a "Palestina" é de onde veio esse mito, por favor, compartilhe esta sequência de posts, para que as pessoas saibam a verdade sobre Israel. A propaganda "palestina" é das calúnias mais persistentes do mundo de hoje.

Não há nenhuma ocupação. O Povo judeu não "invadiu" a sua própria Terra. Israelnunca foi a Pátria do povo "palestino" - que, aliás, não existe nem nunca existiu. Jerusalém é a capital de Israel e não pode ser dividida ou transformada num Estado "palestino".

 

https://4.bp.blogspot.com/-elyA-R5_gOg/VO5GNzbLODI/AAAAAAAADf8/XNX-aoaG1xQ/s1600/11025982_843530072378042_2275227803048264788_n.jpg

Em Paris, e em outras cidades europeias onde a população muçulmana atingiu mais de 5% da população nacional, Hitler é louvado a par com a "Palestina". Os ataques antissemitas fazem regressar o clima do Holocausto e recordam-nos que os Árabes muçulmanos foram grandes aliados do Nazismo. De que lado está você?

 

Voltamos a aconselhar:

Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

Se o amigo leitor tem honestidade intelectual e boa-fé, não deixe de se informar. Ninguém o obriga a "gostar" dos judeus e de Israel. Pode até odiar a ambos. Mas se for uma pessoa íntegra, pelo menos assuma o ódio pelo ódio, e não se escude em MENTIRAS.

 

https://2.bp.blogspot.com/-suMOF_ncDN8/VO5BrSG1fiI/AAAAAAAADfo/mhSJJcqSEGs/s1600/1260859_628562713842143_1391546864_n.png

 

Postado por José J. às 21:53 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 2

No post anterior - Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1, vimos a origem do nome "Palestina".

Esclarecemos (mais uma vez) a origem do nome "Palestina", e, se é nossa visita recente, ficou a saber que tal designação foi dada à Terra de Israel, Pátria do Povo Judeu

por invasores e colonos. Os Romanos e os Britânicos renomearam a Terra de Israel como "Palestina" em referência à Filisteia, ou Terra dos Filisteus, um povo que aquando da ocupação Romana já estava extinto havia séculos, como tantos outros povos Antigos.

 PHILISTINE. 1. : a native or inhabitant of ancient Philistia - Dicionário Merriam-Webster

Quem são então os "palestinos", de que tanto se ouve falar desde que foram inventados nos anos 60, pela União Soviética, como forma de tentar eliminar Israel e os Judeus? Não são nativos de Israel, Eles mesmos o afirmam regularmente, como temos demonstrado inúmeras vezes.

De onde é que vieram os Árabes que invadiram Israel e que clamam aos quatro ventos, para consumo exterior, que a Terra é deles e sempre foi?

Aqui está a resposta:

 

Lamentamos não estar traduzido ou legendado. Pode ser que alguém de boa vontade se disponha a esse trabalho. 

A invasão e colonização de Israel pelos Árabes é tão recente que tudo está exaustivamente filmado, documentado, há testemunhas directas ainda vivas, e é impossível desmentir. Até porque eles mesmos, os invasores, não o escondem. 

Só gente com muito má vontade (ou muito desinformada) pode continuar a debitar a estúpida patranha dos Judeus que "roubaram a Terra aos Árabes". Mas se há nazzipies que afirmam que o Holocausto não existiu, que o Comunismo é um mar de rosas, que o Che Guevara foi um herói humanista, então, vendo bem as coisas, não é de admirar que o mito da "Palestina" Árabe perdure.. 

 Aconselhamos também: 

Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

Se o amigo leitor tem honestidade intelectual e boa-fé, não deixe de se informar. Ninguém o obriga a "gostar" dos judeus e de Israel. Pode até odiar a ambos. Mas se for uma pessoa íntegra, pelo menos assuma o ódio pelo ódio, e não se escude em MENTIRAS.

 

https://3.bp.blogspot.com/-FeQQZuqYtUw/VOznVF7_4pI/AAAAAAAAFg0/WjQYLyFLXY4/s1600/1260859_628562713842143_1391546864_n.png

 

Postado por José J. às 21:15 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Inventando a "Palestina" e os "palestinos" - 1

 

 

Pat Condell põe os pontos nos ii

 

Os islamistas, os neo-nazis, a extrema-esquerda, e outros anti-semitas, insistem, maliciosamente, em apelidar os judeus de colonos, ocupantes, e coisas piores. A "Autoridade Palestina" incita à violência contra os israelitas, e a Imprensa global legitima o terrorismo anti-Israel, com a sua narrativa MENTIROSA e deliberadamente instiladora de ódio aos Judeus.

(Ver por exemplo PALIESTINE, HONEST REPORTING e DE OLHO NA MÍDIA)

O mundo está dividido entre pessoas que acreditam que Israel é a Pátria do povo judeu e  pessoas que acreditam que os judeus invadiram aquela terra e expulsaram à força o verdadeiro povo palestino. Quem está certo?

Meios de comunicação como a CNN, BBC, CBS, em Portugal muito especialmente o odioso Al-Público, e muitos, muitos outros, continuam a contar uma história trágica sobre os "palestinos", coitadinhos, que foram expulsos da sua terra natal, e da vida dura em que se encontram os refugiados, que vivem sob opressão brutal. 

Os opressores são os Sionistas diabólicos, os muitos milhares de judeus que teriam, segundo essa brilhante teoria, fabricado uma "história" sobre um Holocausto, a fim de habitar a terra "palestina"

A alegação é que os Sionistas não têm direito à terra, porque a abandonaram há 2000 anos, expulsos pelo ocupante Romano. Sionistas são os partidários de que Israel tem o direito de existir, entenda-se.

As pessoas que defendem que os judeus não têm qualquer ligação com a "Palestina" são as mesmas que se referem ao  Holocausto como "Holohoax"("Holofraude") e que retratam Hitler como um herói. Isto já diz muito sobre a consistência das teorias pró "Palestina"...

Acresce que os muçulmanos foram colaboradores activos de Hitler e do Nazismo, na II Grande Guerra, como este blogue tem exaustivamente demonstrado, com vídeos inclusive. São aliados naturais, portanto. E ao comboio junta-se a extrema-esquerda, cujo ódio a Israel também tem sido aqui inúmeras vezes demonstrado.

Quando confrontadas com provas arqueológicas da conexão judaica com Israel, eles dizem que os judeus de hoje não são os mesmos que o povo judeu que ali viveu há mais de 2000 anos. Onde estão então os judeus? Mortos? Assimilados? As respostas variam.

Lidamos com estas falsas histórias todos os dias. Ouvimos mensagens de ódio e anti-semitismo horríveis. Ultimamente, a narrativa milenar antissemita embarcou nasteorias hippie new age dos lagartos do Espaço, que seriam, entre outros a famíliaRothschild, a família real Inglesa, a família Bush, e... os judeus todos, obviamente, que eles estão em todas! Gente doente, muito doente...

A narrativa da "Palestina" árabe, manufacturada pela extinta União Soviética, tem a simpatia da Imprensa e da Academia (dominadas pelas Esquerdas), e acaba por atingir uma população desinformada, mas que bebe num inconsciente colectivo forjado em séculos de ódio e perseguição aos judeus.

Dantes os judeus eram queimados em fogueiras, hoje ardem em lume brando na fogueira de uma opinião pública que nunca viu um judeu, não sabe onde fica Israel, desconhece a sua História e Geografia, nem sabe rigorosamente NADA sobre o conflito que opõe Israel ao Mundo Islâmico.

A Origem da Palestina

Em primeiro lugar, a terra é Israel. Não "Palestina". Sejamos claros sobre isto, desde já.

Por um período de tempo, a Terra de Israel foi designada como Palestina. Neste vídeo, poderá conhecer a origem da Palestina, de onde o veio esse nome veio e como as nações árabes originalmente reagiram a essa designação: DESPREZANDO-A!

 

 

Temos pena de não ter uma versão traduzida ou legendada.

Contra FACTOS não há ARGUMENTOS!

Infelizmente, há mentes doentias que preferem acreditar em patranhas do que conhecer a verdade.

A generalidade dos odiadores de Israel é incapaz de o localizar num mapa. E sobretudo de fazer uma estimativa das suas dimensões. Com os seus modestos 20.770 km², Israel é menor que o Alentejo português, é do tamanho do Estado de New Jersey, da República de El Salvador ou do Estado de Sergipe, no Brasil.

Antes da restauração da independência de  Israel, o país cedeu uma migalhinha de 88% do seu território aos Árabes, que não queriam viver com judeus. Esses 88% chama-se hoje Jordânia. E os Árabes querem apenas mais uma migalhinha para fazerem o tal Estado Árabe palestino, que nunca existiu. Essa migalhinha é apenas TUDO!

 

https://2.bp.blogspot.com/-2lE_d-OPv_w/VOnAPYpdM0I/AAAAAAAADe4/7dgkO4ai-NU/s1600/250px-Brazil_State_Sergipe.svg.png

O Médio Oriente é 660 vezes maior que Israel. Os auto-proclamados "palestinos"já tiveram, para além da Jordânia, diversas ofertas para construírem o seu Estado, que continuam a exigir, apesar de já o terem! É claro que recusam. Porque o problema não é de território. É de ambição de acabar o que Hitler começou!

Se Israel - o único país livre e democrático do Médio Oriente - fosse tão mau, seria natural que os muçulmanos fugissem de lá e fossem habitar qualquer dos paraísos islâmicos que cobrem meio planeta!

Aconselhamos também: 

Israel, a Comunidade Internacional e a paz com os Árabes

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

Se o amigo leitor tem honestidade intelectual e boa-fé, não deixe de se informar. Ninguém o obriga a "gostar" dos judeus e de Israel. Pode até odiar a ambos. Mas se for uma pessoa íntegra, pelo menos assuma o ódio pelo ódio, e não se escude em MENTIRAS.

 

https://4.bp.blogspot.com/-5bh0eZ8y7Kw/VOm_OICRZ4I/AAAAAAAADew/7tmBUbUdVxI/s1600/1260859_628562713842143_1391546864_n.png

Postado por José J. às 11:59 3 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 23 de agosto de 2014

A História de Israel - um documentário

 

 

Nota: As opiniões expressas neste vídeo não reflectem necessariamente todas as nossas opiniões. Os FACTOS históricos, esses, podem ser confirmados por quem se dê ao trabalho deESTUDAR.

Postado por Oliveira da Figueira às 21:16 2 comentários: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

domingo, 11 de maio de 2014

Ari Enkin - A bandeira de Israel

Ainda em modo de celebração do 66º aniversário da restauração da independência de Israel, reproduzimos hoje mais um artigo do rabino Ari Enkin. Este blog não é judaico, não é confessional, é um blog amigo de Israel. Para se entender a História e a Cultura do único Estado judaico, a palavra do rabino Enkin é muito útil.

 

https://3.bp.blogspot.com/-TwlWq-EILaQ/U2-4avxNeKI/AAAAAAAAAhg/k3XbJMTb9H0/s1600/images.jpg

 

Sabia que as raízes e as origens da bandeira de Israel podem ser encontradas na Torá?

https://3.bp.blogspot.com/-mIdVymFNO3w/U2-w7iUMT5I/AAAAAAAAAg4/7Xl9RL6QGoE/s1600/enkin_fb2-236x300.pngO Rabino Ari Enkin explica como a bandeira oficial de Israel representa os valores judaicos.


A bandeira azul e branca com a estrela de David no centro é a bandeira oficial e o símbolo máximo do Estado de Israel. Tornou-se a bandeira oficial após a implementação de uma lei em 28 de Outubro 1948 - cinco meses após o estabelecimento do Estado de Israel. Parece que a bandeira de Israel fez sua primeira aparição, na forma que todos nós conhecemos hoje  em 1891, como a bandeira do movimento sionista.

A bandeira de Israel tem a intenção de representar o talit, o xale de oração judaico, que tem listas azuis sobre um fundo branco. O Magen David, a estrela de David, é claro, é um antigo símbolo judaico. Merece um artigo só por si, este assunto - alguns sugerem que o Magen David foi usado pela primeira vez pelo próprio rei David ou pelo seu filho, o rei Salomão.

O que temos, portanto, são dois velhos símbolos judeus, bem conhecidos e proeminentes, que se unem para servir como bandeira do estado de Israel. Este sentimento foi ecoado por David Wolffsohn (1856-1914), um dos líderes sionistas, e responsável pelo futuro da bandeira oficial. Ele escreveu:

"A pedido do nosso líder, Herzl, vim a Basileia para os preparativos do Congresso Sionista. Entre muitos outros problemas que me ocupavam, havia um que continha um pouco da essência do problema judaico. O que pendurar  na sala de congressos. Então tive uma ideia. Temos uma bandeira azul e branca! O talit com que nos envolvemos quando rezamos: este é nosso símbolo! Tiremos o talit do saco e vamos desenrolá-lo aos olhos de Israel e aos olhos de todas as nações. Então pedi uma bandeira azul e branca com o escudo de David pintado. Eis como a bandeira nacional adejou no Congresso Hall."

 

https://2.bp.blogspot.com/-opiRyc2BMVk/U2-yVK-Fx2I/AAAAAAAAAhA/paGSKgAxy_Q/s1600/F130415MA80-300x200.jpg

Israelitas celebram o Dia da Independência com imagens da bandeira de Israel,baseada na Torá . (Foto: Miriam Alster/Flash90)

A bandeira de Israel representa o Estado judeu

O azul repete-se com frequência na Bíblia. O azul "bíblico" é conhecido como a cor techelet. Por exemplo, as linhas dos tsitsit (franjas) devem incluir uma linha azul.Porque é que este fio azul é raramente utilizado hoje em dia é um tema fora do escopo deste artigo. No entanto, em memória desses fios azuis, de "azul bíblico", estão na bandeira as listas azuis, que são também a cor das listas do talit. As roupas dos Cohanim (sacerdotes) também incluíam o azul bíblico, bem como muitos dos utensílios do Tabernáculo.

 

https://1.bp.blogspot.com/-KdSUhYSqrEM/U2-2xi7Hr2I/AAAAAAAAAhU/uffOi39C4v0/s1600/url.jpg

A bandeira de Israel, com os seus símbolos autenticamente judeus, esvoaça em lugar de destaque, no Muro das Lamentações.

Como podemos ver, o azul sempre foi uma cor especial no Judaísmo. É a cor do céu e do mar. O azul é também a cor principal da Kabbalah. Os visitantes da cidade mística de Tzfat (Safed) podem atestar a presença proeminente da cor azul em toda a cidade.

 

https://2.bp.blogspot.com/-cagBoxE_iWc/U2-4itS75hI/AAAAAAAAAho/agIikcjOgVs/s1600/Tzfat+sunset.jpg

 

Pôr-do-Sol em Tzfat (Safed)

Curiosamente, Israel tem o recorde mundial para a maior bandeira nacional. A bandeira alcançou o recorde mundial em 2007. Foi fabricada nas Filipinas, mede 660x100 metros e pesa 5,2 toneladas. Foi produzida por uma das grandes amigas não-judias de Israel, Grace Galindez-Gupana, como gesto de apoio a Israel.

----------------------

 

https://2.bp.blogspot.com/-L5ylg3wnpto/U2-5HoujiMI/AAAAAAAAAhw/Ga7gU5Ry7eE/s1600/World's+Largest+Flag+In+Israel%5B2%5D.jpg

 

 A bandeira recordista, um presente de Grace Galindez-Gupana, das Filipinas

 

Postado por José J. às 18:38 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Testemunha Ocular 1948

 

https://3.bp.blogspot.com/-PNBoQnB9lZc/U2u8nYjH5aI/AAAAAAAAAfc/jqgvqzSejBg/s1600/14330000-890x400.jpg

Testemunha Ocular 1948: Lutando pelo Estado judeu

 

Inspirado pelo trabalho do renomado cineasta Steven Spielberg - Sobreviventes; Projecto História Visual da Shoah - o norte-americano Eric Halivni deixou o seu trabalho há sete anos, para começar a documentar histórias de testemunhas oculares da fundação do Estado de Israel para uma série intitulada "Eyewitness 1948".

 

Fundador e director-executivo da Toldot Yisrael, uma organização sem fins lucrativos com sede em Jerusalém, "dedicada à gravação e partilha de testemunhos em primeira mão dos homens e mulheres que ajudaram a fundar o Estado de Israel", Eric Halivni disse que a sua organização colectou até agora 700 entrevistas  e perto de 3.000 horas de filmagens, para uma série intitulada Eyewitness 1948.

 

https://3.bp.blogspot.com/-6mTrxfM_3Uk/U2u9JKjnC6I/AAAAAAAAAfk/Nbz30pXpWAQ/s1600/DSC05699-300x225.jpg

Major-general (aposentado ) Elad Peled e Dr.a Zimra Peled, da Geração 1948 (Foto: Atara Beck)

 

Estes veteranos da fundação do Estado judeu "foram testemunhas da história", explicou Halivni em conferência de imprensa, no Hotel King David em Jerusalém, uma semana antes do Dia da Independência de Israel. "Eles estavam no lugar certo na hora certa".

 

O material ficará acessível na Biblioteca Nacional. Danny Streifler, director do Arquivo Digital Fotográfico e Serviços Interactivos na Biblioteca, descreveu a colaboração com a Toldot Yisrael como "a fusão perfeita".

 

Suzy Eban, esposa do falecido Abba Eban, famoso diplomata e político israelita, participou na série Eyewitness 1948. Ela já faleceu - em 2011, com 90 anos de idade.  Na entrevista, ela evoca a emoção antes da votação na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 29 de  Novembro de 1947, que terminou a favor da criação do Estado judaico.

 

"Foi a nossa vida", lembrou com paixão. "Algumas pessoas tinham prometido e votaram contra. Outros, conseguimos sensibilizá-los no último minuto, e eles votaram a favor".

 

'Eyewitness, 1948': Uma Oportunidade que ocorre uma vez em 2.000 anos

 

O major-general (aposentado) Elad e a Dr.a Zimra Peled, que participaram na conferência de Imprensa, lembraram as suas experiências de lutadores por um Estado judaico independente.

 

"Hoje, não se consegue encontrar sobreviventes da Revolução Americana",afirmou Elad Peled, de 87 anos. "Fazer parte da Geração 1948 é algo para o qual não há comparação. Nós estivemos lá, a participar neste episódio da história judaica, e sobrevivemos. [Uma oportunidade como esta] ocorre uma vez em 2.000 anos".

 

Os Peled, ambos doutorados da Universidade de Colúmbia, conheceram-se enquanto serviam no Palmach - a força de combate de elite da Haganah, o exército clandestino na Palestina sob mandato britânico - em 1946. Agora bisavós, casaram em 18 de Janeiro de 1948.

 

Elad descreveu o seu papel como comandante e chefe do esforço de resgate no norte da cidade de Tzfat (Safed) após a retirada britânica, auxiliando os judeus que precisavam de protecção.

 

https://2.bp.blogspot.com/-g1PQxI8_-x0/U2u-vT7ckEI/AAAAAAAAAfs/S5bLV2pL0IQ/s1600/DSC05685-300x225.jpg

Eric Halivni, inspirado pelo cineasta Steven Spielberg, criou o "Eyewitness 1948", que documenta histórias de quem viveu a Guerra da Independência. (Foto: Atara Beck )

 

"Nós pensávamos que íamos morrer", disse Peled, referindo-se aos corajosos35 lutadores - conhecidos como os Lamed Heh, as letras hebraicas que representam o número 35 - surpreendidos quando tentavam salvar o Bairro Etzion e massacrados.

 

Após a missão bem sucedida, "o [então] rabino de Tzfat disse que a cidade foi salva por duas coisas: as orações e o milagre da chegada do Palmach", disse Peled.

 

Em 1967, Peled serviu como Chefe de Operações do Comando Sul, na Guerra dos Seis Dias. De 1970 até 1976 foi director-geral do Ministério da Educação, Cultura e Desporto.

 

Zimra, que mais tarde se tornou pesquisadora e leccionou na Universidade Ben-Gurion do Negev, era enfermeira de primeiros socorros no Palmach; serviu nas caravanas que viajavam entre Tel Aviv e Jerusalém, em que centenas foram mortos.

 

"Há caravanas que eu nunca vou esquecer", disse ela.

 

Mesmo a sua história de amor pessoal é fascinante de ouvir, mas mereceria um artigo inteiramente novo.

 

Enquanto isso, "a principal prioridade é tentar entrevistar tantas pessoas quanto possível dentro de um curto período de tempo", disse Halivni.

 

"Esta tarde vamos a outro funeral de um dos nossos chevra Palmach (grupo de amigos)", disse Peled. "Estamos a desaparecer a cada semana".

Escrito por Atara Beck

Editor, United with Israel

 

 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Obama e o estado judaico

Em 29 de Novembro de 1947 a ONU, mediante a resolução 181 da sua Assembleia Geral, refere-se nada mais nada menos do que 30 vezes a Israel como "estado judaico".
 

http://1.bp.blogspot.com/-P6exBKGhMAM/UyILB034_0I/AAAAAAAAAj4/0TMEhVxFEZc/s1600/Jewish+state.jpg


Poderão arguir que tal resolução também fala num estado "palestiniano". Este estado irreal (o povo palestiniano é uma invenção; um somatório de indivíduos que nunca tendo qualquer ligação histórica ao território em que, actualmente, se quer criar um estado "palestiniano", foram imigrando para tal território para, por um lado e à força, forçarem a balança para os árabes na eventualidade de uma repartição da "palestina" entre judeus e muçulmanos e, por outro e voluntariamente, beneficiarem dos avanços civilizacionaispossibilitados pelos judeus que iam regressando à sua terra ancestral) teria existido acaso a fundação de Israel tivesse sido aceite pelos estados islâmicos, que, porém, se entregaram à missão de destruir Israel.
 

http://1.bp.blogspot.com/-OtSMiAYvbho/UyIKVYOyOEI/AAAAAAAAAjw/-6YBgPKZ3GY/s1600/A+paz+amada.gif


Ainda hoje os muçulmanos recusam que Israel seja um estado judaico para obrigarem Israel a ter que acolher os refugiados "palestinianos" (outra invenção artificial dos políticos árabes que a mantêmartificialmente e, por outro lado, não estão minimamente preocupados com os muito mais numerosos refugiados judeus que foram tragicamente forçados a abandonar os países islâmicos após a criação de Israel pois, paradoxal e esquizofrenicamente, os governantes desses países diziam que os judeus já tinham um estado) ignorando que em teoria (na prática a história é diferente: até lá podem viver, mas não têm grande esperança de vida) nenhum país islâmico impede judeus de lá viverem.
 

http://1.bp.blogspot.com/-6DSgTtV314M/UyIJ-rt_VoI/AAAAAAAAAjo/5anFD-XSrNE/s1600/Obama+muslim.jpg



Mas o absolutamente inacreditável é que o outrora farol da liberdade, da democracia e da verdade passou a juntar a sua voz às pretensões muçulmanas e tornou-se, sob o império de Barack Ussein Obama, mais um defensor da negação a Israel do seu direito a ser, segundo a lei internacional, um estado judaico. De que são, agora, os USA um farol? Do filo-islamismo, no mínimo.

Postado por Fernando às 19:47 Um comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de IsraelObama

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Colheita de 3700 a.C.

 

http://2.bp.blogspot.com/-MdnVA0sUYFA/Uo-r3w4Yq5I/AAAAAAAACbg/s_u1FeZhjdk/s320/hips.jpg

 

'Encontradas 40 vasilhas numa adega de uma antiga cidade cananeia. Análises mostram que vinho tinha ainda mel, menta, paus de canela, bagas de zimbro e resinas.'

in Público

 

Só é pena não haver nenhuma vasilha intacta. Segundo Assaf Yasur-Landau, da Universidade de Haifa, em Israel, um sismo terá destruído a adega e o salão, com 3700 anos. Para além do interesse histórico de mais esta descoberta arqueológica, há um bónus: "Os investigadores querem analisar melhor a composição deste vinho para tentar reproduzi-lo". Só em Israel :-)

Postado por Oliveira da Figueira às 19:14 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sábado, 16 de novembro de 2013

'Quando Portugal salvou um país'

Um artigo do jovem Romeu Monteiro, no Público:

Quando Portugal salvou um país

 

Esta é uma história que também faz parte da nossa História. É a lição que nos mostra que podemos sempre fazer a diferença. Se para uns somos insignificantes, para outros somos a esperança nos tempos mais negros

Texto de Romeu Monteiro

"Conheci esta história através de um israelita que era soldado em 1973 e assistiu ao alívio de ver chegar os aviões vindos de Portugal. Aviões carregados de esperança e de futuro para uma nação pequena e jovem. Os judeus religiosos acreditam numa passagem da Bíblia que diz que Deus abençoará aqueles que abençoam Israel. Coincidência ou não, a verdade é que seis meses depois seria Portugal a conhecer a liberdade e a esperança num futuro melhor e livre de guerras."

Postado por Oliveira da Figueira às 23:15 Um comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Guerra do Yom Kipur


 

"No Yom Kippur de 6 de Outubro de 1973, Egipto e Síria lançaram um ataque de surpresa coordenado contra Israel. A Guerra do Yom Kippur foi lançada no dia mais sagrado do calendário judaico: O Dia da Expiação."

 


Mais sobre o IDF (Forças de Defesa de Israel):

 

http://www.idfblog.com/
http://twitter.com/idfspokesperson/
http://www.facebook.com/idfonline/
http://www.idf.il/english/

Postado por Oliveira da Figueira às 23:23 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Calendário Hebraico

 

 

Para vos desejar, a amigos e a inimigos, um excelente fim-de-semana, fomos buscar este calendário judaico ao Facebook da organização de amizade judaica-cristã Face to Zion. Com votos de muita paz para todos. Shabbat Shalom.

 

No calendário Hebraico este é o ano 5774

Todos os feriados judaicos começam na noite antes da data indicada. No calendário hebreu um "dia" começa e termina ao pôr do sol, em vez de à meia-noite. Todos os feriados são comemorados no mesmo dia do calendário hebraico a cada ano (com poucas excepções, quando alguns feriados caem no no Shabat). 

 

Rosh Hashaná - 5 de Setembro de 2013

Tishrei 1-2 - O Ano Novo judaico. 

 

Jejum de Gedalias - 8 de Setembro de 2013 

Tishrei 3 - comemora o assassinato de Gedalya Ben Achikam e o início do exílio babilónico do povo judeu (início do século 6 a.C.).

Yom Kippur - 14 de Setembro de 2013

Tishrei 10 - O Dia da Expiação.

Sucot - 19 de Setembro de 2013

15 de Tishrei - O Sucot comemora os quarenta anos de peregrinação do povo de Israel no deserto após o êxodo do Egipto. Em memória povo judeu são ordenados erguem-se habitações temporárias por sete dias ( Levítico 23:33).

Simchat Torah - 26 de Setembro de 2013 

Tishrei 22 - Simchat Torá (Alegria da Torá) marca a conclusão da leitura anual da Torá. A secção final da Torá é lida e seguida pela leitura do primeiro capítulo do Génesis, simbolizando o ciclo anual contínuo de leitura semanal da Torá.

Hanukah - 28 de Novº 2013 

Kislev 25 - O Hanuka comemora a reinauguração do Templo de Jerusalém, após a vitória dos Macabeus sobre o exército helénico (grego).

Tu Bishvat - 16 de Janeiro de 2014 

Shevat 15 - Tu Bishvat é também conhecido como o Ano Novo das Árvores.

Jejum de Ester - 13 de Março de 2014 

Adar 13 - Dia de jejum em memória do jejum da rainha Ester antes de sua tentativa de salvar o povo judeu da antiga Pérsia.

Purim - 16 de Março de 2014 

Adar 14 - O Purim comemora a anulação do decreto contra o povo judeu na antiga Pérsia (final do século 6 a.C.). Os Persas (actualmante chamados iranianos), e os Hebreus (actualmente chamados judeus, ou israelitas), têm laços de amizade que remontam a este acontecimento histórico.

Páscoa - 15 de Abril de 2014 

Nisan 15 - A Páscoa comemora o Êxodo do povo de Israel do Egipto antigo.

Yom Hashoa - 28 de Abril de 2014 

Nisan 27 - Dia Memorial do Holocausto, em memória dos 6 milhões de judeus mortos pelo regime nazi alemão e seus colaboradores.

Dia da Memória - 5 de Maio de 2014 

Iyar 4 -  Em memória dos soldados caídos vítimas do terrorismo árabe, em Defesa de Israel.

Yom Haatzmaut - 6 de Maio de 2014 

Iyar 5 - Dia da Independência de Israel. Marca a Declaração de Independência do Estado de Israel em 1948.

Lag BaOmer - 18 de Maio de 2014 

Iyar 18 - BaOmer Lag é o dia 33 do Omer que comemora uma pausa no período de luto para os 24.000 alunos de Rabi Akiva (segundo século).

Yom Yerushalayim - 28 de Maio de 2014

Iyar 28 - Dia em que se celebra a libertação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias.

Shavuot - 04 de Junho de 2014 

Sivan 6 - Shavuot comemora a entrega da Torá e dos Dez Mandamentos a Israel no Monte Sinai há mais de 3000 anos. Shavuot significa "semanas"; a Torá foi dada sete semanas após o Êxodo do Egipto. A primeira colheita foi levado ao templo em Shavuot.

Shiv'ah Asar Betammuz - 15 de Julho de 2014 

Tammuz 17 - Dia de jejum; lembra a queda dos muros de Jerusalém durante o cerco da cidade pelo exército romano (70 d.C.).

Tishá Beav - 5 de Agosto de 2014 

Av. 9 - Dia de jejum; lembra a destruição do primeiro e segundo Templos (o primeiro pelos babilónios em 586 a.C., o segundo pelos romanos em 70 d.C.). A expulsão dos judeus da Espanha em 1492 também cai nesta data.

Postado por Oliveira da Figueira às 17:57 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de IsraelShabbat Shalom

sábado, 21 de setembro de 2013

Feliz Sukkot!

 via United With Israel, 18 de Setembro de 2013:

 

http://3.bp.blogspot.com/-y0uiPl_-Ob8/Uj25QdVW7PI/AAAAAAAACQ4/3W1wRdebP_s/s320/sukkah1.jpeg

 

Feliz Sukkot! E... o que é este feriado?

Torah Viva, pelo rabino Ari Enkin

 

http://1.bp.blogspot.com/-lztnqnchS00/Uj25UgQo1EI/AAAAAAAACRA/P-0IHqpd-MQ/s200/enkinALWAYS1.pngSukkot é um maravilhoso e alegre feriado - um dos três festivais da Torá no qual os judeus fazem uma peregrinação a Jerusalém. É uma celebração que dura 7 dias, com o primeiro dia a ser observado como dia santo, semelhante ao Sábado, no qual é não permitido nenhum trabalho. Fora de Israel, os dois primeiros dias são observados como dias santos.

Os restantes dias são referidos como "Chol Hamoed". Os Chol Hamoed não são dias santos, mas são tratados com mais santidade do que dias de semana normais, com refeições especialmente elaboradas e roupas mais agradáveis. Viagens em família são comuns durante estes dias. Na conclusão do Sukkot há ainda um outro feriado, Shemini Atzeret, mas sobre isso falaremos na próxima semana.

http://1.bp.blogspot.com/-YroS_MyMj1Q/Uj2-3FsePTI/AAAAAAAACRc/aTTLjOBEw9g/s1600/sukkah2.jpeg

Originalmente, o Sukkot era mais um festival agrícola, como a própria Torá lhe chama : "A Festa das Colheitas", ou "Festa das Tendas"ou ainda a "Festa dos Tabernáculos". (Ver: Êxodo 23:16, Levítico 23:40-43, Deuterónimo 16:13). Era um festival de graças a Deus pela colheita do ano. Hoje, observa-se mais como um feriado de descanso e reflexão sobre os milagres que Deus fez pelo povo judeu, quando o conduziu no deserto durante quarenta anos. 

http://3.bp.blogspot.com/-HOulmxS7xBY/Uj29EN1oQQI/AAAAAAAACRM/l4XM2iK27oE/s1600/desert2.jpgA palavra "Sukkot" significa "cabanas" ou "abrigos", referindo-se às estruturas em que os judeus fazem as suas refeições no dia feriado, e, de preferência, aí dormem também! O que é único nestas tendas é que são estruturas geralmente de madeira ou lona, mas os telhados devem ser feitos de "schach" - material orgânico produzido a partir de rebentos de bambu, galhos ou folhas de palmeira. 

Comer e dormir na tenda lembra aos judeus as tendas de que o povo judeu construiu para si, enquanto vagueou no deserto por quarenta anos. Também lembra as "nuvens de glória" que acompanharam o povo judeu ao longo de sua caminhada, protegendo-o das intempéries e dos perigos que se escondem no chão do deserto. 

http://1.bp.blogspot.com/-YroS_MyMj1Q/Uj2-3FsePTI/AAAAAAAACRc/aTTLjOBEw9g/s1600/sukkah2.jpeg

 

Outro destaque do Sukkot é o Etrog, também conhecido como as "Quatro Espécies". São quatro plantas específicas que se seguram durante as orações do Sukkot. As quatro espécies são: O Lulav (um ramo alto de tamareira ), o Hadas(folhas de murta), o Arava (folhas de salgueiro) e o Etrog (fruto cítrico, em baixo). É ensinado que as quatro espécies representam os quatro tipos de crentes do Judaísmo.


http://4.bp.blogspot.com/-shv5o-1YbL4/Uj3BavBkjeI/AAAAAAAACRk/rOFYDsCqdBE/s1600/etron.jpgO Lulav é uma planta com sabor, mas sem cheiro, e simboliza os que estudam a Torá, mas não praticam o suficiente de boas acções. O Hadass cheira bem, mas não tem gosto, e simboliza os que fazem boas obras, mas negligenciam o estudo da Torá. O Arava não tem nem gosto nem cheiro, e simboliza os que estão em falta, tanto no estudo da Torá como na realização de boas acções. O Etrog tem bom gosto cheira bem - simboliza os que estudam a Torá e realizam boas obras. 

Que esta festa seja um momento de felicidade e crescimento espiritual. 

CHAG SAMEACH ! Sukkot feliz para todos! 

Rabino Ari Enkin


-  O nosso blog não tem filiação religiosa, pelo que este artigo que transcrevemos se destina a dar a conhecer mais este aspecto da cultura Hebraica - que todos os que foram educados numa religião cristã, conhecem. Estas festas já eram antigas quando Jesus esteve na Terra, e continuam a realizar-se, na sua terra natal de Israel.

A todos os nossos leitores, amigos e inimigos, desejamos um bom fim-de-semana. Que Deus esteja connosco. Shabbat Shalom.

Postado por Oliveira da Figueira às 16:54 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de IsraelShabbat Shalom

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

The Middle East Problem: Prager University


 

 

Versão dobrada em castelhano (acima) e original em Inglês, em baixo)

 


Há alguém que ponha umas legendas em Português, sff?

 

Obrigado ao leitor que fez esta sugestão de vídeo. É mais uma tentativa de explicar, a quem ainda não sabe, o porquê do conflito que opõe Israel aos países islâmicos. Dennis Prager é o seu autor.

Postado por Oliveira da Figueira às 19:47 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 11 de junho de 2013

O que querem os Árabes?

O documentário explica com mais pormenor o que querem e o que não querem os Árabes. Ou pelo menos a maioria dos Árabes. O quadro resume as respostas a todas as tentativas de paz por parte de Israel, que tem feito de tudo, desde admitir culpas que não tem, a ceder mais de 2/3 do seu território. Tudo em troca da paz, que não está na paisagem mental dos seus opositores, que desejam o que sempre desejaram: destruir Israel e o seu povo.

Se é inimigo de Israel, atreva-se a ver. E tenha a coragem de se perguntar se é humanamente possível suportar mais que Israel suporta. Tenha a coragem de se confrontar com os FACTOS! Tenha a coragem de deixar de apoiar terroristas e odiar as vítimas!

 

http://3.bp.blogspot.com/-PrBjdGTFIyM/UbZvNWRhBQI/AAAAAAAAA4M/g9rT6jMlaps/s400/7840_613086422036515_598674758_n.jpg

Postado por Oliveira da Figueira às 01:35 Nenhum comentário: 

Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Marcadores: História de Israel

terça-feira, 7 de maio de 2013

A Bandeira de Israel

 

http://4.bp.blogspot.com/-spa2KrZhSEI/UYkgPYrAPgI/AAAAAAAAAlI/d6a8wBiiRTA/s320/Israeli-flag.jpg

 

 

A bandeira do Estado de Israel foi em grande parte o projeto de David Wolfsohn, que sucedeu aTheodor Herzl, como presidente da Organização Sionista Mundial, um movimento que procurava estabelecer um lar para o povo judeu em Israel, ao abrigo do Direito Internacional. A bandeira foi introduzida em 1891 como um símbolo do movimento sionista. Wolfsohn queria criar uma bandeira que capturasse a essência dos problemas enfrentados pelo movimento sionista e pelos judeus nas décadas antes de o Estado judaico ter sido refundado, em 1948.

Ele decidiu espelhar o desenho tradicional do talit, o xale de oração judaico, representado por duas barras azuis sobre um fundo branco. Colocar a Estrela de David entre as barras azuiscompletou o simbolismo do povo judeu e da sua luta pela identidade nacional. A bandeira queWolfsohn projetou foi exibida pela primeira vez em Basiléia, Suíça, em 1897, no Primeiro Congresso Sionista, e foi oficialmente adoptada como símbolo do Estado de Israel em 1948.

 

via Stand4Israel 

 

(Gostos não se discutem, mas na nossa opinião pessoalíssima, esta é uma das bandeiras mais bonitas do mundo, a que se poderiam juntar por exemplo as da Arábia Saudita e da Suíça).

ACTUALIZADO: COLONOS ÁRABES INCENDIAM ISRAEL

ACTUALIZADO: COLONOS ÁRABES INCENDIAM ISRAEL
CANTAM E DANÇAM PARA CELEBRAR

SÓ É IGNORANTE QUEM QUER!

SÓ É IGNORANTE QUEM QUER!
ESTAMOS NA IDADE DA INFORMAÇÃO!

TRUMP GANHOU - ISLAMISTAS E ISLAMÓFILOS PREOCUPADOS

TRUMP GANHOU - ISLAMISTAS E ISLAMÓFILOS PREOCUPADOS
No 'LEI ISLÂMICA EM AÇÃO'

O ESSENCIAL DO «AMIGO DE ISRAEL»

O ESSENCIAL DO «AMIGO DE ISRAEL»

VAI UM CIGARRINHO?

VAI UM CIGARRINHO? 

BETH-SHALOM

BETH-SHALOM
CASA DA PAZ

ISRAEL E AMIGOS

·         O Cão Que Fuma

·         Liberesfera-Libertatum

·         AURORA

·         UNIDOS CON ISRAEL

·         EUROPE-ISRAEL

·         DREUZ.INFO

·         Truth Revolt

·         Breitbart

·         Morashá

·         Lisboa-Jerusalém

·         Shavei Israel

·         Associação de Amizade Portugal-Israel

·         Judaísmo em Ação

·         Elder of Ziyon

·         FIEL INIMIGO

·         Lura do Grilo

·         Porta da Loja

·         NADA DISTO É NOVO

·         GALIZA-ISRAEL

·         Um Banco no Jardim

·         QUESTOM JUDAICA

·         Brit Brachá

·         Eterna Sefarad

·         Chabad Portugal

O TERRORISMO GLOBAL

·         Islão a Nu

·         Lei Islâmica em Ação

·         Ex-Muçulmanos

·         Islão a Nu

·         Olho na Jihad

·         Riposte Laique

·         Quoting Islam

·         Raymond Ibrahim

·         Pamela Geller

·         Answering Muslims

·         Winds of Jihad

·         Islam Watch

·         Sultan Knish

·         Muammad e os Sufis

·         Gates of Vienna

·         Answering Islam

·         Bare Naked Islam

·         The Religion of Peace

·         Jihad Watch

Nota informativa:

Esteja à vontade para partilhar os nossos posts no seu blog, na sua página de Facebook, via email, como quiser. Lamentamos que o lóbi islamista retire a maior parte dos vídeos (PORQUE A VERDADE OS INCOMODA).

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

MITOS E FACTOS SOBRE ISRAEL

TRADUTORES DE DIREITA

TRADUTORES DE DIREITA 

EMBAIXADA DA RESISTÊNCIA

EMBAIXADA DA RESISTÊNCIA 

QUEM SOMOS?

Este blog não tem filiação político-partidária, religiosa, racial ou étnica. Somos portugueses. Amamos a Verdade, a Paz e o Bem. Queremos ajudar a contrariar a difamação e a perseguição a Israel e aos judeus! Israel é 0,02% do mundo islâmico. Israel é 0,5% do Médio Oriente. Israel é a única democracia do Médio Oriente. Deixem Israel em paz!

Esclareça-se, ou seja ENGANADO:

Esclareça-se, ou seja ENGANADO:
A escolha é SUA!

FUNDAMENTAL!

FUNDAMENTAL!

Unidos com Israel

Unidos com Israel
O Movimento Global de apoio a Israel

Porque é que as pessoas odeiam os judeus?

Porque é que as pessoas odeiam os judeus?

PALESTINA LIVRE

PALESTINA LIVRE
EXPONDO A ALDRABICE

Algumas Etiquetas

·         9/11 (12)

·         Amigos de Israel (44)

·         Antissemitismo (109)

·         Artigo FUNDAMENTAL de João Monteiro(6)

·         Atentados de Boston (22)

·         Ciência Made in Israel (13)

·         Comunismo (29)

·         Conversas com os meus amigos (7)

·         Crianças (24)

·         Cultura Hebraica (40)

·         Egipto (44)

·         França (55)

·         Gaza (57)

·         Guerra Demográfica (19)

·         Hamas (66)

·         História de Israel (44)

·         Holocausto (31)

·         IDF (11)

·         Inimigos de Israel (21)

·         Intifacada (50)

·         Irão (65)

·         ISIS (32)

·         Islamização da Europa (53)

·         Islão (21)

·         Islão - O que o Ocidente Precisa Saber (86)

·         Israel (31)

·         Israel Basics (12)

·         Jihad Sexual (12)

·         Jornalismo (67)

·         Let the good times roll (44)

·         Medicina Made in Israel (20)

·         Mitos sobre Israel (17)

·         Mulheres (55)

·         Nigéria (15)

·         O Politicamente Correcto (41)

·         Obama (52)

·         Operação Protecção Limite (69)

·         Pallywood (23)

·         Portugal (19)

·         Portugal e Espanha (32)

·         Quotidiano de Israel (28)

·         Razão de ser deste blog (12)

·         Reino Unido (36)

·         Síria (58)

·         Tecnologia Made in Israel (10)

·         Terrorismo (115)

·         Trump (41)

·         Turquia (19)

·         UN Watch (12)

·         Unidos com Israel (28)

Instituto Ludwig von Mises

Instituto Ludwig von Mises

the palestine-israel conflict

the palestine-israel conflict
1,400 YEARS OF ARAB JEW HATRED AND ISLAMIC GENOCIDE

paLIEStine

paLIEStine
Desmontando a Fábrica de MENTIRAS!

Contador de ataques terroristas islâmicos

Thousands of Deadly Islamic Terror Attacks Since 9/11

AMIZADE LUSO-ISRAELITA

AMIZADE LUSO-ISRAELITA 
FACEBOOK

I Acknowledge Anti-Semitism Poses as Palestinian "Human Rights" Activism

I Acknowledge Anti-Semitism Poses as Palestinian "Human Rights" Activism 

Arquivo do blog

·     ▼  2016 (420)

o    ▼  Novembro (42)

§  História de Israel - Pré-Independência, Reconcilia...

§  Como o terrrorista de Aveiro, poucos refugiados há...

§  Israel arde, colonos Árabes cantam e dançam em cel...

§  Israel pode revogar cidadania dos terroristas ince...

§  Jihad Florestal varre Israel

§  Israel arde, Muçulmanos celebram

§  Jihad em Montpellier: freira(s) degolada(s) e mong...

§  O descrédito TOTAL dos media institucionais

§  Meninos Rabinos Pintam Paredes do Avillez

§  Netanyahu põe os pontos nos ii na ONU

§  A diferença entre o Chef Avillez e os islamonazis ...

§  ISLAMONAZIS atacam Cantinho do Avillez, no Porto

§  "Os Simpsons" previram a vitória de Trump... em 20...

§  A sabotagem global de Soros às eleições livres

§  3 MILHÕES de ILEGAIS/ESTRANGEIROS votaram em Hilla...

§  Trump venceu - Contra a Nova Ordem Mundial

§  França: Governo financia os media de propaganda

§  Os media perderam o resto da vergonha

§  Dionne Alexander EXPLICA

§  O Maior «FUCK YOU!» na História da Humanidade

§  Já não se riem de Trump

§  Situados no topo da escala social, jornalistas viv...

§  O que os protestos anti-Trump revelam

§  Especialistas em Saúde Mental culpam os media pela...

§  Esquerdopata Soros financia os protestos anti-Trum...

§  Mãe expulsa menino de 7 anos de casa por este apoi...

§  Isto é o que acontece a quem vota Trump!

§  Igreja Luterana abandona o anti-semitismo

§  Leonard Cohen: "Estou pronto, Senhor"

§  Revolucionários Hilários pedem "MORTES"

§  Hillary, Obama & Jihad, L.da

§  Trump ou a Vitória da Classe Trabalhadora

§  Democratas - Fraude eleitoral em massa!

§  DIA DA LIBERTAÇÃO

§  Como fraudar nas eleições norte-americanas

§  A Putativa Futura Primeira-Dama dos Estados Unidos...

§  Hamas - Genocídio por procuração

§  Trump revela os seus planos para Israel

§  Wikileaks confirma venda de armas ao Estado Islâmi...

§  Quando a firma alemã Bayer comprava "lotes de mulh...

§  "Substitua-se “nazismo” por “Daesh” e tudo se torn...

§  A Mentira Soviético-Palestina

o    ►  Outubro (35)

o    ►  Setembro (29)

o    ►  Agosto (41)

o    ►  Julho (51)

o    ►  Junho (52)

o    ►  Maio (42)

o    ►  Abril (42)

o    ►  Março (42)

o    ►  Fevereiro (23)

o    ►  Janeiro (21)

·     ►  2015 (409)

·     ►  2014 (683)

·     ►  2013 (742)

·     ►  2012 (19)

OLAVO DE CARVALHO

OLAVO DE CARVALHO 

Al-Público

Al-Público
A vergonha do "jornalismo" português

Postagens populares

·         Vídeo - anel de núvens e som de trombetas sobre Jerusalém

·         “MATADOUROS ISLÂMICOS HUMANOS” PARA CRISTÃOS

·         ISIS e Al-Qaeda a caminho de Portugal e Espanha

·         Quantos Judeus existem hoje no Mundo?

·         Estado Islâmico vende escravas sexuais no Facebook

·         Jihad de Obama contra Israel

·         Cientistas israelitas conseguem parar a Esclerose Lateral Amiotrófica

·         Comunidade Islâmica de Lisboa ameaça Portugal

·         80 anos depois, a Europa oficializa o ódio - ACTUE!

·         "Quando eu quero uma escrava sexual, vou ao mercado e compro-a!"

Pesquisar este blog

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Jewish Internet Defense Force

Seguidores

Colaboradores

·         EJSantos

·         Extremista Moderado

·         Fernando

·         Oliveira da Figueira